<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276</id><updated>2012-02-16T12:25:00.863-02:00</updated><category term='Crise'/><category term='Empresas'/><category term='Política Econômica'/><category term='Livros de Economia'/><category term='Relações Internacionais'/><category term='Pensamento Político e Econômico'/><category term='História Econômica'/><title type='text'>Economia Política Brasil</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>74</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-4015743735879255233</id><published>2010-09-02T16:12:00.001-03:00</published><updated>2010-09-02T16:12:14.196-03:00</updated><title type='text'>Keynes – Autosuficiência Nacional – Parte II</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Que problema encontramos aí? Superficialmente, nenhum. Não obstante, muitos de nós não estamos satisfeitos com ela como uma teoria política que funciona. O que há de errado? Penso que devemos descobrir a fonte de nossas dúvidas, não através de um ataque frontal senão por um passeio – passeando por um caminho diferente para encontrar o lugar de desejo do nosso coração político. Assim, tratarei de relacionar a nova orientação tão estreitamente como seja possível à anterior. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Para começar, o tema da paz. Somos hoje pacifistas com tanta convicção que, se o internacionalista econômico pudece conquistar a paz, de pronto ele reconquistaria nosso apoio. Mas já não parece óbvio que a grande concentração de esforços nacionais para conquistar o comércio exterior, que a penetração da estrutura econômica de um país pelos recursos e influência de capitalistas estrangeiros, que uma dependência muito estreita de nossa própria vida econômica pelas instáveis políticas econômicas dos países estrangeiros sejam resguardos e garantias da paz internacional.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; É mais fácil, à luz da experiência e da previsão, argumentar totalmente o contrário. A proteção dos interesses estranhos a um dado país, a conquista de novos mercados, o progresso do imperialismo econômico – são uma parte apenas evitável de um esquema de coisas que aspira ao máximo da especialização internacional e à máxima difusão geográfica do capital, onde seja que asente sua propriedade. Aconselháveis Políticas nacionais poderiam, em geral, ser mais fáceis de se alcançar, se o fênomeno conhecido como “escape de capital” pudece ser exterminado. A separação entre a propriedade e a real responsabilidade da gestão é grave dentro de um país quando, como resultado de uma empresa de capital aberto, se rompe a propriedade entre inúmeros indivíduos que compram papéis hoje e vendem amanhã carecendo tanto do conhecimento quanto da responsabilidade para o que eles possuem momentaneamente. Mas quando o mesmo princípio se aplica intrnacionalmente, diga-se, em tempos de tensão, isso se torna intolerável – sou irresponsável em relação ao que eu possuo e aqueles que operam o que eu possuo são irresponsáveis em relação a mim. Podem existir alguns cálculos financeiros que demonstram que o exposto a continuação é vantajoso, que minhas poupanças deveriam ser investidas em qualquer parte do globo habitável onde se apresente a maior eficiência marginal do capital ou a maior taxa de lucro. Mas a experiência indica que a distância entre propriedade e opração – que históricamente está simbolizada por vocês na Irlanda num feudalismo ausente – é perversa nas relações entre os homens, e que provavelmente – ou seguramente – no longo prazo, estabelecerão tensões e inimizades que leverão a nada os cálculos financeiros. &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-4015743735879255233?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/4015743735879255233/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=4015743735879255233' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/4015743735879255233'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/4015743735879255233'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2010/09/keynes-autosuficiencia-nacional-parte.html' title='Keynes – Autosuficiência Nacional – Parte II'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-5008198768630128862</id><published>2010-06-15T12:42:00.001-03:00</published><updated>2010-06-15T12:42:44.177-03:00</updated><title type='text'>Autosuficiencia Nacional – Keynes - Parte I</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; &lt;em&gt;A partir de hoje, aqui no blog, estaremos transcrevendo um texto imperdível do Keynes, intitulado Autosuficiencia Nacional, na qual Keynes fala de Globalização, Livre Comércio, Guerras, Socialismo Soviético e, como sugere o título, Ilhamento Econômico. O texto foi apresentado durante a Conferência Finlay, na University College, Dublin en 19 de abril de 1933 e publicada na Yale Review no mesmo ano. Não há disponibilidade do artigo na Internet, não há tradução e não está à venda no Brasil. É interessante como cada parágrafo proprociona grandes reflexões ao leitor. Assim, vamos publicá-lo aos poucos, em cerca de 20 partes, durante os próximos meses. Faremos a tradução livremente. Acompanhe!&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;***&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Fui educado como a maioria dos homens ingleses, para respeitar o Livre Comércio não só como uma doutrina econômica, que uma pessoa racional e instruída não pode duvidar, mas quase como que como uma parte da lei moral. Considerava que os comuns desvios dela eram ao mesmo tempo uma tolice e um ultraje. Pensava que as inabaláveis convicções inglesas sobre o Livre Comércio, mantidas por quase cem anos, eram tanto a explicação frente aos homens como a justificação frente aos céus de sua supremacia econômica. Ao final de 1923 escrevi que o Livre Comércio se baseava em verdades fundamentais “que, afirmadas com suas devidas qualidades, ninguém capaz de compreender o significado das palavras podia questionar.”&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Hoje em dia, examinando novamente o que havia escrito então sobre essas “verdades fundamentais”, não me encontro mais as afirmando. Sem dúvidas, a orientação de minha mente mudou e compartilhou essa mudança mental com muitas outras. Parcialmente, sem dúvida, minha experiência sobre a teoria econômica foi modificada; -não deveria acusar ao Sr. Baldwin, como o fiz então, de ser “uma vítima da falácia protecionista em sua forma mais crua” porque ele acreditava que, nas condições existentes, uma tarifa alfandegária poderia ajudar a diminuir o desemprego britânico. Mas, em primeiro lugar, atribuo minha mudança de posição por outro assunto: às minhas esperanças e temores e preocupações, junto com as de muitos, ou a maioria, creio, desta geração em todo mundo, que são diferentes do que foram. Afastar-se dos hábitos mentais do mundo do pré-guerra do século XIX é um assunto que toma tempo. É assustador a quantidade de pensamentos obsoletos que a mente de alguém arrasta inclusive depois que o centro da consciência tenha mudado. Mas, hoje em dia finalmente, a um terço do caminho até o século XX, muitos de nós estamos ainda escapando do XIX, e quando cheguemos a sua metade, pode ser que nossos hábitos mentais e o que nos preocupa seja tão diferente dos métodos e valores do século XIX, como outros séculos tem sido referido de seus predecessores.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Dessa forma, esse dia, apresento a primeira de uma série de conferências, que terão muitas sucessivas, mas nenhuma predecessora, pronunciando-a na Irlanda, que tem levantado um enérgico pé fora de seus pântanos para converter-se no centro desse experimento econômico e que se situa quase tão longe do Liberalismo inglês do século XIX como a Russia Comunista ou a Itália Fascista ou as bestas louras na Alemanha. Sinto ser apropriado tentar uma espécie de inventário, de análise, de diagnóstico para descobrir em quê consiste essencialmente essa mudança mental, e finalmente perguntar se, na confusão de pensamento que ainda envolve esse recentemente citado entusiasmo de mudança, não estamos correndo o risco desnecessário de descartar à água suja e ao lixo pérolas da característica sabedoria do século XIX.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; O que acreditavam estar levando a cabo os liberais do século XIX, que estávam entre os mais idealistas e desinteressados dos homens?&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Eles acreditavam – e talvez seja justo apontar isso primeiro – que estavam sendo perfeitamente sensatos, que só eles tinham a visão clara, que as políticas que pretendiam interferir com o ideal da divisão internacional do trabalho eram sempre descendente da ignorância derivada do próprio interesse.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Em segundo lugar, eles acreditavam que estavam solucionando o problema da pobreza, e resolvendo esse problema para o mundo todo, alocando da melhor maneira, como uma boa governanta, os recursos e habilidades do mundo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Eles acreditavam, além do mais, que estavam servindo, não somente à sobrevivência dos mais fortes economicamente, mas servindo também à grande causa da liberdade, da liberade para as iniciativas pessoais e para os dons individuais, à causa da arte criativa e à gloriosa fertilidade da mente livre, em oposto às forças dos privilégios, do monopólio e da obsolescência.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Eles acreditavam, finalmente, que eram amigos e garantidores da paz, das boas relações internacionais, da justiça econômica entre as nações e que eram os promotores do progresso e seus benefícios. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; E se ao poeta desse período às vezes lhe surgiam estranhos desejos de vagar muito longe, onde nunca chegaria o comerciante, e agarrar a cabra selvagem pelas crinas, ali também vinha com total segurança a cômoda reação: “Eu, como a multidão de testa pequena, livre de nossos ganhos gloriosos, Como uma besta de poucos prazeres, como uma besta poucas dores!” &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;***&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;Continua…&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-5008198768630128862?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/5008198768630128862/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=5008198768630128862' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/5008198768630128862'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/5008198768630128862'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2010/06/autosuficiencia-nacional-keynes-parte-i.html' title='Autosuficiencia Nacional – Keynes - Parte I'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-2078396232972572860</id><published>2010-03-30T15:21:00.003-03:00</published><updated>2010-04-14T10:59:05.870-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política Econômica'/><title type='text'>Auditoria Cidadã</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com mais de 2 trilhões de Reais em dívida pública, grande parte das arrecadações da União são desviadas para o pagamento do serviço dessa dívida. Em 2009, foram pagos 380 bilhões em juros e amortizações (cerca de 32 vezes o que foi gasto com bolsa família ou 35% do orçamento anual.) A história da nossa dívida é repleta de histórias mal-contadas e é muito possível que o povo brasileiro esteja sendo roubado, no sentido estrito do termo, em sifras muitíssimo maiores que aquelas oriundas dos escândalos políticos cotidianos. Numa tentativa de rever essa questão, está em andamento uma comissão parlamentar sobre a Dívida Pública, é a CPI da dívida. Acompanhem no site:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;http://www.divida-auditoriacidada.org.br/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-2078396232972572860?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/2078396232972572860/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=2078396232972572860' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/2078396232972572860'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/2078396232972572860'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2010/03/auditoria-cidada.html' title='Auditoria Cidadã'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-6331469617477683607</id><published>2010-02-24T14:38:00.002-03:00</published><updated>2010-04-14T10:59:16.425-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pensamento Político e Econômico'/><title type='text'>Faixa Livre</title><content type='html'>Criado em 1994 no Rio de Janeiro, o Programa Faixa Livre é, de longe, o canal de comunicação mais comprometido com o Brasil e nosso povo na atualidade. Dele, participam grandes nomes da sociedade brasileira, todos unidos na defesa de um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;projeto de nação&lt;/span&gt; que há muito vem sendo objetivado. Nas palavras da própria equipe, o programa é formado por entidades "que se irmanam na luta por um Brasil socialmente mais justo,  politicamente mais democrático e, enquanto Nação, mais soberano". Fica a dica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.programafaixalivre.org.br/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-6331469617477683607?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/6331469617477683607/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=6331469617477683607' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/6331469617477683607'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/6331469617477683607'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2010/02/faixa-livre.html' title='Faixa Livre'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-6518793471004717659</id><published>2010-02-01T13:59:00.001-02:00</published><updated>2010-04-14T11:00:14.665-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pensamento Político e Econômico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História Econômica'/><title type='text'>Brizola, por Giba Vasconsellos</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Conheci Gilberto Vasconcellos no primeiro encontro nacional da Rede Brasileira de Estudos Latino Americanos, ocorrido em Florianópolis no final do ano passado. Figura sem par, Giba é dono de um profundo comecimento da história política do nosso país, combinado a um grande sendo de humor. Sociólogo, professor, escritor e jornalista. É impossível ouvi-lo por cinco minutos sem rir, característica que transforma sua palestra em uma espécie de “standard comedy acadêmica”. A certa altura, reclama ele: “a comunidade acadêmica não me cita! Não me cita!”, mostrando indignação pelo desconhecimento da sua vasta obra literária. “Se fosse só na USP, eu entenderia”, completa. Giba não esconde seus ídolos: Glauber Rocha, Darcy Ribeiro e Gunder Frank são alguns dos mais lembrados; entretanto, há um pelo qual Giba tem um apreço especial: Leonel de Moura Brizola. “O velho Briza”, dizia ele, gabando-se de ser seu maior biógrafo. Abaixo, um texto imperdível de Giba sobre Brizola.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;------------------------------------------------------------------&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; E o que acontece hoje com a gauchada? O minuano ficou tucano. Em 1945 Brizola era mais lúcido politicamente do que um gênio cinqüentão como Oswald de Andrade, percebeu a cilada(montada pelo imperialismo americano) das liberdades democráticas. Ficou politicamente com o Vargas derrubado. Será que Vargas foi um luxo que jamais poderá se repetir? Como Perón na Argentina? Como Cardenas no México?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; A progressão do imperialismo cada vez mais mediocriza os presidentes. Vide o Palácio do Planalto de 1964 para cá. A banalização do Presidente é deprimente. O bacana deixa o Palácio depois de 4 anos como se estivesse saindo de um programa de auditório. Acabei, Mãe! Isso num país em que Presidente da República já deu um tiro no coração. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; É ou não é chanchada ver um FHC debruçado num caixa&amp;#160; eletrônico do Banco Santander? Ou Lula pegar seu boné e ir para São Bernardo jogar sinuca com birita? Brizola era de outra estirpe, à Salvador Allende. O Deputado Florestan Fernandes vacilou ao chamá-lo de “machão”. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Porta-voz da telefonia norte-americana, a USP espalhou que Brizola nunca havia lido um livro. Repetindo o que dizia Lincoln Gordon, o embaixador golpista de Harvard. Não me foi dada a oportunidade de conversar com Brizola sobre Antonio Cândido e Sérgio Buarque de Holanda, os dois amigos de Darcy Ribeiro e fundadores do PT em São Paulo. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; FC Leite Filho privou vários anos com o biografado. Tancredo Neves empurrou goela abaixo o dispositivo espúrio do parlamentarismo para Jango. Enfurecido, o governador Brizola queria prender Tancredo em Porto Alegre. Estava certo. Santiago Dantas chapou no uisque de Gordon e conspirou contra Jango, era a Virgem Maria dos brasilianistas, esquerda responsável, Brizola era a esquerda radical para Kennedy, que preferia Adhemar de Barros. Vaidoso, depois ministro de Sarney, o antimaxista Celso Furtado com seu plano Trienal foi o anti-Brizola das reformas de base. Eis a definição lapidar de Brizola sobre 1964: &amp;quot;Um golpe de interesses americanos com tropas brasileiras&amp;quot;.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; A vida de Leonel Brizola é a prova de que o golpe de 64 ainda continua com o governo Lula. Os partidos de esquerda, influenciados pelo catecismo da caridade, dissociam a questão social da nacional. Cidadania virou ridícula palavra. Tudo é visto sob o prisma de uma mi stificada vontade. Que os privilegiados ofereçam as sobras para os &amp;quot;excluídos&amp;quot;, tenham pena dos subdesenvolvidos. Assim, mundo rico e mundo pobre perdem suas conexões causais, ou seja, entre a riqueza e a pobreza desaparece inteiramente o nexo de exploração. A isso dá-se o nome de ideologia petucana.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Brizola se autodefiniu: &amp;quot;sou um homem empírico&amp;quot;, para sublinhar que vinha de longe. O empiriobriz&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/S2b6eI-YHeI/AAAAAAAAAPY/Qmzbe_72wfk/s1600-h/22_brizola%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-top: 0px; border-right: 0px" title="22_brizola" border="0" alt="22_brizola" align="right" src="http://lh3.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/S2b6e7td6bI/AAAAAAAAAPc/WNrmEY4KRzs/22_brizola_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800" width="171" height="171" /&gt;&lt;/a&gt;olismo convive com o revolucionário intelectual. Brizola leu artigo de Andre Gunder Frank sobre a remessa de capital. No Rio, trocaram amabilidades teóricas quanto ao desenvolvimento do subdesenvolvimento, daí resultou a expressão &amp;quot;perdas internacionais&amp;quot;. O ineliminável subdesenvolvimento crescente dentro do sistema capitalista mundial só tem uma saída: a revolução socialista.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-6518793471004717659?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/6518793471004717659/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=6518793471004717659' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/6518793471004717659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/6518793471004717659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2010/02/brizola-por-giba-vasconsellos.html' title='Brizola, por Giba Vasconsellos'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/S2b6e7td6bI/AAAAAAAAAPc/WNrmEY4KRzs/s72-c/22_brizola_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-5063894869384228331</id><published>2010-01-24T17:00:00.001-02:00</published><updated>2010-04-14T10:59:58.042-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pensamento Político e Econômico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Relações Internacionais'/><title type='text'>Enquanto isso, no Haiti…</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Aproveitando-se da situação vivida pelo Haiti nos últimos dias, os EUA se estabelecem militarmente nos país – logo serão 20 mil soldados das forças armadas estadunidenses impondo seu domínio sobre um país arrasado por séculos de exploração e, agora também, por terremotos. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Muitos talvez perguntam-se: o que os EUA poderiam querer com o Haiti? Sem motivação econômica direta, o Haiti é na verdade uma país estratégico; a verdadeira motivação transcede as fronteiras haitianas. O objetivo principal dessa ocupação é assegurar o domínio político, econômico e militar da América Latina. Com sua presença na Colômbia, recentemente em Honduras e agora no Haiti, os EUA criam um cerco à nossa região e, em especial, ao movimento revolucionário de países como Bolívia, Ecuador, Nicarágua e Venezuela.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-5063894869384228331?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/5063894869384228331/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=5063894869384228331' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/5063894869384228331'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/5063894869384228331'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2010/01/enquanto-isso-no-haiti.html' title='Enquanto isso, no Haiti…'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-3031799162909742379</id><published>2010-01-17T19:32:00.001-02:00</published><updated>2010-04-14T10:59:31.154-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pensamento Político e Econômico'/><title type='text'>Enquete encerrada</title><content type='html'>&lt;p&gt;Após 6 meses de votação, encerramos a enquete “&lt;strong&gt;Que tipo de mudanças na Política Econômica seriam mais eficazes para promover o desenvolvimento?”. &lt;/strong&gt;Os resultados foram os seguintes:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Conjunturais (expansionismo fiscal e monetário): 37%&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Estruturais (controle de capitais, regime de câmbio fixo subvalorizado, etc.): 62%&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Dos 37 votos, 23 entendem que arrancar uma planta daninha pela raiz é bem mais eficaz do que aparar as pontas cada vez que ela cresce!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;…E Começa a valer hoje a nova enquete, com vigência até 30 de junho. A pergunta é:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Qual é o rumo político-econômico ideal para o Brasil no pós-crise?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Continuar como está&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Novo-desinvolvimentismo nacionalista&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Novo-liberalismo cosmopolita&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Participe!&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-3031799162909742379?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/3031799162909742379/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=3031799162909742379' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/3031799162909742379'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/3031799162909742379'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2010/01/enquete-encerrada.html' title='Enquete encerrada'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-8801711732827476109</id><published>2009-12-23T23:10:00.002-02:00</published><updated>2010-04-14T10:59:22.934-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pensamento Político e Econômico'/><title type='text'>Nosso Norte, é o Sul!</title><content type='html'>Alguns aventureiros saídos do místico curso de Economia da UFSC estarão em viagem pela Amércica do Sul portando apenas leves e confortáveis mochilas. Eles compartilharão suas experiências neste blog:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://trotamerica.wordpress.com/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acompanhem!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-8801711732827476109?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/8801711732827476109/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=8801711732827476109' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/8801711732827476109'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/8801711732827476109'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2009/12/nosso-norte-e-o-sul.html' title='Nosso Norte, é o Sul!'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-8342851671418482515</id><published>2009-12-07T15:05:00.001-02:00</published><updated>2009-12-07T15:06:48.537-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empresas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pensamento Político e Econômico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História Econômica'/><title type='text'>O Processo de desnacionalização das empresas brasileiras</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; A recente fusão entre Casas Bahia e o grupo Pão de Açúcar, controlador do Ponto Frio, é mais um capítulo de um gradual e perigoso processo: a desnacionalização das empresas brasileiras. É óbvio que tamanha operação – que cria um grupo de 40 bilhões de &lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/Sx01xmFcU7I/AAAAAAAAAPM/556L-EG6LuU/s1600-h/p%C3%A3o%20de%20a%C3%A7ucar%20e%20casas%20bahia%5B6%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-top: 0px; margin-right: 0px; border-right: 0px" title="pão de açucar e casas bahia" border="0" alt="pão de açucar e casas bahia" align="right" src="http://lh6.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/Sx01xySJJfI/AAAAAAAAAPQ/TSqqL0Az1C4/p%C3%A3o%20de%20a%C3%A7ucar%20e%20casas%20bahia_thumb%5B4%5D.jpg?imgmax=800" width="221" height="240" /&gt;&lt;/a&gt; Reais – já estava sendo planejada há muito tempo, a compra do Ponto Frio pelo Pão de Açúcar no início de junho é emblemático disso. O grupo Pão de Açúcar é conhecido por ser “a empresa da Família Diniz” desde que foi fundada no fim da década de 40, sendo hoje comandada por Abílio Diniz, que emitiu ações da empresa em 1995 na Bovespa, em 1997 em Nova York, mas foi em 2005 que o grupo Francês Casino adquiriu 50% do total de ações do Pão de Açúcar, sendo 34% com direito a voto, tendo assim a maioria dos votos; o contrato firmado com Abílio Diniz prevê ainda que a partir de 2012 os franceses passem definitivamente a comandar os negócios. Outros exemplos recentes marcantes do processo de desnacionalização são a compra da Garoto pela Nestlé e da Sadia pela Perdigão (que é controlada por um fundo de investimentos estrangeiro), que também já havia adquirido a Batavo entre outras empresas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Aponto três fenômenos como causas desse processo de desnacionalização:&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Por um lado, temos a tendência à centralização do capital. Ou seja, a concorrência entre as empresas em nível global e a existência de crédito são fatores propulsores de uma tendência natural no capitalismo que é a de as empresas se tornarem cada vez maiores. As empresas precisam crescer muito, fundirem suas operações e conquistar muitos sócios como requisitos para sua própria sobrevivência. No mundo atual é cada vez maior a quantidade de atividades em que é necessário um capital inicial muito grande para iniciar o negócio. Portanto o processo de desnacionalização pode ser entendido como um fenômeno que opera dentro dessa tendência à centralização. Concomitante a essa tendência temos a etapa superior do Capitalismo a que chamamos Imperialismo, onde as empresas dos países centrais precisam expandir suas operações para os países periféricos por conta da saturação dos mercados tradicionais, levando esses países a uma situação de dependência. A ação política e militar dos países centrais lançam esforços no sentido de garantir que não haja complicações para esse movimento. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Em segundo lugar, o fato de os juros no Brasil serem drasticamente mais altos do que a média dos países desenvolvidos, leva a uma concorrência desleal daquelas empresas globais que conseguem juros baixos nos seus países, enquanto as nossas tem de pagar um preço muito alto pelo crédito. Não obstante, torna-se mais vantajoso para os brasileiros aplicar em fundos de investimentos do que investir no processo produtivo. Por exemplo, digamos que eu tenha um dinheiro e quero investi-lo, entretanto se eu aplicar numa indústria, não terei rentabilidade superior a 5% ao ano, aplico então em títulos da dívida pública que pagam 8% ao ano e em vez de contribuir para o crescimento do país, meu capital se torna improdutivo. Como mostrou Keynes, é necessário que a eficiência marginal do capital esteja acima da taxa de juros para que haja boas expectativas e, portanto, investimento.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Um terceiro problema – esse é crucial – é a inexistência de instituições responsáveis por esse tipo de regulação além da falta de medidas governamentais efetivas para barrar o processo. O CADE, por exemplo, serve apenas para analisar a concentração de mercado, o nível de concorrência, mas não é de sua competência investigar o grau de internacionalização do capital. Os representantes do Pão de Açúcar e das Casas Bahia dizem estar tranqüilos em relação ao CADE, pois “serão apenas mil lojas, de vinte mil que existem no Brasil”, como ressaltou um deles - eles já sabem que a fusão será aprovada. Outros tipos de instituições que poderiam conter o processo de desnacionalização como controle de capitais, legislação tributária diferenciada para as empresas nacionais, também são inexistentes; apenas alguns setores específicos é que há legislação determinando a fatia máxima de participação estrangeira e mesmo esses vem sendo derrubados ao longo do tempo. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Como faltam instituições, conter o processo de desnacionalização depende basicamente da boa vontade do governo, aí chegamos ao que ocorre no Brasil: ora há incentivo, ora há entreguismo. Vargas, Jango, Geisel e Itamar Franco são exemplos de governos mais comprometidos com o fortalecimento das empresas de capital nacional, a maioria dos governos, portanto, deixou a questão em segundo plano ou remaram contra a maré (em especial os governos Dutra, Castelo Branco, Costa e Silva, Médici, Figueiredo, Collor e FHC). Esse vai e vem leva, em primeiro lugar a dificuldade de um novo governo reassumir a postura nacionalista (em grande parte também devido à estrutura internacional do imperialismo) e em segundo lugar falta de expectativa em relação ao futuro, sem falar na instabilidade monetária, fiscal, social e política. A solução, portanto, é que se estabeleçam instituições sólidas, eficientes, seguras e duradouras para preservar e fortalecer as empresas nacionais, requisito básico para a riqueza e soberania do Brasil.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-8342851671418482515?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/8342851671418482515/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=8342851671418482515' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/8342851671418482515'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/8342851671418482515'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2009/12/o-processo-de-desnacionalizacao-das.html' title='O Processo de desnacionalização das empresas brasileiras'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/Sx01xySJJfI/AAAAAAAAAPQ/TSqqL0Az1C4/s72-c/p%C3%A3o%20de%20a%C3%A7ucar%20e%20casas%20bahia_thumb%5B4%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-7872376679128391688</id><published>2009-10-15T10:46:00.001-03:00</published><updated>2009-12-07T15:06:26.526-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pensamento Político e Econômico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História Econômica'/><title type='text'>A Reforma Agrária e as Laranjas da Cutrale</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Nos últimos dias temos sido insistentemente informados pela mídia, em especial pela Globo e pela revista Veja, a respeito de um “crime” cometido por uma entidade “sem personalidade jurídica”, que invadiu uma “propriedade privada” que “gerava riquezas para o Brasil” via exportações e criação de empregos. Pois bem, a mesma mídia, que por sinal tem personalidade jurídica e responde judicialmente por seus crimes,&amp;#160; se esquece de dizer que as terras, supostamente da Cutrale, são, na verdade, públicas – foram griladas. Se esquece de dizer que os EUA e toda Europa já fizeram suas reformas agrárias no século XIX. Se esquece de dizer que o que realmente gera progresso para um país é, antes de tudo, o mercado interno. Se esquece de dizer que o grande latifúndio agroexportador é um mal crônico no Brasil e enquanto não for superado, será uma instituição mantenedora da nossa condição de país subdesenvolvido, exportador de bens primários, importador de bens manufaturados – ou seja, um país que não desenvolve suas forças produtivas nacionais (ver G.F. List “Sistema Nacional de Economia Política). Segundo o economista João Pedro Stélide, lider do MST, em entrevista à Folha de São Paulo, mais de 90% da produção da Cutrale, é destinada à exportação. A mídia colonizada se esquece de dizer que o modelo de pequena propriedade familiar é o modelo historicamente predominante nos países desenvolvidos, diferente do que ocorreu nos países da América Latina, desde o princípio escravovratas (ver Eric Williams “Capitalismo e Escravidão” e Sérgio Bagú “Economia de La Sociedad Colonial”). Mesmo no Brasil, onde houveram colônias de povoamento, como no Oeste do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, a distribuição de renda é mais equitativa. O MST, ao destruir os pés de laranja, dá uma mensagem clara: não está interessado no agronegócio exportador, quer, isso sim, a pequena propriedade familiar, modelo imprescindível para a grandeza do Brasil. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; É obvio que o modelo de reforma agrária no Brasil é falido. No nordeste, por exemplo, o governo compra terras superfaturadas no árido sertão, coloca um assentado, que meses depois, pra não morrer de fome, se obriga a vender o arrame da cerca e migrar para a cidade a procura de um emprego. Dá-se a terra, mas não se dá as condições adequadas para produção. Pior ainda, coloca-se a pequena propriedade ao lado do grande latifundio – mais cedo ou mais tarde o latifúndio arrenda ou incorpora a pequena propriedade, é uma tendência natural à centralização do Capital (ver K. Marx “O Capital” – Tomo II - capítulo XXIII). A pequena propriedade precisa estar rodeada de outras pequenas propriedades, pois só assim se desenvolverá o espírito cooperativo entre as famílias produtoras, só assim é possível uma verdadeira ação governalmetal ou comunitária em prol da melhoria dos métodos de produção e comercialização dos produtos. Técnicos agrícolas e agrônomos auxiliando essas famílias, por exemplo, é algo indispensável. Há uma proposta muito interessante da Abimac (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), que visa incluir no ensino básico brasileiro uma disciplina denominada Técnicas Agrícolas. Estão aí alguns exemplos de ações que precisam ser incluídas no nosso modelo de reforma agrária.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Na verdade, a Reforma Agrária está esquecida no Brasil há muito tempo. O MST tem um papel importante como movimento social contestatório desse desleixo. Não se pode culpar tal movimento pelos probemas que realmente ocorrem, como os campesinos que vendem as terras ganhas e voltam ao movimento, pois, como disse, isso é um problema do modelo brasileiro, que dá a terra, mas não dá as condições adequadas para o desenvolvimento produtivo dessas terras. Qualquer assentado que tenha no campo uma vida agradável, com condições adequadas de subsistência, jamais deixará sua terra. Não se trata apenas de distribuir terras, é preciso uma verdadeira revolução no campo. &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-7872376679128391688?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/7872376679128391688/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=7872376679128391688' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/7872376679128391688'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/7872376679128391688'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2009/10/reforma-agraria-e-as-laranjas-da.html' title='A Reforma Agrária e as Laranjas da Cutrale'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-5310781663624143838</id><published>2009-09-16T14:59:00.001-03:00</published><updated>2009-09-16T15:16:30.218-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pensamento Político e Econômico'/><title type='text'>A Nova Lei de Educação da Venezuela</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Enquanto por aqui muito se discute e nada se faz a respeito das reformas tributária e política, nosso vizinho dá mostras de que tem governo comprometido com seu país – num contínuo processo que lhes colocam muito a nossa frente, realizaram a reforma educacional e hoje (16/09/09) começa a valer a nova “Lei Orgânica de Educação” (LOE) da Venezuela.&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Tradução nossa. Original disponível em:&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.telesurtv.net/noticias/secciones/nota/57776-NN/con-nueva-ley-de-educacion-comienzan-las-clases-en-venezuela/"&gt;http://www.telesurtv.net/noticias/secciones/nota/57776-NN/con-nueva-ley-de-educacion-comienzan-las-clases-en-venezuela/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; A despeito da campanha contra a nova legislação, o presidente Hugo Chavez pediu aos professores, pais e à população em geral, que sejam promotores de uma educação formadora de valores que criem nas crianças e adolescentes um compromisso de luta e defesa da pátria.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; O mandatário venezuelano disse, durante a inauguração do Colégio Bolivariano “Cacique de Naiguata” no estado de Vargas (norte), que a nova lei é um instrumento que orienta para que as crianças e jovens estejam conscientes de quais são os grandes objetivos da educação no país.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Assinalou que a LOE, em seu artigo 15 tem como fins “desenvolver potencial criativo de cada ser humano, para o pleno exercício de sua personalidade e cidadania em uma sociedade democrática [...] comprometida com os processos de transformação social.”&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;[...]&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; O presidente venezuelano assegurou que, todavia, a Venezuela vive uma cultura colonial “onde só os filhos de ricos estudam. Os demais são a pura peble”.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;[...]&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Chavez ressaltou que durante o ano de 1998, havia 65 mil docentes inscritos no Ministério da Educação, mas agora já somam 343 mil educadores. “Antes da Revolução tínhamos 44,3 alunos por professor e agora há 13”, assinalou.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; O governo Bolivariano realizou, dias antes do início das aulas, uma feira escolar para vender a preços solidários os materiais escolares, assim a população venezuelana economizou nos gastos. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; No mês passado, grupos de oposição expressaram que não acatariam a lei aprovada pela Assembléia Nacional da Venezuela (AN), pois dizem defender, assim como a Igreja Católica venezuelana, a educação provada frente à proposta de impulsionar um ensino público de qualidade para todos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;[...]&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; O ministro da Educação Héctor Navarro, disse que a LOE pretende educar sobre a base da democracia, liberdade e história. “Os fundamentos da educação pretendidos pelo novo projeto em discussão são: a democracia, a liberdade, a herança libertadora e a história caribenha entre outros aspectos”. Da mesma forma, o ministro sustentou que a educação é para formar crenças patrióticas “por que lutar contra isso não tem sentido”.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Por sua vez, a Comissão Venezuelana de Cooperação com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), opinou que a nova Lei de Educação venezuelana é um instrumento para a transformação do sistema educativo, dos princípios humanistas e da defesa dos direitos humanos nos âmbitos políticos, econômicos, culturais e ecológicos. &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-5310781663624143838?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/5310781663624143838/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=5310781663624143838' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/5310781663624143838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/5310781663624143838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2009/09/nova-lei-de-educacao-da-venezuela.html' title='A Nova Lei de Educação da Venezuela'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-642672191853021016</id><published>2009-08-17T13:24:00.001-03:00</published><updated>2009-08-22T09:16:00.381-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política Econômica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise'/><title type='text'>A Periferia precisa acordar pra (sua) realidade</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Só na América Latina e na África as grandes empresas combalidas pela crise econômica continuaram ligadas as suas antigas matrizes. Na Europa e na China por exemplo, a GM foi vendida a empresas locais. Na América Latina, em especial, que aos olhos do mundo pertence aos EUA, os lucros das transnacionais por hora são extraordinários graças a desoneração tributária anticíclica adotada pelos governos depois de chantagens do tipo “senão vamos ter que demitir”. Se alguém tinha alguma dúvida de que se deva adotar um eficaz controle de capitais, aliado a uma política monetária que vise a depreciação do câmbio, veja essa matéria da Folha (não tendenciosa), que mostra que desde setembro do ano passado as remessas de lucros aumentaram consideravelmente (no caso de empresas alimentícias, por exemplo, as remessas aumentaram em mais de 700%). É um processo calamitoso, histórico, forjado à custa do empobrecimento dos países periféricos, que agora fica muito mais visível e cuja solução é evidente e necessária. Leia: &lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;&lt;a title="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u610490.shtml" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u610490.shtml"&gt;http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u610490.shtml&lt;/a&gt;&amp;#160;&amp;#160; &lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Mas, sei que não é fácil. Getúlio tentou criar a famosa “lei dos lucros extraordinários”, que limitava a remessa de lucros, mas foi boicotado e atacado e a proposta foi barrada no Congresso. Jango novamente se emprenhou em aprová-la, teve até que dar explicações na ONU, e quando tudo paracia que iria dar certo, veio o golpe militar. É sempre assim, os interesses são demasiadamente grandes, por isso os governos evitam tocar no assunto. Mas não dá pra cruzar os braços e esperar surgir um governo com peito pra enfrentar o problema, o desgaste é tão grande que os políticos sempre preferem deixar tudo como está – o que falta é pressão popular, sobretudo da classe empresária nacional, que deveria revindicar essas questões para ganhar competitividade, evitar a tranferência de recursos nacionais, aumentar a capacidade nacional de investimento e, consequentemente, de poupança, que eleva o nível de financiamento e reduz os juros.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-642672191853021016?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/642672191853021016/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=642672191853021016' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/642672191853021016'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/642672191853021016'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2009/08/periferia-precisa-acordar-pra-sua.html' title='A Periferia precisa acordar pra (sua) realidade'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-2902961490145796087</id><published>2009-08-13T09:00:00.001-03:00</published><updated>2009-08-22T09:15:25.897-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Relações Internacionais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História Econômica'/><title type='text'>A volta do Imperialismo expansionista</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Diversos países ricos, principalmente aqueles com limitações territoriais, como Coréia do Sul e Japão, estão comprando ou arrendando terras em países pobres para garantir seu suprimento de alimentos e enviando colonos para ocupar essas áreas. O Brasil é um dos alvos. Veja a matéria:&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a title="http://www.dw-world.de/dw/article/0,,4560077,00.html" href="http://www.dw-world.de/dw/article/0,,4560077,00.html"&gt;http://www.dw-world.de/dw/article/0,,4560077,00.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-2902961490145796087?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/2902961490145796087/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=2902961490145796087' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/2902961490145796087'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/2902961490145796087'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2009/08/volta-do-imperialismo-expansionista.html' title='A volta do Imperialismo expansionista'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-3243349715500184599</id><published>2009-08-02T15:37:00.001-03:00</published><updated>2009-08-02T15:44:02.008-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pensamento Político e Econômico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História Econômica'/><title type='text'>O maior dos crimes da ditadura militar</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Estava lendo e estudando o livro “&lt;em&gt;A Nova Ciência das &lt;/em&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/SnXc5tdFgZI/AAAAAAAAANA/DIA482oaU6w/s1600-h/guerreiro%20ramos%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/SnXc5tdFgZI/AAAAAAAAANI/F_T-TDsw3gQ/s1600-h/guerreiro%20ramos%5B14%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-top: 0px; border-right: 0px" title="guerreiro ramos" border="0" alt="guerreiro ramos" align="left" src="http://lh3.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/SnXc6j2D-UI/AAAAAAAAAMY/rEoMU-C-zCU/guerreiro%20ramos_thumb%5B12%5D.jpg?imgmax=800" width="120" height="130" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;u&gt;&lt;em&gt;Organizações&lt;/em&gt;”, de &lt;em&gt;Alberto Guerreiro Ramos,&lt;/em&gt;&lt;/u&gt; reconhecidamente um dos mais brilhantes cientistas sociais que o mundo já teve. Guerreiro Ramos era brasileiro e foi deputado federal na década de 60, mas teve seu mandato cassado logo após o golpe militar em abril de 1964. Teve de se exilar nos EUA. O livro que citei, aliás, foi publicado originalmente em inglês. O brilhantismo da sua obra pode ser consultada por cada um a que interessar, e de veras recomendo fortemente aos estudantes de Economia, Administração e Sociologia. Por hora, o que quero ressaltar aqui é justamente o grave crime contra a pátria praticado pelos golpistas de 64, ao eximir do país homens do porte de Guerreiro Ramos que foram os maiores intelectuais que o país já teve, como por exemplo &lt;em&gt;Darcy Ribeiro&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;&lt;u&gt;Celso Furtado&lt;/u&gt;&lt;/em&gt;,&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/SnXc7ZH192I/AAAAAAAAAMc/pvno9rUCMHw/s1600-h/Celso_Furtado%5B7%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-top: 0px; border-right: 0px" title="Celso_Furtado" border="0" alt="Celso_Furtado" align="right" src="http://lh6.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/SnXc79kRTcI/AAAAAAAAAMk/1RSFWQiDTkg/Celso_Furtado_thumb%5B5%5D.jpg?imgmax=800" width="97" height="125" /&gt;&lt;/a&gt; este último até hoje é considerado nada menos que o maior economista brasileiro de todos os tempos. Os três primeiros atos institucionais do regime ditatorial e,&amp;#160; posteriormente, a operação Condor, simplismente acabaram com todos os que poderiam ter dado ao Brasil e seu povo a chance de terem um destino próprio, de superar seus males. O que restou no Brasil, em termos de política, foram mesquinhos nojentos corruptos. Os que realmente estavam preocupados em pensar o Brasil, em encontrar soluções para seus problemas e, o que é mais importante, comprometidos de fato com essas causas, foram obrigados a renunciar, o que imagino que para esses tenha sido algo muito semelhante a renunciar a sua própria vida. Se hoje no Brasil reina a corrupção e tudo mais de pobre que há, não tenha dúvida que os 25 anos de ditadura foi, não uma das causas, mas a causa disso. Não houve bons governos durante a ditadura porque isso seria impossível em tal meio corrompido, por tal tivemos apenas governos &lt;em&gt;relativamente&lt;/em&gt; bons, como o do General Geisel que foi bom apenas se comparado aos outros governos do mesmo regime, mas não pôde ser bom na sua plenitude exatamente pelas causas que já apontei.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Na década de 80 muitos daqueles poucos que sobreviveram puderam voltar ao país com a lei de Anistia, como Leonel Brizola. Infelizmente, uma maçã saudável não consegue melhorar muito um cesto cheio de maçãs pobres. A esperança é que com o decorrer do tempo, as bases corruptas herdadas do regime militar caiam aos poucos até que possamos ter um novo estado de coisas na política nacional. Infelizmente por vezes atrasamos esse processo de limpeza política ao eleger aqueles que estiveram na base de apoio à ditadura como o ex-presidente Fernado Collor ou aqueles que se cooligaram com os mesmos como Fernando Henrique Cardoso, e não fosse o bastante, quando assume aqueles que imagnávamos que pudessem fazer alguma coisa, nos decepcionam. Me agoniza a lentidão desse processo de renovação. Quanto tempo &lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/SnXc8bdO0GI/AAAAAAAAAMo/kErC8ayr6dU/s1600-h/darcy-ribeiro%5B6%5D.jpg"&gt;&lt;img title="darcy-ribeiro" border="0" alt="darcy-ribeiro" align="left" src="http://lh4.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/SnXc81zTblI/AAAAAAAAAMs/8H2qQAjx4p4/darcy-ribeiro_thumb%5B4%5D.jpg?imgmax=800" width="98" height="123" /&gt;&lt;/a&gt;teremos que esperar para ter novamente grandes personalidades &lt;u&gt;como &lt;em&gt;Darcy Ribeiro&lt;/em&gt;&lt;/u&gt;, &lt;em&gt;Guerreiro Ramos&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Celso Furtado&lt;/em&gt; esboçando verdadeiras políticas de desenvolvimento para o país? Por isso entendo hoje que o maior de todos os crimes da ditadura militar, mais que a repressão, mais que as torturas, mais que o endividamento do país, mais que qualquer outro, foi exatamente tirar de nós aquele que certamente teria sido o mais espetacular momento da nossa história, convertendo-o no mais trágico. &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-3243349715500184599?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/3243349715500184599/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=3243349715500184599' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/3243349715500184599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/3243349715500184599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2009/08/o-maior-dos-crimes-da-ditadura-militar.html' title='O maior dos crimes da ditadura militar'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/SnXc6j2D-UI/AAAAAAAAAMY/rEoMU-C-zCU/s72-c/guerreiro%20ramos_thumb%5B12%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-7420353393823083357</id><published>2009-05-31T19:29:00.001-03:00</published><updated>2009-06-05T09:41:35.557-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política Econômica'/><title type='text'>Por que Florianópolis não será sede</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/SiMEp9-4AaI/AAAAAAAAALg/pi1LTm2L9RA/s1600-h/prais%20floripa%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-top: 0px; margin-right: 0px; border-right: 0px" title="prais floripa" border="0" alt="prais floripa" align="left" src="http://lh6.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/SiMEsvYMKII/AAAAAAAAALk/W3vrioYk6No/prais%20floripa_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="240" height="160" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Nenhuma cidade no Brasil poderia ser tão benefiada por sediar um jogo da Copa do Mundo quanto Florianópolis. É a cidade com o maior potencial turístico inexplorado do país, onde ao mesmo tempo sobra exuberância natural e faltam turistas, falta infra-estrutura, falta capital para investir. A Copa do Mundo funcionaria como uma publicidade eficaz e, sobretudo, barata – mostrar-se-ia ao mundo, aos turistas e aos investidores todo seu potencial adormecido. O investimento para construção de um Estádio adequado, pontes, túneis, aeroporto, porto turístico, metrô, hoteis, resorts, parques, reforma urbana, etc., todo esse investimento compensaria com muito lucro para a cidade como em nenhum outro lugar desse país. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Infelizmente, a idiotice administrativa falou mais alto. Preocupados com as próximas eleições, não investiram de forma adequada nos projetos, não houve planejamento. Não sei se “dormiram no ponto” seria a expressão mais adequada, ou seria “prevaleceram interesses alheios aos do povo” – fico mais com essa última. Hoje tivemos a prova de que quando não há vontade política, perde-se oportunidades e quem perde, é sempre o povo. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; O turismo é a principal atividade econômica atualmente. O turismo gera emprego, distribuição de renda, aumento de salários, enfim, era uma oportunidade única na história que foi ignorada pelos maus administradores públicos.&amp;#160; Florianópolis teve a chance de atrair investimento como nunca – essas oportunidades não voltam mais.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Muitos podem pensar que por ser mais pequena que suas concorrentes, talvez fosse mais difícil para Florianópolis conseguir a indicação da Fifa. A essa idéia obsoleta, respondo que há experiências históricas que porvam o contrário: para a Copa na Alemanha em 2006, a pequena Kaiserslautern, com cerca de 100 mil habitantes, venceu a disputa com grandes cidades como Baden-Baden e Dresden.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Florianópolis demorou muito para começar a se preparar, e apresentou projetos ruins, feitos em cima do laço, como um horrível metrô de superfície e um porto turístico em outra cidade e sem acesso. A maioria dos hotéis estão na Ilha, enquanto o estádio seria construído no continente, tudo certo não fosse a evidência de que só há uma ponte de acesso à Ilha que vive congestionada. O aeroporto seria ampliado, porém sua ampliação sequer atingiria capacidade para suprir a demanda atual, quem dirá em 2014. Nada foi pensado no sentido de melhorar a mobilidade urbana, nem de melhorar o fornecimento de água e esgoto, que é péssimo. A única obra adequada foi feita pelo governo federal: uma substação energética para evitar novos apagões na Ilha como o de 2003. Nem passou pela cabeça dos organizadores um plano para recuperar os balneários, construir novos resorts, parques aquáticos ou coisas do gênero, o que, embora não contasse para a avaliação da Fifa, seriam obras cruciais para aproveitar melhor a demanda turística após o evento. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Há alguns séculos um tal de Bernard de Mandeville disse que todos os vícios privados geram benefícios públicos. Hoje pudemos ver que essa afirmação merece alguma limitação. O vício privado da aplicação do capital onde é mais vantajoso, onde poderia-se auferir ganhos como no financiamento de projetos turísticos em Florianópolis, certamente geraria benefícios para a cidade. Mas, o vício privado de sacrificar a sociedade para continuar no poder, garantindo assim a continuidade dos seus privilégios e dos seus cartórios, isso sim não pode de forma alguma gerar benefícios públicos, pelo contrário. Dizem que os estadistas pensam no futuro da nação, mas um simples político pensa na próxima eleição – percebo agora por qual dessas duas classes estamos sendo governados. &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-7420353393823083357?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/7420353393823083357/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=7420353393823083357' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/7420353393823083357'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/7420353393823083357'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2009/05/por-que-florianopolis-nao-sera-sede.html' title='Por que Florianópolis não será sede'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/SiMEsvYMKII/AAAAAAAAALk/W3vrioYk6No/s72-c/prais%20floripa_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-2055692385508396944</id><published>2009-04-26T14:08:00.001-03:00</published><updated>2009-06-05T09:41:00.173-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História Econômica'/><title type='text'>Finalmente acertaram o alvo</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/SfSU_puY0-I/AAAAAAAAALQ/WSFflZqJnlw/s1600-h/Zapatazo%5B5%5D.gif"&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" title="Zapatazo" alt="Zapatazo" src="http://lh6.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/SfSVEcsY8PI/AAAAAAAAALY/koSUGwUi9kg/Zapatazo_thumb%5B3%5D.gif?imgmax=800" width="240" height="174" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-2055692385508396944?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/2055692385508396944/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=2055692385508396944' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/2055692385508396944'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/2055692385508396944'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2009/04/finalmente-acertaram-o-alvo.html' title='Finalmente acertaram o alvo'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/SfSVEcsY8PI/AAAAAAAAALY/koSUGwUi9kg/s72-c/Zapatazo_thumb%5B3%5D.gif?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-2135620996599349964</id><published>2009-04-21T12:21:00.002-03:00</published><updated>2009-07-08T17:20:10.333-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política Econômica'/><title type='text'>217 Anos</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/Se3kf_TWbQI/AAAAAAAAAK0/ACx8ftJxlgk/s1600-h/60_tiradentes%5B9%5D.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; DISPLAY: block; FLOAT: none; MARGIN-LEFT: auto; BORDER-TOP: 0px; MARGIN-RIGHT: auto; BORDER-RIGHT: 0px" title="60_tiradentes" border="0" alt="60_tiradentes" src="http://lh6.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/Se3khcYXrpI/AAAAAAAAAK4/OrDx53mavLo/60_tiradentes_thumb%5B7%5D.jpg?imgmax=800" width="448" height="256" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-2135620996599349964?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/2135620996599349964/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=2135620996599349964' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/2135620996599349964'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/2135620996599349964'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2009/04/blog-post.html' title='217 Anos'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/Se3khcYXrpI/AAAAAAAAAK4/OrDx53mavLo/s72-c/60_tiradentes_thumb%5B7%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-3803475862923335846</id><published>2009-04-21T12:15:00.002-03:00</published><updated>2009-07-08T17:42:24.037-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História Econômica'/><title type='text'>O que houve com Tancredo?</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;          Esta é uma pergunta que para mim ainda não tem resposta. Hoje é o aniversário da sua morte, que aconteceu pouco antes da hora programada para sua posse em 21 de Abril de 1985. Uma morte muito estranha, que já teve pelo menos duas versões diferentes contada pelos médicos que cuidaram de Tancredo.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;          Não obstante, o garçom que cuidava de Tancredo, João Rosa, morreu um dia depois, de forma bastante parecida. Ambos tiveram hemorragias repentinas, e tiveram de ser internados às pressas. Ambos estavam com bactérias muito resistentes e incomuns alojadas no corpo.&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/Se3jDRmojZI/AAAAAAAAAKk/bgOYliznOkE/s1600-h/tancredo_neves%5B7%5D.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; BORDER-TOP: 0px; BORDER-RIGHT: 0px" title="tancredo_neves" border="0" alt="tancredo_neves" align="right" src="http://lh5.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/Se3jEFMrXWI/AAAAAAAAAKo/TkBSdlh3UUA/tancredo_neves_thumb%5B5%5D.jpg?imgmax=800" width="194" height="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;          Tancredo Neves era um bom homem. Sábio, firme e serene, tinha todas as qualidades para fazer um governo sem par na história brasileira. Era apoiado por grandes nacionalistas como Leonel Brizola, além da ávida afinidade com a tradição do maior estadista da nossa história: Getúlio Vargas. Tancredo era uma grande esperança para todo povo brasileiro.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;          Já se sabe que Paulo Maluf, candidato do PDS na época (representava a continuidade da ditadura) tentava articular um golpe contra Tancredo. No programa Roda Viva da TV Cultura, o general Newton Cruz falou que foi procurado em outubro de 1984, quando era comandante militar do Planalto, por Paulo Maluf, que propôs um golpe militar contra Tancredo, assegurando que seu adversário estava gravemente doente. Sabe-se inclusive, que a base de apoio de Tancredo já arquitetava a resistência contra um possível golpe. E ainda, descobriu-se que os próprios militares haviam pendurado no Palácio do Planalto faixas com o símbolo do Partido Comunista (na época ilegal) escrito “chegaremos lá” – estratégia para justificar um golpe contra Tancredo. Como era evidente que nas condições da época, um novo golpe não teria sucesso, a forma mais fácil era envenenar (ou, se preferir, infectar) Tancredo.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;          Outra suspeita: o apoio de Antônio Carlos Magalhães para Tancredo, é algo difícil de admitir. Um dos maiores coronéis da ditadura, apoiava o candidato oponente? Muito estranho. Sem falar do apoio do abominável Roberto Marinho!  Sem comentários. Mas tudo parece se encaixar quando aparece a figura do vice-presidente, que por sinal acabou assumindo a presidência: José Sarney, mais um coronel dicidente da ditadura. Dizem as más línguas que certo dia Sarney foi visitar Tancredo no hospital, e lhe perguntou: “o que posso fazer para ajudar?” Tancredo teria respondido: “pode começar tirando o pé da mangueirinha de Oxigênio”. Piadas de mal gosto à parte, o que se sabe é que Sarney não executou nenhuma das propostas da campanha de Tancredo.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;           Embora tarde, é importante que se faça uma minunciosa investigação. Há que se apurar os fatos e abrir os documentos secretos da ditadura. Se é que esses documentos ainda existem. Não só a morte de Tancredo, mas de Jango, de Juscelino, entre outras ocorridas no período militar têm explicações muito parciais e para o bem da história devem ser abstraídas.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-3803475862923335846?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/3803475862923335846/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=3803475862923335846' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/3803475862923335846'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/3803475862923335846'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2009/04/o-que-houve-com-tancredo.html' title='O que houve com Tancredo?'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/Se3jEFMrXWI/AAAAAAAAAKo/TkBSdlh3UUA/s72-c/tancredo_neves_thumb%5B5%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-6959754342212825584</id><published>2009-04-20T16:00:00.001-03:00</published><updated>2009-06-05T09:41:35.557-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política Econômica'/><title type='text'>É hora de reforma!</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Depois de 45 anos desde o grande golpe estadunidense contra as reforormas no Brasil (abril de 1964), este é o momento mais oportuno para que se revertam essas pendências históricas. Não há país desenvolvido no mundo que não tenha realizado as reformas clássicas, como é, por exemplo, a Reforma urbana, tributária, política, administrativa, fiscal, trabalhista e agrária. Elas são imprescindíveis para que o Brasil alcance um desenvolvimento sólido e sustentával e para melhorar o padrão a qualidade de vida do povo brasileiro. Sem as reformas, jamais resolveremos nossos problemas sociais. Até porque, a cada ano que passa se torra mais e mais dinheiro público para tentar minimizar problemas que se rosolveriam absolutamente com as reformas, coisa que, aliás, gerou impostos incompatíveis para um adequado desenvolvimento econômico nacional.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-6959754342212825584?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/6959754342212825584/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=6959754342212825584' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/6959754342212825584'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/6959754342212825584'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2009/04/e-hora-de-reforma.html' title='É hora de reforma!'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-6040354490497901025</id><published>2009-03-13T09:24:00.001-03:00</published><updated>2009-03-13T09:26:16.623-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros de Economia'/><title type='text'>A Fábula das Abelhas, de Bernard Mandeville</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Segue abaixo, um dos mais polêmios poemas da história. Uma obra de vital importância dentro do contexto da Economia Clássica, tendo sido comentada, inclusive, por Adam Smith. Dentro de algum tempo, também estaremos postando aqui nosso comentário. Aguardem!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Uma grande colméia, repleta de abelhas,     &lt;br /&gt;Que viviam com luxo e comodidade,      &lt;br /&gt;Porém eram tão famosas por leis e armas      &lt;br /&gt;Quanto por copiosos e precoces enxames,      &lt;br /&gt;Era tida como o grande berço      &lt;br /&gt;Das ciências e da indústria.      &lt;br /&gt;Não havia abelhas que possuíssem governo melhor,      &lt;br /&gt;Maior volubilidade ou menos contentamento;      &lt;br /&gt;Não eram escravas da tirania,      &lt;br /&gt;Nem governadas pela desenfreada Democracia,      &lt;br /&gt;E sim por reis, que não podiam errar,      &lt;br /&gt;Pois seu poder era restrito por leis.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Esses insetos viviam como os homens,     &lt;br /&gt;E todas as nossas ações executavam em miniaturas;      &lt;br /&gt;Faziam tudo o que se faz na cidade,      &lt;br /&gt;E o que é da alçada da espada ou toga,      &lt;br /&gt;Embora os trabalhos engenhosos dos membros minúsculos      &lt;br /&gt;De tão ligeiros escapassem à vista humana.      &lt;br /&gt;Entretanto, não temos máquinas, trabalhadores,      &lt;br /&gt;Navios, Castelos, armas, artífices,      &lt;br /&gt;Ofício, ciência, loja ou instrumento      &lt;br /&gt;Para os quais não possuíssem equivalente;      &lt;br /&gt;Estes, sendo sua língua desconhecida,      &lt;br /&gt;Devem ser chamados com os nomes que damos aos nossos.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Como concessão, entre outras coisas,     &lt;br /&gt;Queriam dados, mas tinham reis,      &lt;br /&gt;E estes tinham guardas, do que se pode, acertadamente,      &lt;br /&gt;Concluir que algum jogo havia,      &lt;br /&gt;A menos que exista um regimento      &lt;br /&gt;De soldados que não pratique nenhum.      &lt;br /&gt;Grandes números abarrotavam a fértil colméia,      &lt;br /&gt;Porém essa multidão fazia com que prosperassem;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Milhões empenhavam-se em satisfazer     &lt;br /&gt;Mutuamente sua cupidez e vaidade,      &lt;br /&gt;Enquanto outros milhões labutavam      &lt;br /&gt;Para ver destruídas suas obras.      &lt;br /&gt;Abasteciam metade do universo,      &lt;br /&gt;Porém tinham mais trabalho que trabalhadores.      &lt;br /&gt;Alguns, com grande capital e pouco esforço,      &lt;br /&gt;Lançavam-se a negócios de fabulosos lucros;      &lt;br /&gt;Outros estavam condenados à foice e à espada,      &lt;br /&gt;E a todos esses árduos e cansativos ofícios      &lt;br /&gt;Nos quais, voluntariamente, desgraçados suam dia após dia,      &lt;br /&gt;Esgotando as forças e os membros para poderem comer,&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Enquanto outros se dedicavam a mistérios     &lt;br /&gt;Aos quais poucos encaminhavam aprendizes,      &lt;br /&gt;Que não requeriam outro cabedal senão o descaramento,      &lt;br /&gt;E podiam estabelecer-se sem um centavo sequer,      &lt;br /&gt;Como trapaceiros, parasitas, gigolôs, jogadores,      &lt;br /&gt;Punguistas, falsários, charlatães, adivinhos      &lt;br /&gt;E todos os que, inimigos      &lt;br /&gt;Do trabalho honesto, astuciosamente      &lt;br /&gt;Convertiam em seu próprio benefício      &lt;br /&gt;O trabalho do afável e incauto próximo.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;A esses chamavam velhacos, mas exceto pelo nome,     &lt;br /&gt;Os austeros industriosos eram iguais;      &lt;br /&gt;Todos os negócios e cargos tinham algo de desonesto,      &lt;br /&gt;Nenhuma profissão era isenta de embustes.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Os advogados, cuja arte tinha por base     &lt;br /&gt;Suscitar contendas e dividir causas,      &lt;br /&gt;Opunham-se a todos os registros, pois as trapaças      &lt;br /&gt;Poderiam dar mais trabalho com propriedades hipotecadas,      &lt;br /&gt;Como se fosse ilegal que o patrimônio de alguém      &lt;br /&gt;Fosse conhecido sem uma ação judicial.      &lt;br /&gt;Postergavam deliberadamente as audiências,      &lt;br /&gt;Para embolsar polpudos honorários,      &lt;br /&gt;E, para defender uma causa iníqua,      &lt;br /&gt;Examinavam e observavam as leis,      &lt;br /&gt;Como ladrões que espreitam lojas e casas      &lt;br /&gt;Para descobrir qual o seu ponto fraco.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Médicos valorizavam fama e riqueza     &lt;br /&gt;Acima da saúde dos depauperados pacientes      &lt;br /&gt;Ou de sua própria habilidade; a maior parte estudava,      &lt;br /&gt;Em vez de as regras da arte,      &lt;br /&gt;Olhares graves e pensativos e atitudes apáticas,      &lt;br /&gt;Para ganhar a simpatia do boticário      &lt;br /&gt;E elogios das parteiras, sacerdotes      &lt;br /&gt;E todos os que lidavam com nascimentos e funerais,      &lt;br /&gt;Suportar a incessante tagarelice da tribo,      &lt;br /&gt;E ouvir a tia da dona da casa prescrever,      &lt;br /&gt;Com um sorriso afetado e um cortês “como vai?”      &lt;br /&gt;Para bajular toda a família      &lt;br /&gt;E, o que é o pior de todos os tormentos,      &lt;br /&gt;Agüentar a impertinência das enfermeiras.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Entre os muitos sacerdotes de Júpiter,     &lt;br /&gt;Contratados para invocar as bênçãos do céu,      &lt;br /&gt;Alguns havia sábios e eloqüentes,      &lt;br /&gt;Mas milhares lascivos e ignorantes;      &lt;br /&gt;Contudo, todos preenchiam os requisitos que podiam ocultar      &lt;br /&gt;Sua preguiça, luxúria, avareza e orgulho,      &lt;br /&gt;Pelos quais eram tão famosos quanto alfaiates      &lt;br /&gt;Por sonegar retalhos e marinheiros por rum.      &lt;br /&gt;Alguns, magros e pobremente vestidos,      &lt;br /&gt;Rezavam misticamente por pão,      &lt;br /&gt;Com isso querendo dizer uma farta despensa,      &lt;br /&gt;Contudo, literalmente, não recebiam nada além.      &lt;br /&gt;E, enquanto esses santos labutadores passavam fome,      &lt;br /&gt;Alguns preguiçosos a quem serviam      &lt;br /&gt;Abandonavam-se ao ócio, com todas as graças      &lt;br /&gt;Da saúde e da fartura nas faces.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Os soldados, que eram forçados a lutar,     &lt;br /&gt;Se sobrevivessem, auferiam honrarias,      &lt;br /&gt;Embora alguns, que se esquivavam de brigas sangrentas,      &lt;br /&gt;Houvessem sido feridos na fuga.      &lt;br /&gt;Alguns generais valentes combatiam os inimigos,      &lt;br /&gt;Outros aceitavam suborno para deixa-los escapar;      &lt;br /&gt;Alguns aventuravam-se sempre onde a luta era mais renhida,      &lt;br /&gt;Perdiam ora uma perna, ora um braço,      &lt;br /&gt;Até que, totalmente inválidos, eram postos de lado,      &lt;br /&gt;E viviam com a metade do soldo,      &lt;br /&gt;Enquanto outros nunca apareciam no campo de batalha,      &lt;br /&gt;E ficavam em casa recebendo em dobro.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Seus reis eram servidos, porém astutamente     &lt;br /&gt;Logrados pelo seu próprio ministério;      &lt;br /&gt;Muitos, que pelo seu bem-estar arduamente trabalhavam,      &lt;br /&gt;Roubavam a própria coroa a quem salvavam;      &lt;br /&gt;As pensões eram pequenas, e eles viviam à larga,      &lt;br /&gt;Porém jactavam-se de sua honestidade,      &lt;br /&gt;Chamando, sempre que extrapolavam seus direitos,      &lt;br /&gt;Gratificação a seu logro matreiro;      &lt;br /&gt;E, quando entendiam seu jargão,      &lt;br /&gt;Mudavam o nome para emolumento,      &lt;br /&gt;Relutantes em ser concisos ou explícitos      &lt;br /&gt;Com tudo o que se referisse a ganhos;      &lt;br /&gt;Pois não havia abelha que não quisesse      &lt;br /&gt;Ganhar mais, não direi, do que merecia,      &lt;br /&gt;Porém do que ousava permitir que soubessem      &lt;br /&gt;Aqueles que lhes pagavam, como jogadores      &lt;br /&gt;Que, embora jogando limpo, nunca revelam      &lt;br /&gt;Aos perdedores o quanto ganharam.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Mas quem pode enumerar todas as suas fraudes?     &lt;br /&gt;O próprio material que na rua      &lt;br /&gt;Vendiam como esterco para enriquecer o solo,      &lt;br /&gt;Freqüentemente, como descobria o comprador,      &lt;br /&gt;Era sofisticado com um quarto      &lt;br /&gt;De pedras e argamassa imprestáveis,      &lt;br /&gt;Embora pouca razão tivesse para queixar-se      &lt;br /&gt;Aquele que também vendia gato por lebre.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;A própria Justiça, célebre pela equanimidade     &lt;br /&gt;Embora cega não perdera o tato;      &lt;br /&gt;Sua mão esquerda, que deveria sustentar a balança,      &lt;br /&gt;Deixara-a muitas vezes pender, subornada com ouro;      &lt;br /&gt;E, conquanto parecesse imparcial,      &lt;br /&gt;Quando se tratava de punição corporal,      &lt;br /&gt;Alardeava seguir curso regular      &lt;br /&gt;Em assassinatos e todos os crimes violentos,      &lt;br /&gt;Porém alguns, primeiro mandados ao pelourinho por desonestidade,      &lt;br /&gt;Eram enforcados na própria corda com que haviam sido açoitados.      &lt;br /&gt;Contudo, pensava-se, a espada que ela empunhava      &lt;br /&gt;Reprimia apenas os pobres e desesperados      &lt;br /&gt;Que, impelidos por mera necessidade,      &lt;br /&gt;Eram amarrados à árvore dos desgraçados      &lt;br /&gt;Por crimes que não mereciam tal destino,      &lt;br /&gt;Senão para proteger os ricos e poderosos.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Assim, o vício imperava em cada parte,     &lt;br /&gt;Embora o todo fosse um paraíso;      &lt;br /&gt;Incensados na paz, temidos na guerra,      &lt;br /&gt;Tinham o respeito dos estrangeiros,      &lt;br /&gt;E, na abundância de riqueza e vidas,      &lt;br /&gt;Eram a força preponderante entre todas as colméias.      &lt;br /&gt;Tais eram as bênçãos daquele estado      &lt;br /&gt;Que seus crimes conspiravam para torna-lo grandioso;      &lt;br /&gt;E a virtude, que com a política      &lt;br /&gt;Aprendera milhares de artifícios sutis,      &lt;br /&gt;Tornara-se, pela feliz influência,      &lt;br /&gt;Amiga do vício, e desde então      &lt;br /&gt;O pior elemento em toda a multidão      &lt;br /&gt;Fazia algo para o bem comum.      &lt;br /&gt;Era essa a estatística que regia      &lt;br /&gt;O todo, do qual cada parte reclamava;      &lt;br /&gt;Isso, como na harmonia musical,      &lt;br /&gt;Conciliava as dissonâncias no geral.      &lt;br /&gt;Grupos diretamente opostos      &lt;br /&gt;Ajudavam-se mutuamente, como por perversidade,      &lt;br /&gt;E a temperança e a sobriedade      &lt;br /&gt;Serviam à embriaguez e à gula.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;A avareza, raiz do mal,     &lt;br /&gt;Esse maldito, perverso, pernicioso vício,      &lt;br /&gt;Era escrava da prodigalidade,      &lt;br /&gt;O pecado nobre; enquanto o luxo      &lt;br /&gt;Empregava um milhão de pobres,      &lt;br /&gt;E o orgulho odioso, mais um milhão.      &lt;br /&gt;A própria inveja e a vaidade      &lt;br /&gt;Eram ministros da indústria;      &lt;br /&gt;Sua extravagância predileta, a volubilidade      &lt;br /&gt;No comer, vestir-se e mobiliar,      &lt;br /&gt;Tornara-se, vício estranho e ridículo,      &lt;br /&gt;A própria roda que movia os negócios.      &lt;br /&gt;Suas leis e seus trajes eram, igualmente,      &lt;br /&gt;Coisas mudáveis,      &lt;br /&gt;Pois, o que em certo momento era bem visto,      &lt;br /&gt;Meio ano depois tornava-se crime.      &lt;br /&gt;Entretanto, enquanto assim alteravam suas leis,      &lt;br /&gt;Sempre encontrando e corrigindo imperfeições,      &lt;br /&gt;Através da inconstância reparavam falhas      &lt;br /&gt;Que a prudência não poderia prever.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Assim, o vício fomentava a engenhosidade     &lt;br /&gt;Que, unida ao tempo e ao trabalho,      &lt;br /&gt;Propiciava as comodidades da vida,      &lt;br /&gt;Seus verdadeiros prazeres, confortos e facilidades,      &lt;br /&gt;A tal ponto que mesmos os pobres      &lt;br /&gt;Viviam melhor que os ricos de outrora,      &lt;br /&gt;E nada mais havia a acrescentar-se.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Como é vã a felicidade dos mortais!     &lt;br /&gt;Tivessem eles noção dos limites da bem-aventurança,      &lt;br /&gt;E de que a perfeição, cá embaixo,      &lt;br /&gt;Está acima do que os deuses podem conceder,      &lt;br /&gt;E os queixosos animais ter-se-iam contentado      &lt;br /&gt;Com ministros e governo.      &lt;br /&gt;Porém eles, a cada sobrevento,      &lt;br /&gt;Como criaturas irremediavelmente perdidas,      &lt;br /&gt;Maldiziam os políticos, o exército, as frotas,      &lt;br /&gt;Enquanto cada um gritava “Abaixo os desonestos!”,      &lt;br /&gt;Apesar de cônscio dos próprios defeitos,      &lt;br /&gt;Dos demais, barbaramente, não tolerava nenhum.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Um, que conseguira patrimônio principesco     &lt;br /&gt;Enganando o patrão, o rei e os pobres,      &lt;br /&gt;Atrevia-se a bradar “Que a terra pereça      &lt;br /&gt;Por todas as suas fraudes!”; e quem pensais”      &lt;br /&gt;Que o patife pregador do sermão censurava?      &lt;br /&gt;A um luveiro, que vendera couro grosseiro por pelica!&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;A menor coisa feita incorretamente,     &lt;br /&gt;Ou que obstasse aos negócios públicos,      &lt;br /&gt;E já todos os velhacos gritavam disfarçadamente:      &lt;br /&gt;“Oh, Deus! Se ao menos houvesse honestidade!”      &lt;br /&gt;Mercúrio sorria ante a imprudência,      &lt;br /&gt;E outros chamavam-na falta de senso,      &lt;br /&gt;Sempre a protestar contra o que amavam.      &lt;br /&gt;Porém, Júpiter, cheio de indignação,      &lt;br /&gt;Finalmente, irritado, jurou livrar      &lt;br /&gt;Da fraude a vociferante colméia. E assim o fez.      &lt;br /&gt;No mesmo momento, ela se foi      &lt;br /&gt;E a honestidade encheu seus corações;      &lt;br /&gt;Revelaram-se-lhes, como na árvore do conhecimento,      &lt;br /&gt;Os crimes dos quais se envergonharam,      &lt;br /&gt;E que então, em silêncio, confessaram,      &lt;br /&gt;Enrubescendo ante sua torpeza,      &lt;br /&gt;Como crianças que, desejando esconder suas faltas,      &lt;br /&gt;Pela cor denunciam os pensamentos,      &lt;br /&gt;Imaginando, ao serem olhados,      &lt;br /&gt;Que os outros vêem o que fizeram.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Porém, oh deuses! Que consternação!     &lt;br /&gt;Quão grande e súbita foi a alteração!      &lt;br /&gt;Em meia hora, no país inteiro,      &lt;br /&gt;A carne caiu um pêni por libra;      &lt;br /&gt;A máscara da hipocrisia despencou,      &lt;br /&gt;Do grande estadista ao palhaço;      &lt;br /&gt;E alguns, tão conhecidos pela aparência afetada,      &lt;br /&gt;Pareceram estranhos com a sua natural.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;O tribunal ficou silencioso a partir de então,     &lt;br /&gt;Pois agora os devedores, voluntariamente, pagavam      &lt;br /&gt;Mesmo o que os credores haviam esquecido,      &lt;br /&gt;E estes desobrigavam os que não podiam saldar as dívidas.      &lt;br /&gt;Os que estavam sem razão calaram-se      &lt;br /&gt;E desistiram dos esfarrapados e vexatórios processos,      &lt;br /&gt;Com o que, já que ninguém prospera menos      &lt;br /&gt;Do que advogados em uma colméia honesta,      &lt;br /&gt;Todos, exceto os que tinham grandes posses,      &lt;br /&gt;Partiram, levando consigo seus tinteiros.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;A justiça enforcou alguns, outros libertou,     &lt;br /&gt;E, após esvaziarem-se as prisões,      &lt;br /&gt;Não mais sendo necessária sua presença,      &lt;br /&gt;Retirou-se com todo o seu cortejo e pompa.      &lt;br /&gt;Na vanguarda marcharam ferreiros, com cadeados e grades,      &lt;br /&gt;Grilhões e portas com chapas de ferro;      &lt;br /&gt;A seguir, carcereiros, guardas e ajudantes;      &lt;br /&gt;Á frente da deusa, a alguma distância,      &lt;br /&gt;Seu fiel ministro principal,      &lt;br /&gt;Dom Algoz, o grande executor da lei,      &lt;br /&gt;Empunhando não a espada imaginária,      &lt;br /&gt;Mas seus próprios instrumentos, o machado e a corda;      &lt;br /&gt;Então, em uma nuvem, a bela de olhos vendados:      &lt;br /&gt;A justiça em pessoa, impelida pelo ar;      &lt;br /&gt;Em volta de sua carruagem, e na retaguarda,      &lt;br /&gt;Seguiram sargentos, esbirros de todas a espécie,      &lt;br /&gt;Beleguins e todos aqueles funcionários      &lt;br /&gt;Que das lágrimas arrancam seu sustento.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Embora vivesse a medicina enquanto houvesse doentes,     &lt;br /&gt;Ninguém prescrevia senão abelhas habilitadas,      &lt;br /&gt;As quais dispersaram-se tanto pela colméia      &lt;br /&gt;Que nenhuma precisava de condução;      &lt;br /&gt;Deixaram de lado controvérsias inúteis e esforçaram-se      &lt;br /&gt;Por livrar os pacientes do sofrimento;      &lt;br /&gt;Abandonaram as drogas produzidas em países desonestos      &lt;br /&gt;E usaram os produtos da sua própria terra,      &lt;br /&gt;Sabendo que os deuses não mandam doenças      &lt;br /&gt;A nações sem remédios.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;O clero despertou da preguiça;     &lt;br /&gt;Não mais delegaram suas incumbências às abelhas auxiliares;      &lt;br /&gt;Isentos de vício, serviram pessoalmente      &lt;br /&gt;Aos deuses, com oração e sacrifício.      &lt;br /&gt;Todos os que eram inaptos, ou sabiam      &lt;br /&gt;Serem dispensáveis seus serviços, retiraram-se;      &lt;br /&gt;Nem havia trabalho para tantos      &lt;br /&gt;(se é que os honestos precisam de algum).      &lt;br /&gt;Somente uns poucos permaneceram com o sumo-sacerdote,      &lt;br /&gt;A quem os demais juraram obediência;      &lt;br /&gt;Ele próprio ocupou-se de assuntos divinos,      &lt;br /&gt;Cedendo a outro os negócios de estado.      &lt;br /&gt;Não escorraçou de sua porta nenhum faminto,      &lt;br /&gt;Nem roubou aos pobres seu salário;      &lt;br /&gt;Em sua casa os esfomeados foram alimentados,      &lt;br /&gt;Os subordinados tiveram pão sem restrições,      &lt;br /&gt;E os viajantes necessitados, cama e comida.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Entre os grandes ministros do rei     &lt;br /&gt;E todos os administradores subalternos      &lt;br /&gt;A mudança foi grande pois, frugalmente,      &lt;br /&gt;Passaram a viver de seu salário.      &lt;br /&gt;Que uma abelha pobre viesse dez vezes      &lt;br /&gt;Pedir o que lhe era devido, uma quantia irrisória,      &lt;br /&gt;E por um escrivão bem pago fosse obrigada      &lt;br /&gt;A dar algo por fora ou nunca receber,      &lt;br /&gt;Seria agora considerado absoluta desonestidade,      &lt;br /&gt;Embora antes fosse prerrogativa.      &lt;br /&gt;Todos os lugares, antes administrados por três,      &lt;br /&gt;Que vigiavam mutuamente suas velhacarias,      &lt;br /&gt;E muitas vezes, por camaradagem,      &lt;br /&gt;Promoviam os roubos uns dos outros,      &lt;br /&gt;Felizmente passaram a ser geridos por um só;      &lt;br /&gt;Com isso, foram-se outros milhares.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Nenhuma honra agora poderia satisfazer-se     &lt;br /&gt;Em viver devendo pelo que gastava;      &lt;br /&gt;Librés ficaram expostas em lojas de penhores,      &lt;br /&gt;Desfizeram-se de carruagens por uma pechincha,      &lt;br /&gt;Venderam cavalos magníficos às parelhas,      &lt;br /&gt;E casas de campo para saldar dívidas.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Evitou-se o gasto inútil tanto quanto a fraude;     &lt;br /&gt;Não mais mantiveram exércitos no exterior;      &lt;br /&gt;Riram-se da estima dos estrangeiros      &lt;br /&gt;E das glórias vãs conseguidas com guerras;      &lt;br /&gt;Lutaram, mas pelo bem da pátria,      &lt;br /&gt;Quando o direito e a liberdade estavam em jogo.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Olhai agora a gloriosa colméia e vede     &lt;br /&gt;Como se conciliam honestidade e negócios:      &lt;br /&gt;O espetáculo terminou; esvaiu-se rapidamente,      &lt;br /&gt;E apresentou-se com face bastante diversa,      &lt;br /&gt;Pois não só foram-se aqueles      &lt;br /&gt;Que somas vultosas gastavam anualmente,      &lt;br /&gt;Mas multidões, que neles tinham seu ganha-pão,      &lt;br /&gt;Foram diariamente forçadas a fazer o mesmo;      &lt;br /&gt;Inutilmente buscara outros ofícios,      &lt;br /&gt;Pois estavam todos superlotados.      &lt;br /&gt;Caiu o preço da terra e das casas;      &lt;br /&gt;Palácios maravilhosos, cujos muros,      &lt;br /&gt;Como os de Tebas, foram feitos para o espetáculo.      &lt;br /&gt;Puseram-se para alugar, enquanto os outrora garridos,      &lt;br /&gt;Bem estabelecidos deuses domésticos ficariam      &lt;br /&gt;Mais satisfeitos em morrer no fogo do que ver      &lt;br /&gt;A modesta inscrição na porta      &lt;br /&gt;Sorrir das soberbas que eles exibiam.      &lt;br /&gt;A construção civil foi aniquilada,      &lt;br /&gt;Não se empregaram mais artífices,      &lt;br /&gt;Nenhum pintor ganhou fama por sua arte,      &lt;br /&gt;Canteiros e entalhadores não se tornaram conhecidos.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Os que permaneceram tornaram-se moderados,     &lt;br /&gt;Esforçaram-se não para gastar, mas para viver,      &lt;br /&gt;E, tendo pago a conta da taverna,      &lt;br /&gt;Resolveram lá não mais entrar.      &lt;br /&gt;Nenhuma ex-noiva de taverneiro em toda a colméia      &lt;br /&gt;Pôde, então, usar tecidos de ouro e prosperar,      &lt;br /&gt;Nem perdulários adiantar tão grandes quantias      &lt;br /&gt;Para borgonhas e verdascos.      &lt;br /&gt;Foi-se o cortesão que com sua querida,      &lt;br /&gt;Diariamente ali jantava um banquete de natal,      &lt;br /&gt;Gastando, em duas horas de estada,      &lt;br /&gt;O que sustentaria o dia todo uma tropa de cavalaria.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;O arrogante Cloé, que para viver à grande,     &lt;br /&gt;Fizera seu marido roubar ao Estado,      &lt;br /&gt;Agora, contudo, vendeu sua mobília,      &lt;br /&gt;Que fora saqueada nas Índias,      &lt;br /&gt;Reduziu o dispendioso cardápio,      &lt;br /&gt;E usou um ano inteiro os mesmo trajes duráveis:      &lt;br /&gt;A era da futilidade e do capricho passou,      &lt;br /&gt;E as roupas, bem como as modas, permaneceram.      &lt;br /&gt;Tecelões que produziam ricos brocados      &lt;br /&gt;E todos os ofícios subordinados      &lt;br /&gt;Extinguiram-se. Ainda reinava a paz e a abundância,      &lt;br /&gt;E tudo era barato, porém simples.      &lt;br /&gt;A bondosa Natureza, livre do jugo dos jardineiros,      &lt;br /&gt;Concedia todos os frutos no seu próprio tempo;      &lt;br /&gt;Contudo, raridades não se podia mais obter      &lt;br /&gt;Quando os esforços para consegui-las não eram pagos.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;À medida que minguaram orgulho e luxo,     &lt;br /&gt;Gradativamente deixaram os mares,      &lt;br /&gt;Agora não os mercadores, mas companhias.      &lt;br /&gt;Fecharam fábricas inteiras.      &lt;br /&gt;Todas as artes e ofícios foram abandonados.      &lt;br /&gt;O contentamento, ruína da indústria,      &lt;br /&gt;Fê-lo apreciar seu estoque caseiro      &lt;br /&gt;E não buscar nem cobiçar mais.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Assim, poucos permaneceram na vasta colméia;     &lt;br /&gt;Não puderam manter nem a centésima parte      &lt;br /&gt;Contra as afrontas dos numerosos inimigos,      &lt;br /&gt;A quem, valentemente, enfrentavam,      &lt;br /&gt;Até encontrar algum refúgio bastante fortificado,      &lt;br /&gt;Onde morriam ou defendiam seu território.      &lt;br /&gt;Não houve mercenários em seu exército;      &lt;br /&gt;Bravamente, lutaram eles próprios.      &lt;br /&gt;Sua coragem e integridade      &lt;br /&gt;Foram finalmente coroadas com a vitória.      &lt;br /&gt;Triunfaram, porém não sem custo,      &lt;br /&gt;Pois milhares de abelhas pereceram.      &lt;br /&gt;Calejadas dos árduos trabalhos e exercícios,      &lt;br /&gt;Consideraram vicio a própria comodidade,      &lt;br /&gt;O que aperfeiçoou de tal modo sua moderação.      &lt;br /&gt;Que, para evitar extravagâncias,      &lt;br /&gt;Voaram para uma árvore oca,      &lt;br /&gt;Abençoadas com satisfação e honestidade.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-6040354490497901025?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/6040354490497901025/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=6040354490497901025' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/6040354490497901025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/6040354490497901025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2009/03/fabula-das-abelhas-de-bernard.html' title='A Fábula das Abelhas, de Bernard Mandeville'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-7201298357156045902</id><published>2009-03-09T13:16:00.001-03:00</published><updated>2009-03-11T22:26:59.119-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política Econômica'/><title type='text'>O assalto histórico ao sonho de Brasil</title><content type='html'>&lt;h1&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/h1&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Márcio Pochmann, economista, presidente do Ipea, disse recentemente que, segundo estudos realizados no Instituto, se o Brasil tivesse mantido política econômica do governo Vargas, hoje seria a 3ª maior economia do mundo, logo atrás dos EUA e Japão e à frente da Alemanha. “O Brasil foi o segundo país do mundo que mais cresceu no período compreendido de 1890 a 1980. Esse crescimento produtivo nos retirou da posição de sermos a 56ª economia do mundo para, em 1980, nos tornarmos a oitava. E isso foi feito pela persistência e a disciplina dos que nos antecederam, que possuíam uma visão do Brasil”, explicou.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; A Revolução de 1930, que levou Getúlio Vargas ao poder, encaminhou conjuntamente o Brasil a construir uma nova ideologia que tinha por meta superar o Brasil rural, empreender o desenvolvimento nacional e expandir o mercado interno. “Foi uma trajetória de sucesso, do ponto de vista da expansão das bases materiais da economia nacional. Evidentemente, vieram também os problemas, porque o país não fez as reformas clássicas do capitalismo, como a reforma agrária, a reforma tributária e a reforma urbana”, complementou Pochmann.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/SbVA5yg6tdI/AAAAAAAAAJ0/ZpPircN1o2A/s1600-h/20071107_brasilia_ipea_marcio_pochmann_590%5B12%5D.jpg"&gt;&lt;img title="20071107_brasilia_ipea_marcio_pochmann_590" style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="180" alt="20071107_brasilia_ipea_marcio_pochmann_590" src="http://lh4.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/SbVA7axFceI/AAAAAAAAAJ4/lE0cnEJQh_s/20071107_brasilia_ipea_marcio_pochmann_590_thumb%5B10%5D.jpg?imgmax=800" width="240" align="left" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Lembra que, por não ter feito também essas reformas, o Brasil continua sendo um país onde os ricos pagam, proporcionalmente, quase 60% a menos em impostos do que a classe mais pobre e que ainda não fez as reformas do bem-estar social. “Alguns segmentos foram muito mais privilegiados do que outros”, reconheceu. No entanto, Pochmann calcula, baseado nos estudos que fez, que se tivesse sido mantida a mesma política econômica da Era Vargas, hoje o Brasil, com uma carga tributária bem menor, de 22% do produto interno bruto (PIB), teria uma receita três vezes maior do que a que hoje arrecada, com uma carga tributária de quase 40% do PIB. Além disso, ele sustenta que, mantida a linha varguista, o Brasil poderia ter agora de 80 a 90% dos trabalhadores sob a proteção da CLT, enquanto que hoje tem apenas um terço dos trabalhadores sob esta condição, também nascida na Era Vargas. A essa altura da entrevista, Pochmann lembrou Celso Furtado e citou o economista já falecido, que em 2004 afirmou que “nunca estivemos tão longe de ser o país que poderíamos ser”.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Para Pochmann, “se não traçarmos uma estratégia clara e competente, mais dia ou menos dia seremos inapelavelmente internacionalizados”, lembrando que o exemplo da Vale do Rio Doce, criada como empresa estatal na Era Vargas, deve ser considerado para que, como país, revisemos nossos modelos. O presidente do Ipea concorda que momentos de crise mundial podem também representar oportunidades para que países com grande potencial de crescimento, caso do Brasil, reposicionem-se política e estrategicamente, e aproveitem as crises para crescer. “Foi o que fizemos na crise capitalista de 1929, pois a revolução de 30 representou uma inversão de políticas estratégicas, priorizando o desenvolvimento nacional e deslanchando o mercado interno”, recupera.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; O mesmo exemplo teria ocorrido na crise do petróleo, em 1973, quando o Brasil elaborou o Plano Nacional de Desenvolvimento (PND) e, no mesmo período constituiu o Pró-Álcool. “Na crise atual, também há oportunidade para o Brasil se colocar”, ressaltando que, agora, no segundo governo Lula, está sendo reorganizada uma maioria política para dar sustentação à elaboração de um pensamento estratégico de longo prazo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Pochmann apontou a crise da dívida externa em 1980 – imposta pela oligarquia financeira mundial – como o fator político determinante para a desconstrução daquela maioria política desenvolvimentista organizada pela Revolução de 1930, quando a prioridade da política econômica passa a ser o controle da inflação.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; “O Brasil dos anos de 1970 e 1980 tinha um modelo de desenvolvimento baseado nas empresas estatais que produziam tecnologia. Era um tripé: o capital externo, o capital nacional e o setor produtivo estatal. Mas o capital externo não trouxe produção de conhecimento, isto foi feito no setor estatal. Petrobras, Telebrás, Mineração, Vale do Rio Doce, tudo vem da visão estratégica montada lá atrás, na Era Vargas”, destacou.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Com a crise da dívida externa nos anos de 1980, surge a visão equivocada que tem como lema “quanto menos Estado, maior seria o setor privado”. “Nada disso aconteceu. A redução do Estado resultou em menor setor privado nacional, a saída do Estado expandiu o capital externo”, avalia, lembrando que as 500 maiores empresas que atuavam no Brasil em 1980 eram dois terços de empresas nacionais privadas ou estatais, uma situação que hoje se modificou para apenas 50% de capital nacional, enquanto o capital externo avançou para dominar metade da economia brasileira.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; “Transferimos 15% do PIB para o capital internacional e criamos uma nova dependência”, disse. Condição que pode ser evidenciada ao se analisar o setor de patentes. Enquanto o setor acadêmico nacional e tecnológico é responsável por 2% da produção de conhecimento científico internacional, temos apenas 0,2% das patentes mundiais, ao passo que países como China, Malásia, Índia e Coréia do Sul, com forte participação do Estado, aumentaram significativamente sua participação nas patentes em nível internacional, argumentou o presidente do Ipea, órgão que está coordenando um trabalho para uma nova política estratégica para o Brasil, sustentada nas novas condições políticas surgidas no segundo governo Lula, o que explicaria a sua própria presença na direção da entidade, tão importante para o país.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-7201298357156045902?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/7201298357156045902/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=7201298357156045902' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/7201298357156045902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/7201298357156045902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2009/03/o-assalto-historico-ao-sonho-de-brasil.html' title='O assalto histórico ao sonho de Brasil'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/SbVA7axFceI/AAAAAAAAAJ4/lE0cnEJQh_s/s72-c/20071107_brasilia_ipea_marcio_pochmann_590_thumb%5B10%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-2372467351650449935</id><published>2009-03-01T01:45:00.002-03:00</published><updated>2009-03-01T01:49:15.057-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros de Economia'/><title type='text'>Coleção "Os Economistas" para Download</title><content type='html'>&lt;p&gt;A seguir, link para download de um pacote contendo as seguintes obras:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Adam Smith - A Riqueza das Nacoes - Investigação sobre sua natureza e suas causas. Vol. I &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Adam Smith - A Riqueza das Nacoes - Investigação sobre sua natureza e suas causas. Vol. II &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Afrânio Mendes Catani - América Latina Impasses E Alternativas &lt;/li&gt;&lt;li&gt;David Ricardo - Princípios De Economia Política E Tributação &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Gunnar Myrdal - Aspectos Politicos Da Teoria Economica &lt;/li&gt;&lt;li&gt;John A Hobson - A Evolucao Do Capitalismo Moderno &lt;/li&gt;&lt;li&gt;John Maynard Keynes - A Teoria Geral Do Emprego, Do Juro E Da Moeda &lt;/li&gt;&lt;li&gt;John Stuart Mill - Princípios de Economia Política &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Joseph Alois Schumpeter - Teoria Do Desenvolvimento Econômico &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Karl Marx - O Capital - Crítica da Economia Política, Vol I &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Karl Marx - O Capital - Crítica da Economia Política, Vol II &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Léon Walras - Compêndio dos elementos de Economia Política Pura &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Max Weber - Textos Selecionados &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Michal Kalecki - Teoria da Dinâmica Econômica &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Paul Anthony Samuelson - Fundamentos Da Análise Econômica &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Piero Srafa - Produção de Mercadorias por Meio de Mercadorias &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Thomas Robert Malthus - Princípios De Economia Política &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Vilfredo Pareto - Manual de Economia Política &lt;/li&gt;&lt;li&gt;W. Stanley Jevons - A Teoria Da Economia Politica&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;ATENÇÃO: Respeite os direitos autorais! Utilize essas obras apenas para sua pesquisa e depois apague o arquivo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a title="http://www.4shared.com/file/56932621/f1d0741e/19livros_osEconomistas.html" href="http://www.4shared.com/file/56932621/f1d0741e/19livros_osEconomistas.html" target="_blank"&gt;DOWNLOAD AQUI&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-2372467351650449935?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/2372467351650449935/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=2372467351650449935' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/2372467351650449935'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/2372467351650449935'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2009/03/livros-de-economia-para-download.html' title='Coleção &quot;Os Economistas&quot; para Download'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-5285151145926373671</id><published>2009-02-28T14:12:00.001-03:00</published><updated>2009-03-13T09:30:34.498-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História Econômica'/><title type='text'>Carta-Testamento de Getúlio Vargas</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Mais uma vez, as forças e os interesses contra o povo coordenaram-se novamente e se desencadeiam sobre mim.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Não me acusam, insultam; não me combatem, caluniam e não me dão o direito de defesa. Precisam sufocar a minha voz e impedir a minha ação, para que eu não continue a defender, como sempre defendi, o povo e principalmente os humildes. Sigo o destino que me é imposto.&amp;#160; Depois de decênios de domínio e espoliação dos grupos econômicos e financeiros internacionais, fiz-me chefe de uma revolução e venci. Iniciei o trabalho de libertação e instaurei o regime de liberdade social. Tive de renunciar. Voltei ao Governo nos braços do povo. A campanha subterrânea dos grupos internacionais aliou-se à dos grupos nacionais revoltados contra o regime de garantia do trabalho. A lei de lucros extraordinários foi detida no Congresso. Contra a justiça da revisão do salário mínimo se desencadearam os ódios. Quis criar a liberdade nacional na potencialização das nossas riquezas através da Petrobrás, mal começa esta a funcionar, a onda de agitação se avoluma. A Eletrobrás foi obstaculizada até o desespero. Não querem que o trabalhador seja livre. Não querem que o povo seja independente.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Assumi o Governo dentro da espiral inflacionária que destruía os valores de trabalho. Os lucros das empresas estrangeiras alcançaram até 500% ao ano. Na declaração de valores do que importávamos existiam fraudes constatadas de mais de 100 milhões de dólares por ano. Veio a crise do café, valorizou-se o nosso principal produto. Tentamos defender seu preço e a resposta foi uma violenta pressão sobre a nossa economia a ponto de sermos obrigados a ceder. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Tenho lutado mês a mês, dia a dia, hora a hora, resistindo a uma pressão constante, incessante, tudo suportando em silêncio, tudo esquecendo a mim mesmo, para defender o povo que agora se queda desamparado. &lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/Salwdey5rTI/AAAAAAAAAJk/eQrIvLvLi84/s1600-h/Cartazes%20Getulio%20Morte%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;img title="Cartazes%20Getulio%20Morte" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-left: 0px; margin-right: 0px; border-bottom: 0px" height="240" alt="Cartazes%20Getulio%20Morte" src="http://lh3.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/SalweBRJ7NI/AAAAAAAAAJo/5a2FJxjVHmY/Cartazes%20Getulio%20Morte_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800" width="173" align="left" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Nada mais vos posso dar a não ser meu sangue. Se as aves de rapina querem o sangue de alguém, querem continuar sugando o povo brasileiro, eu ofereço em holocausto a minha vida. Escolho este meio de estar sempre convosco. Quando vos humilharem, sentireis minha alma sofrendo ao vosso lado. Quando a fome bater à vossa porta, sentireis em vosso peito a energia para a luta por vós e vossos filhos. Quando vos vilipendiarem, sentireis no meu pensamento a força para a reação. Meu sacrifício vos manterá unidos e meu nome será a vossa bandeira de luta. Cada gota de meu sangue será uma chama imortal na vossa consciência e manterá a vibração sagrada para a resistência. Ao ódio respondo com o perdão. E aos que pensam que me derrotaram respondo com a minha vitória. Era escravo do povo e hoje me liberto para a vida eterna. Mas esse povo de quem fui escravo não mais será escravo de ninguém. Meu sacrifício ficará para sempre em sua alma e meu sangue será o preço do seu resgate.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Lutei contra a espoliação do Brasil. Lutei contra a espoliação do povo. Tenho lutado de peito aberto. O ódio, as infâmias, a calúnia não abateram meu ânimo. Eu vos dei a minha vida. Agora ofereço a minha morte. Nada receio. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na história.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;Getúlio Vargas&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Rio de Janeiro, 24 de agosto de 1954&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-5285151145926373671?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/5285151145926373671/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=5285151145926373671' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/5285151145926373671'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/5285151145926373671'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2009/02/carta-testamento-de-getulio-vargas.html' title='Carta-Testamento de Getúlio Vargas'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/SalweBRJ7NI/AAAAAAAAAJo/5a2FJxjVHmY/s72-c/Cartazes%20Getulio%20Morte_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-2315396114627938898</id><published>2009-01-11T00:47:00.001-02:00</published><updated>2009-03-01T01:18:24.348-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política Econômica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pensamento Político e Econômico'/><title type='text'>Nacionalismo de Esquerda X Nacionalismo de Direita</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Há uma longa e íngreme distância entre essas duas formas de nacionalismo. Não que o sentimento de amor e dedicação à pátria possa ter discrepâncias, mas a forma de entender e conduzir esse sentimento traduzido na forma de política pública é que é&amp;#160; completamente diferente – isso para não dizer que um é o oposto do outro. O nacionalismo de direita – aquele com suspeitas de fascismo – costuma ignorar a política econômica: talvez de tanto perseguir comunistas, acaba esquecendo que o sistema é capitalista; na verdade, um governo nacionalista de direita centra seus esforços demasiadamente na tentativa de impor ordem moral na sociedade – é como um pai que criou mal seu filho e, portanto, agora precisa obrigá-lo a agir de maneira digna. Conseqüentemente, tal modelo torna-se incapaz de promover reformas e políticas adequadas para a grandeza da nação, simplesmente acabam seguindo modelos econômicos ortodoxos mal concebidos que só causa mais e mais espoliação internacional, só traz mais e mais domínio econômico de países mais avançados sobre a nação. Em outras palavras, o nacionalismo de direita chega a ser até bonito no dia-a-dia: todos cantando o hino nacional, a bandeira tremula cá e acolá, as forças armadas estão bem equipadas, enfim; mas na essência, esse modelo só desgasta a nação porque não toca a fundo naquilo que realmente é importante para o bem geral da nação: a política econômica adequada; sua deixa para liberalizar a economia é um prato cheio para o imperialismo das nações mais adiantadas. Esse modelo de nacionalismo de direita é um grande conhecido nosso: é o modelo implantado pela ditadura militar. Após o fim da ditadura, com as eleições diretas em 1989, o modelo persistiu, porém parece-me que a palavra nacionalismo foi bem reduzida e a palavra direita foi bem aumentada. Esse novo nacionalismo de direita (mais de direita e menos nacionalismo) foi seguido até o presente momento (11 de janeiro de 2009) por todos os governos que assumiram a presidência da república nesse país, inclusive o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva que não teve coragem de mudar uma vírgula do plano econômico. Esse modelo causou pobreza, fome, miséria, desordem social, corrupção, afavelamento, impostos absurdos, invasão de importados, minimizou o potencial econômico brasileiro, nos manteve subdesenvolvidos e o que é pior: conseguiu – por meio da manipulação midiática de impérios da comunicação – fazer com que o povo aceitasse tudo isso como se fosse algo normal. Arrancou o sonho nacional do coração dos brasileiros.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/SWldwNJJ5uI/AAAAAAAAAIg/Pmf3xrKWNp4/s1600-h/Bandeira%203%5B7%5D.jpg"&gt;&lt;img title="Bandeira 3" style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="240" alt="Bandeira 3" src="http://lh6.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/SWldxANgXOI/AAAAAAAAAIk/LaaJtAZfbF0/Bandeira%203_thumb%5B5%5D.jpg?imgmax=800" width="198" align="left" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Dessa forma, uma coisa é certa: nacionalismo de verdade, é o nacionalismo de esquerda. Esse modelo sabe bem o que quer. A política econômica é prioridade, o trabalhismo, o empreendedorismo a laboriosidade, a soberania nacional são mais que princípios, são doutrinas. Esse modelo é aquele adotado pelos primeiros governos dos EUA que fizeram deste, a maior potência econômica mundial. Claro, é tolice das maiores acreditar que se pode fazer uma nação forte sem ter um modelo econômico eficiente. Nada traz mais resultados positivos na qualidade de vida, na educação, na saúde, na ordem e no progresso do que um elevado grau de emprego e renda e a adequada distribuição dessa renda entre as pessoas. Possivelmente não é por acaso que o Brasil é o país de grandes proporções com a maior disparidade de renda do mundo há mais de 40 anos. Os trabalhadores têm salários míseros, pagam uma carga tributária fora de qualquer racionalidade, recebem serviços com tamanha precariedade que parecem ser oriundos de instituições da idade média e precisam conviver dia após dia com insegurança, bandidagem e ambiente público sujo e mal feito e alarmantemente depredado. O Nacionalismo de Esquerda é a única solução para fomentar a industrialização maciça, a tecnologia, o desenvolvimento de forças produtivas nacionais e o máximo aproveitamento da união dessas forças produtivas tal como do comércio justo e racional (justo e racional) com outras nações. O Brasil foi esquecido há quase 45 anos atrás, mas há de chegar o dia em que a nação brasileira terá o que merece: justiça, igualdade e liberdade. Basta seguir o modelo adequado.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-2315396114627938898?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/2315396114627938898/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=2315396114627938898' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/2315396114627938898'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/2315396114627938898'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2009/01/nacionalismo-de-esquerda-x-nacionalismo.html' title='Nacionalismo de Esquerda X Nacionalismo de Direita'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/SWldxANgXOI/AAAAAAAAAIk/LaaJtAZfbF0/s72-c/Bandeira%203_thumb%5B5%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-4826310843042068152</id><published>2008-12-10T12:19:00.001-02:00</published><updated>2009-03-13T09:30:54.788-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História Econômica'/><title type='text'>Hino à morte de Vargas</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; O Blog &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Economia Política Brasileira&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; relembra um dos mais importantes hinos políticos do Brasil, que não se encontrava na Internet, mas agora está acessível ao povo e à história do Brasil. O Hino lembra com tristeza a morte de Getúlio Vargas (1954), e foi criado como voto de confiança em João Goulart (Jango) como herdeiro do legado de Vargas e como novo comandante do trabalhismo brasileiro. Confira abaixo:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Avante, avante, meus irmãos brasileiros.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Avante, avante, com muita garantia.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Marchemos firmes pela vitória,&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Nesse nosso Brasil que em todos nós confia.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Marchemos sempre bem solutos,&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Com bravura, confiança e alegria,&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Tendo à nossa frente Jango, &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Com a bandeira da democracia.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Getúlio partiu&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Para além, mas deixou,&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;De sua bravura um herdeiro.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Marchemos com a força&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Do legado heróico, &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Lutar pelo povo brasileiro.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Trabalhistas avante, &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Marchemos com Jango,&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Esse soldado altaneiro,&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;O nosso heróico comandante,&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Do trabalhismo brasileiro.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Getúlio partiu&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Para além, mas deixou,&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;De sua bravura um herdeiro.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Marchemos com a força&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Do legado heróico, &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Lutar pelo povo brasileiro.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Trabalhistas avante, &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Marchemos com Jango,&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Desse soldado altaneiro,&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;O nosso heróico comandante,&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Do trabalhismo brasileiro.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-4826310843042068152?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/4826310843042068152/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=4826310843042068152' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/4826310843042068152'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/4826310843042068152'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/12/hino-morte-de-vargas.html' title='Hino à morte de Vargas'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-6696123174089975758</id><published>2008-12-03T11:09:00.001-02:00</published><updated>2009-03-01T01:18:24.348-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política Econômica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pensamento Político e Econômico'/><title type='text'>Keynes, um grande cretino</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Parece engraçado, nós que sempre partilhamos das idéias de Keynes, rotulá-lo de cretino. Pois bem, não é exatamente isso. A frase que intitula essa crônica é de um professor marxista da práxis&amp;#160; (que preservo o nome por questões pouco óbvias). De certa feita, o &lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/STaE9o2YwbI/AAAAAAAAAIY/benggk2Kuhw/s1600-h/john_maynard_keynes_large%5B9%5D.jpg"&gt;&lt;img title="john_maynard_keynes_large" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-left: 0px; margin-right: 0px; border-bottom: 0px" height="240" alt="john_maynard_keynes_large" src="http://lh4.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/STaE-KX1qnI/AAAAAAAAAIc/WAvVuOfoEUU/john_maynard_keynes_large_thumb%5B5%5D.jpg?imgmax=800" width="188" align="left" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; ouvi dizer: “Keynes foi um cretino como todos os outros, mas ele foi&amp;#160; um grande cretino”. A frase, além de cômica, me chamou a atenção. Certamente existem raríssimos marxistas que desejam a continuidade do sistema capitalista, e como Keynes buscava a manutenção desse sistema, dizendo, inclusive, que “não acredita que nenhum outro sistema alternativo pode ser tão eficiente para o progresso da humanidade quanto o sistema capitalista”, então é muito provável que a quase totalidade dos marxistas considerem Keynes mais um “lacaio do capital” entre tantos economistas capitalistas da vertente ideológica que forem, mas percebe-se que mesmo esses marxistas reconhecem a grandeza de Keynes. Dizer que Keynes foi um “grande cretino”, vindo de um marxista, é, antes de insulto, um elogio.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; É possível os marxistas sintam certo rancor de Keynes, pois, não fosse por ele, possivelmente hoje viveríamos num modelo socialista – basta lembrar como o mundo estava abalado na época: a primeira Guerra Mundial (1914-1918), depois a Crise de 1929 e mais tarde a segunda Guerra Mundial (1939-1945), se fizermos uma somatórias desses emblemas, veremos desemprego em massa, fome, miséria, governos sem capacidade fiscal, e a inexistência de um modelo de qualidade que pudesse substituir o modelo de livre-comércio, enfim, um desespero total, que alastrava uma legião de revoluções pelo mundo, como a Revolução soviética em 1917, a ascensão de Hitler em 1933 (e o alastramento do fascismo em diversos países), e até a Revolução chinesa em 1949. É evidente que não fosse a genialidade de Keynes para constituir um modelo eficiente para racionalizar a maneira como a política econômica vinha sendo conduzida até o momento, não fossem as idéias keynesianas, o sistema capitalista teria entrado em colapso. E notem que, quando mais uma vez, nos dias atuais, o horripilante modelo de livre-mercado volta a ser dominante entre os governos e volta a causar a única coisa que pode advir de um modelo irracional, ou seja, a crise, percebam que novamente aparece Keynes para salvar a(s) pátria(s). Os marxistas respeitam Keynes porque ele soube ser racional, descreveu modelos de políticas econômicas eficazes e bem fundamentadas, e, antes de tudo, tinha como ele mesmo dizia, “a humildade dos dentistas” que até hoje falta a muitos dos nossos economistas. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Bom, enfim, é uma pena que os governos costumam esquecer-se de Keynes quando as coisas vão bem, mas aí surge a crise, e, num passe de mágica, plim-plim, todos somos keynesianos (exceto os marxistas, claro). Menos mal, antes tarde do que nunca.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-6696123174089975758?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/6696123174089975758/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=6696123174089975758' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/6696123174089975758'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/6696123174089975758'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/12/keynes-um-grande-cretino.html' title='Keynes, um grande cretino'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/STaE-KX1qnI/AAAAAAAAAIc/WAvVuOfoEUU/s72-c/john_maynard_keynes_large_thumb%5B5%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-8776215771575044684</id><published>2008-11-26T01:03:00.003-02:00</published><updated>2009-03-01T01:13:57.999-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise'/><title type='text'>O que fazer contra a crise?</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; O Brasil perdeu recentemente dois grandes instrumentos que são vitais para evitar o aprofundamento da crise. Perdê-los foi, não só um erro, mas uma irracionalidade total da parte de quem os fez extintos. Esses instrumentos precisam voltar.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; O primeiro erro foi permitir que as empresas exportadoras mantivessem o dinheiro oriundo das exportações em contas no exterior. Isso não pode continuar acontecendo porque, além de restringir a entrada dessas divisas que fazem parte da nossa balança comercial, e, portanto, não podem ser deixadas ao bel prazer em outros países (para a felicidade deles), também favorece inevitavelmente a especulação contra o Real, ou seja, se a empresa sabe que os seus Dólares precisam obrigatoriamente vir rapidamente para o Brasil, onde serão obrigatoriamente convertidos em Reais pelo BC, e, portanto farão parte do seu patrimônio, as empresas jamais irão apostar contra o Real porque isso passa a ferir o seu próprio patrimônio, mas mantendo os Dólares em outros países, pouco lhe importará as flutuações diárias no câmbio – elas vão esperar até que o Real esteja bastante depreciado para então resgatar esse dinheiro.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; O segundo mecanismo que precisa ser resgatado se trata do controle do fluxo de capitais. Um bom modelo a seguir é a “Lei dos lucros extraordinários” idealizada no segundo governo de Getúlio Vargas, que visa limitar o envio de lucros e capital das multinacionais às suas matrizes no exterior. Isso é importante para que o Brasil não sofra tanto com a falta de liquidez na economia, pois é muito comum nesses momentos de crise, que as multinacionais passem a enviar tudo o podem para evitar a falência da matriz. Isso acaba desvalorizando cada vez mais o Real (já que elas precisam comprar dólares para remeter) e reduz drasticamente a taxa de poupança (que acaba reduzindo o crédito interno) e reduz, principalmente, o investimento que essas empresas poderiam estar fazendo no Brasil.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Além dessas duas medidas, o governo deve criar um plano financeiro que aumente a renda das famílias mais pobres para que elas consumam mais – todos nós sabemos que consumo é essencial para o crescimento econômico. E esse adicional de renda tem que ser para as famílias mais pobres porque elas estão menos propensas a poupar, ou seja, gastam praticamente tudo que ganham, e em momentos de crise, sem desconsiderar a importância da poupança, é mais necessário que as famílias gastem do que poupem. Na verdade, a base desse plano já existe: é o Bolsa-família – já está tudo pronto, é só injetar mais dinheiro e aumentar o número de famílias atendidas, nem precisa ser aprovado pelo Congresso.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Aliás, os gastos do governo são importantes para manter uma boa faixa de consumo e investimento, e também para manter o crédito em um bom nível: três coisas que as crises costumam &lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/SS_x3GgaQJI/AAAAAAAAAIQ/2pyUkVwYb34/s1600-h/filadesopa1929%5B9%5D.jpg"&gt;&lt;img title="filadesopa1929" style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="239" alt="filadesopa1929" src="http://lh5.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/SS_x3qaz3BI/AAAAAAAAAIU/6_xMMH52gIw/filadesopa1929_thumb%5B6%5D.jpg?imgmax=800" width="278" align="left" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;atacar&amp;#160; de pronto: se as empresas não investem, se as famílias não consomem, se há fuga de capitais, quem pode manter a economia ativa? Os governos. Se esses problemas não forem combatidos, só se pode esperar a redução da atividade produtiva e consequentemente o desemprego em massa que é o maior mal de uma crise econômica.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Uma das grandes dúvidas também é: manter os juros altos ou baixá-los? Se as medidas que eu citei acima forem seguidas, é bem possível e muito benéfico reduzir os juros, afinal, isso cria maior facilidade para investimentos, reduz os gastos do governo com pagamento dos juros da dívida (podendo transferir esse excedente para outros gastos mais racionais), e preserva mais a renda do povo que transferirá essa economia para o consumo. Mas, se as medidas que eu citei acima forem negligenciadas, então será necessário manter os juros altos para servir de atrativo ao capital estrangeiro, tudo para evitar o sumiço de crédito, a rápida depreciação do Real frente ao Dólar e o assalto às nossas reservas internacionais.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Essas são as medidas imediatas e urgentes que precisam ser tomadas; elas ajudam a contornar a crise – vejam que eu não disse resolver o problema, mas contorná-lo. Para resolver o problema, a história é mais complicada ainda, são necessárias medidas regulatórias de médio e longo prazo, e precisam, inclusive, serem medidas globais. Isso veremos em breve aqui no blog &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Economia Política Brasileira&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Acompanhe.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-8776215771575044684?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/8776215771575044684/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=8776215771575044684' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/8776215771575044684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/8776215771575044684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/11/o-que-fazer-contra-crise.html' title='O que fazer contra a crise?'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/SS_x3qaz3BI/AAAAAAAAAIU/6_xMMH52gIw/s72-c/filadesopa1929_thumb%5B6%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-4187081450766492680</id><published>2008-11-19T08:56:00.001-02:00</published><updated>2009-03-01T01:02:55.251-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História Econômica'/><title type='text'>O Brasil suportaria mais 8 anos de FHC?</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;O artigo que você vai ler a seguir não é uma publicação nossa. O blog &lt;strong&gt;Economia Política Brasileira&lt;/strong&gt; entendeu ser de grande importância a vinculação do mais recente artigo de Emir Sader, também publicado pelo site “Vermelho”, pela “Agência Carta Maior” e pelo blog “Conversa Afiada” do Paulo H. Amorim. Acompanhe:&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; O que seria do Brasil se Serra tivesse sido eleito, para dar continuidade ao governo FHC? Como o Brasil teria sofrido a crise atual, caso as orientações do bloco tucano-pefelista tivessem prevalecido?&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; A aliança tucano-pefelista assumiu o governo em 1994, com FHC, prometendo que a estabilização monetária resolveria todos os grandes problemas do Brasil: inflação, divida pública, estagnação econômica, atraso na modernização do país, desemprego, poder aquisitivo dos salários, etc. etc. Era um bloco novo no Brasil, em que um partido que se dizia social-democrata, formava uma coalizão com um partido originário da ditadura (cuja mudança, novamente, de nome, não permite disfarçar sua origem, de que seus caciques são testemunhas: Borhnausen, ACM, Marco Maciel, Garibaldi Alves e outros que o dirigem atualmente), para aplicar o programa do FMI, do Banco Mundial e da OMC, que já estava sendo aplicado por Menem na Argentina, pelo PRI no México, por Carlos Andrés Perez na Venezuela, entre outros.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; FHC reelegeu-se, quatro anos depois, com toda a urgência, porque o Brasil estava de novo quebrado nas mãos de sua equipe econômica, Pedro Malan negociava uma nova Carta de Intenções com o FMI – a terceira, em menos de quatro anos, na terceira quebra do país -, pelo que era necessário &lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/SSPw9I3i7yI/AAAAAAAAAIA/wPcLqKI3pYc/s1600-h/serra_fhc%5B7%5D.jpg"&gt;&lt;img title="serra_fhc" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-left: 0px; margin-right: 0px; border-bottom: 0px" height="170" alt="serra_fhc" src="http://lh3.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/SSPw97EstBI/AAAAAAAAAIE/dzzqR_x3zOk/serra_fhc_thumb%5B5%5D.jpg?imgmax=800" width="240" align="right" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;ganhar no primeiro turno, para impedir que o povo soubesse o que saberia poucas semanas depois: a nova falência, a nova Carta, as falcatruas do Banco Central – no caso Marka-Fonte Sindam, pelo qual vários dos diretores daquele Banco estão condenados – e a elevação da taxa de juros a 49% (sic). Tudo feito com todo o apoio da grande imprensa privada – FSP, Veja, Estadão, O Globo. O Brasil foi jogado numa recessão, da qual só saiu recentemente, com profundas feridas daquela política regressiva e anti-popular.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; A quebra por três vezes do país foi conseqüência da política econômica de FHC, apoiada por todos os organismos internacionais, por 3/5 do Congresso – incluído o PMDB, o PPS, o PV, o PP, o PTB – e da grande mídia. O candidato que dizia que “o Estado brasileiro gasta muito e gasta mal”, fez a mágica de transformar a inflação em dívida pública, multiplicando-a por mais de 10 vezes, levando o Estado brasileiro à falência.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Privatizou todo o patrimônio público que conseguiu – da Vale do Rio Doce, empresa líder do seu setor no mundo, vendida a preço que permitiu pagar dois meses da dívida pública, a preço de banana, às telecomunicações, entre tantas empresas -, chegou a fazer com que a Petrobras mudasse de nome para Petrobrax – por 24 horas, teve que retroceder diante da indignação pública -, para tirar-lhe a referência a Brasil, torna-la “empresa global” e favorecer sua privatização, iniciada com a venda de ações da empresa nas Bolsas de São Paulo e de Nova York, depois da quebra do monopólio estatal do petróleo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; O governo tucano-pefelista de FHC promoveu o mais acelerado processo de concentração de renda que o Brasil conheceu em um breve espaço de tempo – de que a transferência de patrimônio publico a mãos privadas foi uma parte essencial – e FHC saiu do governo com a mais baixa avaliação que um presidente havia tido (quando Lula têm 80% de apoio, no seu sexto ano de governo, FHC tinha apenas 18%, quase cinco vezes menos), considerado o “candidato dos ricos”, a quem favoreceu como nunca havia acontecido no Brasil.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; O que seria do Brasil se Serra tivesse sido eleito, para dar continuidade ao governo FHC? Como o Brasil teria sofrido a crise atual, caso as orientações do bloco tucano-pefelista tivessem prevalecido?&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Obs:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Sader promete responder a essas perguntas em outro artigo.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-4187081450766492680?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/4187081450766492680/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=4187081450766492680' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/4187081450766492680'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/4187081450766492680'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/11/o-brasil-suportaria-mais-8-anos-de-fhc.html' title='O Brasil suportaria mais 8 anos de FHC?'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/SSPw97EstBI/AAAAAAAAAIE/dzzqR_x3zOk/s72-c/serra_fhc_thumb%5B5%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-7680129435312118603</id><published>2008-11-15T21:57:00.001-02:00</published><updated>2009-03-01T01:03:07.376-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História Econômica'/><title type='text'>119 anos de República</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Por mais que a história da Proclamação da República nos seja confusa e repleta de fatores que não a colocam como um movimento revolucionário – e o símbolo mais emblemático é a ausência da participação popular, sem esquecer que levou ao poder os mesmos consevadores que antes eram partidários do império –, mesmo assim seu acontecimento é de vital importância para o estabelecimento da liberdade e da participação do povo na política. Certamente teria sido mais vigorante para o Brasil uma verdadeira revolução como foi a Revolução Francesa, mas, enfim, o grande problema é que não havia no Brasil uma burguesia forte e revolucionária como existia na França; na verdade, uma revolução mais emblemática para o país só viria 41 anos depois com Getúlio Vargas; na época da proclamação, o único grupo com força para derrubar a Monarquia, eram os conservadores, que tinham o apoio dos militares, e assim o fizeram.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/SR9h1HxvFMI/AAAAAAAAAH4/lslhvYgY1tE/s1600-h/brazaobrasil%5B6%5D.jpg"&gt;&lt;img title="brazaobrasil" style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="240" alt="brazaobrasil" src="http://lh3.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/SR9h2OfDpyI/AAAAAAAAAH8/iJ-4VY9QHcQ/brazaobrasil_thumb%5B4%5D.jpg?imgmax=800" width="239" align="left" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; A grande questão é o que o movimento republicano&amp;#160; representa para o Brasil, e ele representa seguramente a possibilidade de ação popular, seja pelo voto, seja pela liberdade de expressão, seja pela garantia de um governo comprometido mais com o povo do que interesses de uma minoria. Ele representa o reinado do povo, e não de uma única pessoa. É bem verdade que a história que se seguiu foi muito conturbada, os direitos que deveriam advir de um sistema republicano, foi muitas vezes negado ao povo. Foram anos de manipulação das votações, alternância acordada de poder, golpes contra os governos nacionalistas, ditadura militar, enfim, foram anos obscuros e difíceis para a consolidação do sonho de República democrática e voltada aos interesses nacionais.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; A constituição de 1988 marca uma nova fase da nossa República. Ela é a imagem da República que vivemos hoje, uma república democrática. É certo que ainda temos, por exemplo, uma mídia muito concentrada que não raramente costuma direcionar o resultado das urnas de acordo com os seus interesses, mas o grande consenso, é que agora o povo pode escolher. A partir de agora, o grande desafio para a república brasileira, é exterminar de uma vez por todas os interesses alheios aos interesses da nação que ainda insistem a tomar as rédias do poder em algumas decisões. Falta ao povo brasileiro ter mais voz, ter mais ação. O Brasil não pode ficar fardado a aceitar as decisões que lhe abnegam os direitos que se fazem necessários a consumação da prioridade número um: O bem geral da nação. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; A República ainda não está em sua plenitude no Brasil. As forças anti-democráticas ainda são fortes, as forças neoliberais ainda são mandantes, e isso destroe o sonho nacional, destroe o poder popular. Temos que lutar para manter a República viva e em constante aperfeiçoamento – leia-se democrática, nacionalista e em favor do povo.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-7680129435312118603?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/7680129435312118603/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=7680129435312118603' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/7680129435312118603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/7680129435312118603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/11/119-anos-de-repblica.html' title='119 anos de República'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/SR9h2OfDpyI/AAAAAAAAAH8/iJ-4VY9QHcQ/s72-c/brazaobrasil_thumb%5B4%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-1599420503845069765</id><published>2008-11-04T00:51:00.001-02:00</published><updated>2009-03-01T01:15:30.318-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empresas'/><title type='text'>ITAÚ-UNIBANCO: realidade, utopia ou oportunismo?</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Os grupos Itaúsa e Unibanco, ambos de controle nacional brasileiro, anunciaram hoje (03/11/2008) a fusão das suas operações, ou seja, tornaram-se um único grupo. Embora haja dentro destes grupos diversos ramos de atuação (como a Itautec, &lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/SQ-4vb3NSbI/AAAAAAAAAHg/VAi-rYRRqbk/s1600-h/itau1%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;img title="itau1" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-left: 0px; margin-right: 0px; border-bottom: 0px" height="150" alt="itau1" src="http://lh3.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/SQ-4wVrunwI/AAAAAAAAAHk/CzZB9CtpiuQ/itau1_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800" width="158" align="left" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; de tecnologia, do Itaúsa), a principal operação – e grande motivação do negócio – é a financeira, particularmente a operação bancária de ambos, o Banco Itaú e o Banco Unibanco, cuja fusão resultará, não só no maior banco do país em ativos (R$ 575 bilhões) – ultrapassando o Banco do Brasil (R$ 404 bilhões) e o Bradesco (R$ 349 bilhões) – como também será o maior conglomerado financeiro (somando os bancos, financeiras, seguradoras etc.) do hemisfério sul do planeta e o 20º grupo com maior valor de mercado do mundo. Entre os motivos que levaram os controladores a firmar o negócio, estavam, evidentemente e principalmente, as moviment&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/SQ-4wxivmiI/AAAAAAAAAHo/bL9e2mg56QE/s1600-h/Logo%2520Unibanco%5B7%5D.jpg"&gt;&lt;img title="Logo%20Unibanco" style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="157" alt="Logo%20Unibanco" src="http://lh3.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/SQ-4xf9uymI/AAAAAAAAAHs/mdww_H09ZLg/Logo%2520Unibanco_thumb%5B5%5D.jpg?imgmax=800" width="157" align="right" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;ações dos concorrentes - se é que existe concorrência – como o Banco do&amp;#160; Brasil que vinha incorporando, ou negociando incorporações de bancos públicos estaduais (BESC, Nossa Caixa) e o espanhol Santander que comprara recentemente o Banco Real (Operações do ABN Amro no Brasil), mas, segundo os controladores, a possibilidade de internacionalização e de emergir como uma das grandes instituições financeiras multinacionais na, como diria o presidente Lula, “nova ordem econômica mundial” pós-crise, veio a calhar como um decisivo estímulo a mais.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Restam-nos as dúvidas que intitularam este artigo: realidade, utopia ou oportunismo?&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Oportunismo, isso é óbvio que sim, claro, não poderia deixar de ser: se você vir um banqueiro pulando de uma janela, pule logo atrás, certamente é um bom negócio. Ora, o Itaú e o Unibanco estavam sufocados pelos demais colegas de profissão, agora ganham fôlego na ponteira do mercado, ultrapassando, inclusive, o nosso grande banco público que nunca antes na história desse país havia sido ultrapassado. De certa forma, os controladores, representados por Roberto Setubal (Itaúsa, à esquerda na foto) e Pedro Moreir&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/SQ-4xy8Y5gI/AAAAAAAAAHw/QiUsXYs1k9g/s1600-h/Setubal%20e%20Salles%2C%20do%20ITAU-UNIBANCO%5B12%5D.jpg"&gt;&lt;img title="Setubal e Salles, do ITAU-UNIBANCO" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-left: 0px; margin-right: 0px; border-bottom: 0px" height="186" alt="Setubal e Salles, do ITAU-UNIBANCO" src="http://lh6.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/SQ-4y83THPI/AAAAAAAAAH0/1pOQWNUBzZU/Setubal%20e%20Salles%2C%20do%20ITAU-UNIBANCO_thumb%5B10%5D.jpg?imgmax=800" width="189" align="left" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; a Salles (Unibanco), não mediram esforços em desviar os olhares da sociedade para os problemas da alta concentração do setor bancário no Brasil, e o próprio advento de uma instituição financeira privada maior do que a maior instituição financeira estatal que é o Banco do Brasil. Com frases como &amp;quot;Trata-se de uma instituição financeira com a capacidade de competir no cenário internacional com os grandes bancos mundiais&amp;quot; ou &amp;quot;Nós (Brasil) precisamos de um banco internacional. Esse banco, com uma base de capitalização forte, terá capacidade de financiar as empresas que estão se internacionalizando&amp;quot; e ainda “isso é natural dentro do processo de consolidação vivido pelo setor financeiro&amp;quot;, demonstram como ambos se empenharam em trazer o fato da fusão para um ambiente de aceitação por parte da sociedade, visando, principalmente, a aprovação do Banco Central, da CVM e do CADE, já que sem o consentimento desses três, o negócio não pode acontecer.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Mas, também, além de oportuna, pode ser que a fusão realmente tenha intenção de construir um dos “big business” mundiais. Então, será ótimo para o Brasil, que não tinha nenhum banco com capacidade de ser uma marca mundial. Imaginem um inglês falando “Banco do Brasil” ou “Bradesco”, mas certamente ele pode arriscar “Itaú”, deve ficar mais ou menos “Aitaú”. Não há dúvida que muitos dos grandes bancos da atualidade possam vir a se enfraquecer cada vez mais nos países centrais ou mesmo a falir, como aconteceu com o Lehman Brothers, então, o Itaú tem a chance de aproveitar o nicho de mercado que advir depois de passada a turbulência da atual crise hegemônica para ajudar o Brasil a alcançar uma situação de maior poderio político, militar e econômico no novo cenário internacional. Basta lembrar que o Itaú aparece com capacidade de comprar, e comprar a preço de banana, diversos bancos que passam por dificuldades financeiras nos países ricos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; O Itaú tem experiência suficiente para atuar de forma segura e eficaz em outros mercados caso venha a crescer como promete; a própria fusão com o Unibanco dará experiência suficiente para o sucesso das possíveis compras no exterior. Portanto, só podemos imaginar utopia por parte dos controladores do novo grupo em suas juradas intenções internacionais, se estes não conseguirem desenvolver uma estratégia eficiente de internacionalização, se não souberem resistir aos efeitos da crise ou não se adaptarem ao novo cenário mundial que está por vir.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Agindo da maneira certa, sendo eficiente em suas operações e sendo verdadeiras as intenções internacionais do grupo Itaú-Unibanco S.A., é muito provável que emirja daí – espero – uma das novas multinacionais que figurarão no futuro após a queda da hegemonia norte-americana e européia que aos poucos vai se consumando.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-1599420503845069765?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/1599420503845069765/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=1599420503845069765' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/1599420503845069765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/1599420503845069765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/11/ita-unibanco-realidade-utopia-ou.html' title='ITAÚ-UNIBANCO: realidade, utopia ou oportunismo?'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/_lsCFM7LiwkQ/SQ-4wVrunwI/AAAAAAAAAHk/CzZB9CtpiuQ/s72-c/itau1_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-4972315828457414367</id><published>2008-10-23T23:56:00.001-02:00</published><updated>2009-03-01T01:17:25.774-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política Econômica'/><title type='text'>É preciso vencer o desemprego</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; O desemprego no Brasil - assim como tantos outros problemas sociais - é um caso historicamente crônico. Há momentos de euforia, de crescimento, em que encontrar trabalhadores é uma verdadeira dor-de-cabeça para muitas empresas, ao mesmo passo, há momentos de estagnação, de crise, onde tudo que havia sido conquistado, deslancha ao caos social.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; A última década demonstra bem isso. Ao findar da última crise financeira de proporções globais, em 1998, no governo FHC, o desemprego chegou a atingir os 25% em cidades como São Paulo. Paulatinamente, a economia mundial foi retomando vigor, países como China e Índia começam a melhorar suas condições sociais, e o mundo tem um dos mais prósperos ciclos econômicos da história.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Hoje mesmo (23/10/2008), o IBGE divulgou o índice de desemprego nas seis principais regiões metropolitanas do país, a taxa ficou estável em setembro, em 7,6%, mesmo índice verificado no mês anterior, e em relação a setembro do ano passado reuou 9%, (1,4 ponto percentual a menos). É o melhor resultado para um mês de setembro da história, e o segundo melhor da série, atrás apenas de dezembro de 2007 (7,4%).&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Por via de comparação, nos E.U.A., esse índice não chega a 2%. É bem verdade que em algumas cidades do interior do Brasil, o índice talvez se assemelhe ao estadunidense, mas também é verdade, que as indústrias instaladas nestas cidades, estão ligadas basicamente ao agronegócio exportador, ou seja, o emprego destinado a atender o mercado interno, que por sua vez representa &lt;a href="http://lh3.ggpht.com/jjlseara/SQErUz0q62I/AAAAAAAAAHU/CgnZmd_f9ZU/s1600-h/desemprego%5B8%5D.jpg"&gt;&lt;img title="desemprego" style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="197" alt="desemprego" src="http://lh6.ggpht.com/jjlseara/SQErV2jpwLI/AAAAAAAAAHY/T_ZoeaYCAao/desemprego_thumb%5B6%5D.jpg?imgmax=800" width="256" align="left" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;um cenário econômico sustentável do ponto de vista social, ainda é&amp;#160; refém de um desemprego astronômico de quase 8%. E percebam que esse número alarmante é registrado após anos seguidos de estabilidade, de crescimento mundial, e de 6 anos de um governo “trabalhista” aqui no Brasil. É discutível se o governo atual tenha adotado realmete uma política trabalhista, ou manteve o modelo neoliberal dos seus antecessores, e pelos números evidenciados, embora sejam os melhores já vistos na história desse país, não representam, nem de longe, o ideal para o Brasil.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Agora, temos novamente uma crise internacional, que representa uma nova insegurança para com o futuro, afinal, se, com uma economia aquecida mal chegamos a reduzir o desemprego para estrondosos 8%, só se pode prever que o desemprego irá aumentar nos próximos anos. Por mais que o mercado interno esteja aquecido, enquanto o Brasil viver da exportação de produtos primários, mantendo a política atual de abertura econômica insensata, não se pode ser otimista. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; A solução começa por se aceitar o desemprego como o mais grave problema social brasileiro, e retomar o desenvolvimento com justiça social e estabilidade cujo objetivo seja o pleno emprego. Em outras palavras, proteger o mercado interno da invasão estrangeira, proteger as indústrias nacionais, proteger o trabalhador, proteger o emprego, investir em educação, incentivar o consumo e a instalação de indústrias nacionais, para que dessa forma, nos possamos distanciar da dependência das exportações e então se gere renda e crescimento sustentado a partir de nossas próprias forças produtivas. Pontualmente, só teremos mais empregos se tivermos mais indústrias.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Por fim, cabe dizer que colocar o desemprego como principal problema social é crucial porque se trata de uma política estruturante da solução de outros problemas sociais e econômicos – pobreza, fome, subemprego, marginalidade, concentração de renda, violência, insegurança, dependência. &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-4972315828457414367?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/4972315828457414367/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=4972315828457414367' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/4972315828457414367'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/4972315828457414367'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/10/preciso-vencer-o-desemprego.html' title='É preciso vencer o desemprego'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/jjlseara/SQErV2jpwLI/AAAAAAAAAHY/T_ZoeaYCAao/s72-c/desemprego_thumb%5B6%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-80094713558584813</id><published>2008-10-15T23:31:00.001-03:00</published><updated>2009-03-01T01:09:29.121-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise'/><title type='text'>E.U.A. está viciado</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Tenho certeza que os E.U.A. fizeram a coisa certa, agindo de forma a salvar o sistema financeiro, afinal, se pára o sistema financeiro, toda economia entra em colapso. O objetivo do plano é correto, mas...&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Mas, há um porém: as falhas no pacote econômico são graves. Primeiro pelo motivo mais evidente: praticamente não há novos regulamentos para o sistema financeiro, ou seja, tudo o que diretamente causou a crise, a falta de regulamentação, não é corrigido pelo pacote. Em segundo lugar, porque o governo pode, de certa forma, usar o dinheiro para intervir da maneira que quiser no sistema, ora, o problema é que o governo dos E.U.A. é viciado por grupos que controlam as decisões, e esses grupos têm indicado a dedo quem deve ser salvo e quem o Estado não vai ajudar (deixaram o Lehman Brothers falir, mas salvaram a A.I.G., a Freddie Mac etc.). Os comparsas serão ajudados, os demais eles irão deixar falir.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Outro ponto que o governo estadunidense anunciou, é que irá comprar ações de bancos, mas, detalhe: ações preferenciais, ou seja, não dá direito à voto, não possibilita ao Estado evitar que essa instituição financeira use o dinheiro de forma errada ou indevida. A expectativa é que se utilize US$ 250 bilhões para adquirir participação no capital de inúmeras instituições bancárias.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; O secretário do Tesouro americano, Henry Paulson, por exemplo, é um rebento do sistema financeiro, antes de ir para o &lt;a href="http://lh3.ggpht.com/jjlseara/SPangsDq1vI/AAAAAAAAAEk/FFAIjb2XfMM/s1600-h/svPAULSON-470x0%5B7%5D.jpg"&gt;&lt;img title="svPAULSON-470x0" style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="205" alt="svPAULSON-470x0" src="http://lh4.ggpht.com/jjlseara/SPanhnm3UfI/AAAAAAAAAEo/mbj1tz62PI4/svPAULSON-470x0_thumb%5B5%5D.jpg?imgmax=800" width="240" align="left" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;governo,&amp;#160; trabalhou no Goldman Sachs (novidade: o GS foi ajudado!). Ele pensa pela ótica dos bancos, não pela do país. Era de se esperar que tomasse decisões desse nível e o pior é que se lhe colocou na mão US$ 700 bilhões que ele continuará a utilizar dessa forma amplamente liberal e prejudicial para os E.U.A. (pelo menos a parte dos E.U.A. que não participa da jogatina).&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Esse palno, embora necessário, deveria ter sido mais bem elaborado, deveria ser mais homogêneo e mais regulador. O Plano de Paulson foi mal concebido. Basicamente o mesmo tipo de engenharia financeira que causou os problemas é o que querem empregar para resolvê-los, e esse é o erro. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; É como disse o vencedor do prêmio Nobel de Economia, Paul Krugman: &amp;quot;O histórico de Paulson não é nem de longe confiável: ele demorou demais a compreender a dimensão dos problemas financeiros do país e é em parte por sua culpa que chegamos ao atual colapso&amp;quot;. Também o presidente do Comitê de Serviços Financeiros do Senado estadunidense, o democrata Barney Frank, disse que deve realizar uma audiência em breve para discutir sobre a necessidade de aumentar a regulação do sistema de seguros financeiros, já que, segundo ele, &amp;quot;o fato de não regular adequadamente a economia é o que levou a esta confusão. Às vezes o governo não faz nada, então o Senado deve tomar as medidas necessárias”.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-80094713558584813?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/80094713558584813/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=80094713558584813' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/80094713558584813'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/80094713558584813'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/10/eua-est-viciado.html' title='E.U.A. está viciado'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/jjlseara/SPanhnm3UfI/AAAAAAAAAEo/mbj1tz62PI4/s72-c/svPAULSON-470x0_thumb%5B5%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-6163946205461208710</id><published>2008-10-09T23:11:00.001-03:00</published><updated>2009-03-01T01:18:24.348-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política Econômica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Relações Internacionais'/><title type='text'>Enrolation</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Hoje, na Câmara de Comércio no Rio de Janeiro, o secretário de Comércio dos Estados Unidos, Carlos Gutierrez, defendeu a ampliação do livre-comércio entre países para minimizar os efeitos da crise financeira global: &amp;quot;O mundo necessita de Doha. Ele terá impacto muito positivo para os países emergentes, para que &lt;a href="http://lh5.ggpht.com/jjlseara/SO64yfutIHI/AAAAAAAAAEc/MNi-kriha5A/s1600-h/08283195%5B6%5D.jpg"&gt;&lt;img title="08283195" style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="175" alt="08283195" src="http://lh5.ggpht.com/jjlseara/SO65tcGVT4I/AAAAAAAAAEg/QOKkQ1kXUm0/08283195_thumb%5B4%5D.jpg?imgmax=800" width="230" align="left" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;possam exportar cada vez mais. Doha é mais importante hoje que no passado&amp;quot;, afirmou após participar de almoço promovido pela Câmara de Comércio Americana no Rio. Para Gutierrez, os países que mantêm mercado aberto terão melhores condições em meio ao atual momento a economia mundial. Segundo ele, os países mais fechados, com menos acordos, serão mais impactados pela crise. &amp;quot;Existe um problema, e o crescimento estará aquém do que se pensava anteriormente. Será mais difícil. Poderá haver impacto sobre o consumo, prejudicando países exportadores e as exportações&amp;quot;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Mais uma demonstração estadunidense de hipocrisia. Claro, eles estão defendendo os seus interesses, afinal, com um mercado liberalizado, eles podem nos comprar matéria-prima mais barato, e nos vender bens manufaturados a um preço mais competitivo, que possivelmente aumente bastante o consumo em nosso mercado. Ora, de contraponto, suas leis de propriedade intelectual (patentes), – apoiados pela OMC – fazem dos E.U.A. o país mais protecionista do mundo. Pergunte a Jorge Gerdau, por que precisou comprar tantas fábricas de aço nos E.U.A. já que é muito mais barato produzir aço aqui e exportar para lá? Porque existe uma patente, de um modelo de aço que é padrão no mercado estadunidense e que só pode ser requerida seu uso se a fábrica de aço estiver localizada dentro dos limites do território dos E.U.A.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Eles mantêm um mercado blindado e vêm aqui dizer para abrir o nosso! É hora de nós também defendermos os nossos interesses.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-6163946205461208710?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/6163946205461208710/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=6163946205461208710' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/6163946205461208710'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/6163946205461208710'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/10/enrolation.html' title='Enrolation'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/jjlseara/SO65tcGVT4I/AAAAAAAAAEg/QOKkQ1kXUm0/s72-c/08283195_thumb%5B4%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-3811933016781757102</id><published>2008-10-06T23:59:00.001-03:00</published><updated>2009-03-01T01:18:24.348-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política Econômica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise'/><title type='text'>Uma reação do Brasil</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Contra a falta de dinheiro no mercado causada pela crise financeira nos Estados Unidos, o governo vai utilizar parte do dinheiro das reservas internacionais para garantir crédito em dólares para os exportadores brasileiros. A medida vai funcionar como um empréstimo em dólares. O BC irá comprar títulos dos bancos no exterior, que serão pagos com o &lt;a href="http://lh4.ggpht.com/jjlseara/SOrQVnGXUBI/AAAAAAAAAEM/_iHgX65A7-o/s1600-h/Guido%20Mantega%20e%20Henrique%20Meirelles%5B8%5D.jpg"&gt;&lt;img title="Guido Mantega e Henrique Meirelles" style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="160" alt="Guido Mantega e Henrique Meirelles" src="http://lh3.ggpht.com/jjlseara/SOrQXE8c_dI/AAAAAAAAAEQ/KFrrqHfa_WY/Guido%20Mantega%20e%20Henrique%20Meirelles_thumb%5B6%5D.jpg?imgmax=800" width="240" align="right" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;dinheiro das reservas. Haverá, no entanto, um contrato de recompra dos mesmos dólares. Esse mecanismo vai funcionar, assim, como um empréstimo de moeda norte-americana. Não há detalhes sobre o volume monetário, mas os dois chefões da economia brasileira garantem que haverá crédito suficiente, porque, segundo Meirelles, esse é um &amp;quot;uso inteligente das reservas internacionais do Brasil&amp;quot;, já que os dólares não serão vendidos, mas emprestados aos bancos. Dessa forma, será possível manter o nível atual das reservas internacionais, que superam os US$ 200 bilhões. &amp;quot;Vamos disponibilizar parte de reservas para banco brasileiros que vão financiar o comércio exterior. É só uma mudança de aplicação&amp;quot;, definiu o ministro Guido. Segundo ele, o dinheiro será tirado de um banco internacional e colocado em um banco brasileiro, o que manterá o no nível das reservas e, ao mesmo tempo, &amp;quot;irrigará o sistema bancário&amp;quot;. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Outra medida é o aumento da linha de financiamento pré-embarque do BNDES, que terá mais US$ 2,5 bilhões. Os recursos vão sair do caixa do governo. Essa linha financia a produção do bem que vai ser exportado. Para 2008, o BNDES tinha no orçamento US$ 5 bilhões, dos quais já haviam sido gastos US$ 3,4 bilhões até agosto.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; E ainda, os dois “convenceram” o presidente Lula a assinar uma Medida Provisória que garantirá maior autonomia e facilidades para o Banco Central (sob a vigia do CMN, claro) agir no redesconto ban&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/jjlseara/SOrQcQh7DJI/AAAAAAAAAEU/A4UgjhjI6Ps/s1600-h/os%20dedos%20de%20lula%5B3%5D.png"&gt;&lt;img title="os dedos de lula" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-left: 0px; margin-right: 0px; border-bottom: 0px" height="240" alt="os dedos de lula" src="http://lh4.ggpht.com/jjlseara/SOrQetWbFqI/AAAAAAAAAEY/qiiQDQiNYbU/os%20dedos%20de%20lula_thumb%5B3%5D.png?imgmax=800" width="188" align="left" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; cário. Uma política que já existe há algum tempo, porém funcionava mais para um curto prazo, somente para dar maior liquidez imediata aos bancos. Agora, o BC poderá comprar carteiras de clientes dos bancos também para evitar crises, ou seja, se for preciso, e houver disponibilidade de dinheiro, o BC poderá agir da mesma maneira que os bancos centrais dos países ricos, comprando títulos podres para evitar falta de crédito ou mesmo falência de bancos nacionais – poderá evitar (se prestar atenção no que está acontecendo no mercado) crises como a que paira nas nações centrais.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; São boas medidas, que representam uma reação brasileira diante da crise mundial e aperfeiçoa nossos mecanismos para agir contra possíveis drásticas consequências dessa crise. A interferência do governo na Economia, além de aliviar um pouco as preocupações dentro dos setores da sociedade, como a indústria e os bancos, reduzindo os riscos e dificuldades para a concessão de crédito tanto no mercado interno como para as exportações (só falta reduzirem os juros) garante também uma maior integridade do país frente aos efeitos desse início de recessão nos países do norte desenvolvido – o que até o momento tem representado uma fuga de Dólares do mercado financeiro brasileiro e uma certa indisponibilidade de financiamento das nossas empresas junto a credores estrangeiros, e no médio prazo poderá reduzir a demanda para os bens, serviços e produtos primários do Brasil nestes países que representam diretamente 40% das nossas exportações (25% Europa e 15% E.U.A.), e também poderá influenciar negativamente nas exportações brasileiras a outros países que dependem do comércio com os países ricos para terem liquidez corrente (como o México que manda 80% das suas exportações para os E.U.A.).&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-3811933016781757102?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/3811933016781757102/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=3811933016781757102' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/3811933016781757102'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/3811933016781757102'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/10/uma-reao-do-brasil.html' title='Uma reação do Brasil'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/jjlseara/SOrQXE8c_dI/AAAAAAAAAEQ/KFrrqHfa_WY/s72-c/Guido%20Mantega%20e%20Henrique%20Meirelles_thumb%5B6%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-1015922608278561808</id><published>2008-10-01T22:58:00.001-03:00</published><updated>2009-03-01T01:18:24.349-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empresas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política Econômica'/><title type='text'>Brasil Competitivo</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt; Essa expressão já nos é conhecida. Trata-se da famosa ONG encabeçada por um dos barões da indústria brasileira, Jorge Guerdau Johannpeter. Ao que tudo indica, Jorge e sua ONG têm um trabalho árduo e complicado pela frente: de que maneira agir para tornar o Brasil um país mais competitivo, seja para competir no mercado exterior, seja para competir com estrangeiros no mercado interno.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Segundo o IC-Fiesp (Índice de Competitividade da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) divulgado nesta quarta-feira, nosso país fica na 38º colocação entre 43 países que detêm 90% do PIB mundial. Os dados apresentados são referentes a 2006, mas a Fiesp atenta que &lt;a href="http://lh3.ggpht.com/jjlseara/SOQqn4OntcI/AAAAAAAAAEE/eaC5AqHD9Sg/s1600-h/2-noodle-production-line%5B8%5D.jpg"&gt;&lt;img title="2-noodle-production-line" style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="160" alt="2-noodle-production-line" src="http://lh6.ggpht.com/jjlseara/SOQqpl2LsxI/AAAAAAAAAEI/wjxm1HXr7UM/2-noodle-production-line_thumb%5B6%5D.jpg?imgmax=800" width="240" align="left" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;desde 1997 o Brasil se mantém estável neste patamar. Em pior situação, segundo o levantamento, estão apenas Índia, Colômbia, Filipinas, Turquia e Indonésia. No topo do ranking aparece os Estados Unidos, com nota 91, seguido por Noruega (76,9), Japão (75,3) e Suécia (74,9). Claro que se fôssemos avaliar somente o valor final do que é produzido, a China estaria encabeçando a lista, mas também contam para o índice, aspectos como IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), tecnologia e facilidades em financiamento e abertura de empresa. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Embora o Brasil apresente diversos fatores que pesem na falta de competitividade, há um que possivelmente seja o principal: o Estado brasileiro parace ver a indústria como um mal a ser combatido, como se a sua existência fosse a razão dos nossos problemas, como se a indústria fosse dotada de um poderio natural que lhe seja capaz superar todos os obstáculos impostos por um governo que deveria estar estabelecendo, invés de obstáculos, facilidades.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Quem dera fosse, para o Brasil, alta carga tributária o único problema, e talvez seja esse o menor dos nossos problemas. Quem dera tivéssemos até impostos mais elevados, mas com menos burocracia para pagá-los. Quem dera houvessem maiores salários e regulamentações trabalhistas, mas que ao menos se houvesse maior facilidade e flexibilidade ao se contratar um funcionário. Falar em reforma pode parecer papagaiagem, mas já é necessário e urgente que elas aconteçam e nem precisam (talvez nem possam) ocasionar perdas de arrecadação ou perdas de direitos trabalhistas, mas essas reformas têm que ter como prioridade a desburocratização do sistema e acabar com a informalidade, além claro, de tornarem-se fomentoras de desenvolvimento e da instalação de indústrias por toda nação. Uma maneira muito fácil de ganhar competitividade, é aumentar as alíquotas de importação, e com essa arrecadação extra, diminuir os impostos das indústrias nacionais, isso evita queda de receita para o governo e tem um efeito fantástico para a promoção da indústria nacional.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Outros pontos cruciais para darmos largos passos rumo ao cume dessa lista, é manter o Dólar um pouco mais valorizado, o que beneficiaria as exportações, e Juros baixos, tornando não só o crédito mais acessível às indústrais, mas principalmente, permitindo que o capital financeiro estrangeiro não se desvie tão somente às aplicações em títulos públicos e sim também aos projetos industriais.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Além, é claro, de muito investimento em educação, pesquisa, tecnologia e bem-estar social – de forma que este último, tornaria o trabalhador brasileiro um tanto mais eficiente, já que se lhe estará dando melhores condições de vida, saúde e alimentação, algo que certamente falta à grande maioria dos trabalhadores atualmente.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ou seja, não se trata apenas de reformas, tampouco se trata de diminuir a intervenção do governo na economia, ou de abrir mão de arrecadação pública, ou de jogar os trabalhadores ao “Deus dará”. Na verdade hoje, o principal problema do Brasil é de não ter um grande projeto de desenvolvimento, um projeto objetivo e paulatino, projeto esse, que precisa incluir reformas estruturais e políticas, investimento em educação e tecnologia, forte política industrial e melhoria das condições gerais de vida da população. Essa deve ser a nossa grande jogada. O Brasil pode mais.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-1015922608278561808?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/1015922608278561808/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=1015922608278561808' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/1015922608278561808'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/1015922608278561808'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/10/brasil-competitivo.html' title='Brasil Competitivo'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/jjlseara/SOQqpl2LsxI/AAAAAAAAAEI/wjxm1HXr7UM/s72-c/2-noodle-production-line_thumb%5B6%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-2188141507491360903</id><published>2008-09-29T23:16:00.002-03:00</published><updated>2009-03-01T01:09:55.157-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise'/><title type='text'>À Beira do Colapso V</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;É, senhoras e senhores economistas, o pacotão estadunidense não foi aprovado. Talvez semana que vem, depois do feriado do ano novo judeu, haja novidades. Por enquanto, quem trabalha na bolsa vai enjoar da cor vermelha, quem é comentarista de jornal vai ter que continuar dizendo que é fim do mundo e quem trabalha no Ministério da Fazenda terá que jurar que está tudo sob controle, ou como diria o pobre Guido “a economia está funcionando normalmente”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;É uma pena que as ideologias políticas e a briga eleitoral nos E.U.A. tenham barrado o que é crucial para se tentar (pelo menos) amenizar o que está por vir. A Secretaria do Tesouro norte-americano disse que “Será preciso um novo plano”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;A Bovespa chegou a ser “desligada” hoje. O chamado circuit-breaker, que interrompe os negócios no caso de grandes oscilações foi acionado às 14:49, quando as perdas superavam os 10%. A Bolsa retomou os negócios meia-hora depois, sem mostrar recuperação e chegou a afundar 13,8% no pior momento do dia. O Ibovespa, fechou com queda de 9,36% aos 46.028 pontos, e só para comparar, essa queda chega a superar a do pregão do 11 de setembro de 2001. Já a Bolsa de Nova York, registrou a pior baixa desde 1929 (o ano que iniciou a pior crise financeira da era moderna): um declínio de 6,98%, sendo a maior queda da história desde que foi criado o Índice Dow Jones.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;E o pior é que hoje era para ser o dia mais “otimista” da semana, afinal, a bolsa chegou a abrir em alta, boa parte do mercado contava com uma melhora do ambiente, com a possível aprovação no Congresso. Para terça-feira, já não espero uma abertura positiva.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Dizem que nas corretoras e no salão da Bovespa se ouvia frases como: - “realizar o prejuízo ou esperar?" - "Eu realizei. Só entro agora quando o otimismo voltar" - "Dá para 'ejetar' ou agora é tarde demais?" - "Tarde era mês passado. Agora eu tenho papéis para vender daqui a cinco anos no mínimo”, entre outras atrocidades.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;E o Presidente Lula vem dizer que a “Era da Economia” acabou? Ele não sabe que essa era mal está começando. A nossa função agora, é estudar essa crise a fundo e desenvolver mecanismos para que se evite algo parecido no futuro. Já ouviram aquela de que “é na crise que se evoluí”? Pois a crise já começou, agora a evolução depende de nós.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-2188141507491360903?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/2188141507491360903/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=2188141507491360903' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/2188141507491360903'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/2188141507491360903'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/09/beira-do-colapso-v.html' title='À Beira do Colapso V'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-8006725494381149652</id><published>2008-09-25T20:37:00.003-03:00</published><updated>2009-03-01T01:07:22.687-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Relações Internacionais'/><title type='text'>Vai entender...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, avaliou como positivas, as medidas anunciadas pelo governo dos Estados Unidos para tentar contornar a crise financeira. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Até aí tudo bem. Mas vejam o que ele disse depois: "É preciso acabar com esse fundamentalismo de liberdade absoluta de mercado, que tem gerado prejuízos". OHHHHH!!!!!!! Logo ele, o maior defensor do Tratado de Doha! O único representante de um país emergente a aceitar a proposta dos países ricos de liberalização do comércio mundial! Logo ele que há alguns meses barou a proposta do Ministério da Fazenda de aumentar as alíquotas de importação de alguns produtos, por dizer que estava "defendendo a postura do Brasil na OMC". Tomara então que ele tenha mudado de opinião - que bom seria!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-8006725494381149652?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/8006725494381149652/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=8006725494381149652' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/8006725494381149652'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/8006725494381149652'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/09/vai-entender.html' title='Vai entender...'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-6750455276810665921</id><published>2008-09-24T22:31:00.002-03:00</published><updated>2009-03-01T01:18:24.349-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política Econômica'/><title type='text'>Banco Contraditório do Brasil</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;E eu que pensava que BC significava Banco Central. Ora, não é o que os fatos mostram.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para aumentar os juros, eles não têm dó. Mal surge um alienígena pequeno surto inflacionário, há motivos de sobra para elevar (ainda mais) a taxa Selic, e não exitam em confirmar que irão continuar na escalada do Everest.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas, aqui começa a contradição. Se de um lado seguem no aperto monetário com altas taxas de juros, de outro, despejam rios de dinheiro no mercado, o que sabemos, não tarda em causar inflação. Hoje, o Banco Central anunciou mudanças nos depósitos compulsórios, uma ferramenta monetária que obriga todas as instituições financeiras do país a depositarem no BC uma parte do dinheiro depositado pelos seus clientes, pois dessa forma há menos dinheiro disponível nessas instituições restringindo, portanto, o crédito que elas podem oferecer - uma excelente política de combate à inflação. Pois bem, com as mudanças que o BC vai implantar no sistema, prorrogando prazos para que os bancos façam os depósitos e reduzindo a quantidade de dinheiro que lhes é obrigado a recolher, será injetado cerca de R$ 13,2 bilhões no mercado brasileiro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para a massa falida que é toda população pobre do Brasil, pouco lhes importa os juros, o consumo e a inflação cresciam a níveis semelhantes aos de hoje quando os juros estavam em mais de 20%. E agora, com dinheiro extra em caixa, os bancos podem oferecer muito mais crédito e tempo para que o mesmo seja quitado, ou seja, prazos mais longos = parcelas menores; isso é o que influencia a grande maioria dos consumidores brasileiros na hora da compra. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há tempos que eu fico a me perguntar: Qual é o objetivo do Banco Central? Será controlar a inflação ou melhorar a qualidade de vida dos banqueiros? Não resta dúvida. Bastante dinheiro para emprestar e altos juros para cobrar é tudo o que eles querem. E se eu estiver equivocado em relação a isso, então deveria, dizer que, no mínimo, falta ao BC coerência, responsabilidade e objetividade.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-6750455276810665921?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/6750455276810665921/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=6750455276810665921' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/6750455276810665921'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/6750455276810665921'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/09/banco-contraditrio-do-brasil.html' title='Banco Contraditório do Brasil'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-3235612453763635831</id><published>2008-09-23T14:12:00.003-03:00</published><updated>2009-03-01T01:09:55.157-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise'/><title type='text'>À beira do colapso IV</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Esse deve ser o momento da história em que mais haverá esforços para minimizar os efeitos de uma crise.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O governo estadunidense já agiu no início do ano com a aprovação de um pacote de de US$ 168 bilhões de estímulo, que incluiu o envio de cheques de restituição de impostos a milhões de norte-americanos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Porém, agora, devido ao agravamento da crise, pela apuração de grandes prejuízos em diversos bancos, inclusive a falência de alguns, e queda brusca nas Bolsas de todo o mundo, ficou ainda mais evidente a economia americana corre o risco de entrar em recessão, com o aumento do desemprego e do número de despejos, o que fez o Departamento do Tesouro dos E.U.A. aprovar um novo pacote gigantesco, da ordem de US$ 700 bilhões. Nas palavras do presidente daquele país, George W. Bush: "é um pacote grande porque se trata de um problema grande". Bush disse que a intervenção pública nos mercados "não só é justificada, é essencial", para evitar um dano maior na economia. "Devemos agir agora para proteger a saúde econômica de nossa nação", afirmou há alguns dias. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não obstante, seis dos principais bancos centrais do mundo anunciaram nesta semana uma ação coordenada para enfrentar a crise; o Banco do Japão, o Fed (E.U.A.), o BCE (Europa), o Banco da Inglaterra, o SNB (Suíça) e o Banco do Canadá injetarão na economia mais de US$ 200 bilhões.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por enquanto, já está formalmente relacionado à atual crise, 1 trilhão e 68 bilhões de Dólares, fora o que se perdeu com as falências e os problemas nas bolsas de valores. E isso deve ser apenas uma parte do que ainda está por vir. Muitos analistas chagaram a afirmar com veemência que isso não é suficiente para conter a crise.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para se ter uma idéia do tamanho do problema, o Plano Marshall, criado pelos E.U.A. após o fim da 2º Guerra Mundial, para recuperar a economia e a estrutura dos principais países da Europa Ocidental, extremamente devastados pelos anos de combate sobre suas terras, não chegou a US$ 15 bilhões, o que seria algo em torno de US$ 140 bilhões hoje corrigido pela inflação.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ou seja, a crise atual, pode ser mais arrasadora que uma Guerra Mundial. Preparem suas defesas!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-3235612453763635831?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/3235612453763635831/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=3235612453763635831' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/3235612453763635831'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/3235612453763635831'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/09/beira-do-colapso-iv.html' title='À beira do colapso IV'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-1352751889009104865</id><published>2008-09-22T22:53:00.004-03:00</published><updated>2009-03-02T10:07:05.017-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política Econômica'/><title type='text'>A grave falha por trás do êxito</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Estudo do Ipea (não sejamos preconceituosos) divulgada nesta segunda-feira indica que 13,8 milhões de brasileiros subiram de faixa social entre 2001 e 2007. Desse total, 74%, (10,2 milhões), saíram da classe de renda baixa (até R$ 545,66 de renda familiar), e 3,6 milhões de pessoas passaram da classe intermediária (de R$ 545,66 a R$ 1.350,82) para a classe de renda mais alta (renda familiar superior a R$ 1.350.82). Dos que estavam na classe mais baixa, 57,1% têm até a 4ª série do ensino fundamental e está concentrada nas regiões Nordeste e Sudeste. 82% moram em cidades. A classe mais pobre, agora representa 27,4% da população (cerca de 50 milhões de brasileiros). Mas no Nordeste, ainda representam 49,2% da população (em 2001, eram 57,3%). Já no Sul e no Sudeste, representavam 21,4% da população em 2001, agora são 15% no Sul e 16,9% no Sudeste.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando se fala em desenvolvimento, se dispensa grande parte do discurso para isso: mobilidade social. Em si, a mobilidade social recorre ao problema macroeconômico da distribuição de renda, que está ligada ao crescimento econômico e a criação de empregos, que por conseqüência cria renda. Portanto, ascenção social é possível que ocorra de forma mais dinâmica, em um país que estaja passando de uma maior concentração de renda, para uma distribuição mais justa e/ou em um país que esteja se industrializando, portanto criando empregos e valorizando a mão-de-obra.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entretanto, é mais sadio para uma nação, que aconteça primeiro a industrialização (desenvolvimento de forças produtivas), para que a distribuição de renda aconteça de maneira um tanto mais, digamos, natural.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas, não é o que acontece no Brasil. É certo que nosso país vem se industrializando desde os anos 30 (com força maior a partir dos anos 50), mas, por falhas no sistema econômico, não conseguimos sequer beirar uma industrialização plena (basta lembrar que os níveis de produção estadunidenses são dez vezes maiores), portanto, é com tristeza que nos cabe salientar que uma parte maciça dessa (importante) evolução social se deve aos programas sociais, sobretudo o Bolsa-Família. Não estou fazendo nenhuma crítica ao programa, aliás, nas condições em que estamos, ele é essencial; o que quero dizer é justamente o grave (e perigoso) problema que é termos chegado a essas condições, que o Brasil, desde o finalmentes da ditadura, tem colocado a carroça na frente dos bois: nos anos 60 a 80, a ascenção social tinha níveis bastante parecidos (um tanto maiores) que estes acima apresentados, a grande diferença era que ela acontecia pela demanda (e valorização) da mão-de-obra, agora acontece muito mais pela transferência de renda forçada pelo Governo Federal através da tributação fomentando programas sociais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Bolsa-Família jamais pode deixar de existir, mas seria algo grandioso para todos nós, se chegasse o dia em que nenhuma família brasileira precisasse, tivesse a necessidade, de recorrer a ele. Se o nosso "sistema econômico" (se é que existe) continuar dessa forma, a quantidade de dinheiro repassado ao Bolsa-Família só crescerá a cada ano, até o dia em que será preciso restringi-lo ainda mais, predizido pela eminência de um estrondoso déficit público. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A verdadeira distribuição de renda (e solução para o problema do déficit público, da dependência estatal das famílias mais pobres e da alta carga tributária) se faz com sérias e eficientes políticas industriais, que visem a ampliação da capacidade produtiva, a redução da dependência das importações, o desenvolvimento de novas capacidades produtivas, enfim, a criação de renda por via dos nossos próprios recursos. Se almejamos um grande futuro para o Brasil, precisamos deixar de ser o país do misero amparo estatal e ser o país da rica união do trabalho nacional. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-1352751889009104865?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/1352751889009104865/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=1352751889009104865' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/1352751889009104865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/1352751889009104865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/09/grave-falha-por-trs-do-xito.html' title='A grave falha por trás do êxito'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-4551632548279808229</id><published>2008-09-22T22:37:00.002-03:00</published><updated>2008-09-22T22:42:13.946-03:00</updated><title type='text'>Coisas do Brasil</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.estadao.com.br/fotos/assaltofarmacia.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 110px; CURSOR: hand; HEIGHT: 113px" height="149" alt="" src="http://www.estadao.com.br/fotos/assaltofarmacia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Levantamento feito em 2.500 farmácias das 24 maiores redes de todo país apontam que os analgésicos são os medicamentos mais roubados ou furtados. No ranking, o Viagra aparece em 4º lugar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-4551632548279808229?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/4551632548279808229/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=4551632548279808229' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/4551632548279808229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/4551632548279808229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/09/coisas-do-brasil.html' title='Coisas do Brasil'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-8037562062394694479</id><published>2008-09-19T22:28:00.002-03:00</published><updated>2009-03-01T01:10:18.303-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise'/><title type='text'>À beira do colapso III</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Alívio geral, as bolsas voltaram a subir, o governo estadunidense já salvou a economia, os acionistas da AIG resolveram pagar o dinheiro emprestado e tudo voltará ao normal, a crise acabou.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Engana-se quem pensa assim. Hoje a Bovespa subiu quase 10%, algo próximo das bolsas européias, foi uma euforia total, nem parecia que estamos em meio a uma das piores crises do capitalismo. Pois bem, agora a pouco, cerca de nove da noite (19/09/08) acaba de ser fechado, por falência, o 12º banco americano desta crise, o Ameribank. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A matéria da Folha de hoje pode bem exemplificar o que se passa em Wall Street: "&lt;em&gt;bares e restaurantes locais, geralmente lotados de investidores e corretores da Bolsa, estão às moscas e relatam queda de até 50% na freqüência. O temor é de uma reação em cadeia: estimativas estaduais dão conta de que cada emprego em Wall Street cria três outros na região metropolitana de Nova York. Só neste ano, Wall Street cortou 25 mil postos de trabalho; outros 10 mil estão na berlinda com o colapso do Lehman Brothers e a venda apressada do Merrill Lynch. Garçons locais relatam sobre a situação dos clientes: "Chegam carregando caixas com o material do escritório e ficam bebendo até a hora de fechar. Muitos choram. Está assim em todo lugar. A ordem de seu atendimento também mudou: agora, antes de comer, executivos vão direto para a TV."."&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O sistema capitalista em si, admite crises. Ela é necessária para a construção do conhecimento da ciência econômica, basta lembrar que os estudos de Keynes foram fruto do caos pós-29. Importantes reformas e aprimoramentos na economia advêm dessas crises. Não adianta culpar economistas por não terem feito nada até então, nem sequer terem previsto a possibilidade de crise. As crises se constroem no decorrer do capitalismo, são tão normais (e imprevisíveis) como momentos de euforia. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-8037562062394694479?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/8037562062394694479/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=8037562062394694479' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/8037562062394694479'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/8037562062394694479'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/09/beira-do-colapso-iii.html' title='À beira do colapso III'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-135470104364527838</id><published>2008-09-18T12:01:00.005-03:00</published><updated>2009-03-01T01:18:24.349-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política Econômica'/><title type='text'>(Mais) Uma facada no coração do Brasil</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Depois de aumentarem os juros...&lt;br /&gt;O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, anunciou que o Brasil vai realizar leilões de venda de Dólar. Tudo porque a moeda tem se valorizado nos últimos dias, e encerrou hoje cotada a R$ 1,943 na venda, em forte alta de 4,03%.&lt;br /&gt;Por que Meirelles? Logo agora que estava ficando bom!&lt;br /&gt;Se todos admitem que o Dólar precisa chegar a, pelo menos, R$ 2,50, para manter a competitividade nacional, gerar empregos, melhorar a balança comercial, fazer a economia crescer mais, gerar mais renda, desenvolvimento e industrialização; qual é o problema do Banco Central?&lt;br /&gt;Essas medidas de certa forma reduzem a inflação momentaneamente, mas que jamais resolvem o problema, que é crônico. Há centenas de anos o fantasma da inflação vive nos assombrando. É preciso que se tome medidas para combater o problema de uma vez por todas, e o problema é a nossa dependência: dependemos que as commodities estejam com um preço elevado no mercado externo; dependemos que a demanda interna não seja excessiva, pois não há suficiente capacidade instalada; dependemos das importações das peças dos produtos que montamos aqui para que esses produtos possam ser mais baratos; dependemos de que surja uma nova tecnologia em algum lugar para então melhorar nossa produção importando essa tecnologia; dependemos dos gastos públicos para distribuir melhor a renda nacional; e dependemos de tantas outras coisas que o Google não teria capacidade de armazenar se eu fosse descrever a todas. Basta lembrar quantas novas edições de moedas já tivemos.&lt;br /&gt;Manter o Dólar valorizado, e os juros baixos, realmente leva a um surto inflacionário maior do que o que estamos vivenciando; mas pelo menos garante que gradativamente possamos diminuir essas dependências que sempre causaram pressões sobre os preços e continuarão a causar se as medidas tomadas forem sempre as mesmas. Resolve-se o surto da inflação, mas não resolve-se o problema da inflação, que teima em nos abalar, desde Dom Pedro I.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-135470104364527838?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/135470104364527838/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=135470104364527838' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/135470104364527838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/135470104364527838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/09/mais-uma-facada-no-corao-do-brasil.html' title='(Mais) Uma facada no coração do Brasil'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-5246594064732948371</id><published>2008-09-18T12:01:00.003-03:00</published><updated>2009-03-01T01:18:24.349-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política Econômica'/><title type='text'>A cruel realidade brasileira</title><content type='html'>Para aqueles que ainda defendem o livre-comércio, juro alto e Real forte, aqui vai uma pequena demonstração das conseqüências. Texto da conceituada "The Economist". Por tudo que a história e os fatos sempre irão evidenciar, mas que muitos insistem em negar:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.economist.com/business/displayStory.cfm?source=hptextfeature&amp;amp;story_id=12209081"&gt;http://www.economist.com/business/displayStory.cfm?source=hptextfeature&amp;amp;story_id=12209081&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-5246594064732948371?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/5246594064732948371/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=5246594064732948371' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/5246594064732948371'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/5246594064732948371'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/09/cruel-realidade-brasileira.html' title='A cruel realidade brasileira'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-3665195020570520758</id><published>2008-09-17T22:30:00.003-03:00</published><updated>2009-03-01T01:10:18.304-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise'/><title type='text'>À beira do colapso II</title><content type='html'>É pessoal, mais uma gigante que precisou ser (temporariamente) estatizada nos E.U.A.. Por aqui a AIG atua(va?) com o Unibanco.&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lsCFM7LiwkQ/SNGvzXi0qxI/AAAAAAAAADo/U3GqUE1_bkk/s1600-h/USGov.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5247168337891601170" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lsCFM7LiwkQ/SNGvzXi0qxI/AAAAAAAAADo/U3GqUE1_bkk/s320/USGov.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lsCFM7LiwkQ/SNGvzXi0qxI/AAAAAAAAADo/U3GqUE1_bkk/s1600-h/USGov.jpg"&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-3665195020570520758?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/3665195020570520758/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=3665195020570520758' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/3665195020570520758'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/3665195020570520758'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/09/beira-do-colapso-ii.html' title='À beira do colapso II'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lsCFM7LiwkQ/SNGvzXi0qxI/AAAAAAAAADo/U3GqUE1_bkk/s72-c/USGov.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-3172053760458921750</id><published>2008-09-15T23:01:00.002-03:00</published><updated>2009-03-01T01:10:18.304-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise'/><title type='text'>À beira do colapso</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Eu tinha sérias dúvidas sobre a possibilidade de uma crise mundial, mas confesso que fiquei receoso após as notícias de hoje. O Lehman Brothers faliu mesmo, abriu concordata (coisa que nem existe no Brasil), um tipo de pedido de falência que assegura o caráter limitado da pessoa jurídica, ou seja: os credores podem ir se despedindo do que tinham em haver com o banco (e que se diga, não eram simples cidadãos americanos, mas pessoas que são - ou eram - conhecidos rapazes de Wal Street). As bolsas deslancharam de vez, a Bovespa caiu 7,59%, logo agora que tantos pequenos aventureiros brasileiros começavam a investir, pobres esperanças lançadas num poço de fobia (lembranças de 29).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quero ver como fica o "espetáculo do crescimento" depois que os preços dos alimentos e dos minérios (e talvez do petróleo) despencarem. Será um "espetáculo de nostalgia". &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-3172053760458921750?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/3172053760458921750/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=3172053760458921750' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/3172053760458921750'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/3172053760458921750'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/09/beira-do-colapso.html' title='À beira do colapso'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-5016337307746412695</id><published>2008-09-12T22:34:00.005-03:00</published><updated>2009-03-01T01:03:32.277-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História Econômica'/><title type='text'>106 anos de JK</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lsCFM7LiwkQ/SMslCm-oIQI/AAAAAAAAADg/1TxfLoSgxqw/s1600-h/fig_%25205_3_%2520Juscelino%2520Kubitschek.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5245326917756264706" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lsCFM7LiwkQ/SMslCm-oIQI/AAAAAAAAADg/1TxfLoSgxqw/s320/fig_%25205_3_%2520Juscelino%2520Kubitschek.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Juscelino Kubitschek de Oliveira completaria hoje 106 anos se estivesse vivo. Foi um médico, militar e político, presidente do Brasill entre 19566 e 1961.&lt;br /&gt;Com estilo de governo inovador na política brasileira até então, Juscelino era de grande simpatia e confiança entre os brasileiros. Foi o responsável pela construção de Brasília, um sonho antigo, já previsto em 3 constituições brasileiras, da mudança da capital para promover o desenvolvimento do interior e a integração do país. Durante todo o seu governo, o Brasil viveu um período de desenvolvimento econômico e estabilidade política jamais vista.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Juscelino foi eleito pela aliança PSD-PTB, em outubro de 1955 com 36% dos votos, pois só havia primeiro turno. A UDN tentou rejeitar o resultado, mas a posse de Juscelino foi garantida com uma operação militar, depondo o presidente Carlos Luz que tentava impedir a posse - até a época a política era sempre assim.&lt;br /&gt;O plano de metas de JK é considerado um caso bem sucedido de formulação e implementação do planejamento estatal. O plano continha um conjunto de 31 metas, incluindo a construção de Brasília, ficando famoso pela expressão "50 anos em 5", supondo o potencial do plano para o crescimento do Brasil em seu governo. Para criar o plano econômico, foi feito um levantamento dos principais pontos de estrangulamento da economia brasileira, além de identificar áreas industriais com demanda reprimida, que não podia ser satisfeita com importações, dada a escassez estrutural de divisas na economia brasileira.&lt;br /&gt;O crescimento industrial que ocorreu a partir do início do governo JK estava estruturado em um tripé formado pelas empresas estatais, pelo capital estrangeiro e, como sócio menor, pelo capital nacional. As empresas estatais participavam fortemente no setor produtor de bens intermediários. Os setores de energia, transporte, siderurgia e refino do petróleo recebiam a maior parte dos investimentos do governo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A industrialização cresceu por substituição de importações, que impedia importação de produtos com similar nacional. Com isso, se possibilitou o crescimento urbano e uma industrialização jamais vista, fazendo com que milhões de pessoas passasem a ter empregos fixos e impulsionando o consumo das famílias de forma espetacular.&lt;br /&gt;Também se isentou de impostos de importação as máquinas e equipamentos industriais, assim como os capitais externos, desde que associados ao dinheiro nacional. Para ampliar o mercado interno, o plano ofereceu uma generosa política de crédito. Financiou a implantação da indústria automobilística e da indústria naval, a expansão da indústria pesada, a construção de usinas siderúrgicas e de grande usinas hidrelétricas, abriu as rodovias transregionais e aumentou a produção de petróleo da Petrobrás. Durante seu governo, a produção industrial cresceu 80%, os lucros da indústria cresceram 76%.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Realmente a era JK refletia um novo Brasil, foram os chamados "Anos Dourados". Nessa época foram aparecendo os eletrodomésticos, com grandes novidades como os liquidificadores, foram criados os objetos de plástico e fibra sintética, e o país foi tomado pelo famoso "estilo de vida americano" baseado na vida urbana, familiar e feliz.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Juscelino através de uma política sóbria, soube trazer desenvolvimento ao Brasil. Foi sem dúvida, o melhor presidente brasileiro depois de Getúlio Vargas, a quem admirava abertamente. Essa é a nossa homenagem a essa imprescindível figura da nossa nação.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-5016337307746412695?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/5016337307746412695/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=5016337307746412695' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/5016337307746412695'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/5016337307746412695'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/09/106-anos-de-jk.html' title='106 anos de JK'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lsCFM7LiwkQ/SMslCm-oIQI/AAAAAAAAADg/1TxfLoSgxqw/s72-c/fig_%25205_3_%2520Juscelino%2520Kubitschek.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-4528094695719388993</id><published>2008-09-12T15:50:00.003-03:00</published><updated>2009-03-01T01:19:36.584-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empresas'/><title type='text'>Primeira-mão</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;É isso aí pessoal. Esse blog foi a primeira mídia das Américas a divulgar a publicação da Revista "The Economist" sobre a classe média brasileira, que já teve repercusão internacional nesta sexta-feira, até o Guido Mantega falou sobre a reportagem (dos ingleses). Nossa postagem saiu às 15:45 de ontem (11/09). O segundo veículo a divulgar foi a Folha de São Paulo (on-line), às 8:51 de hoje, 16 horas depois da gente. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-4528094695719388993?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/4528094695719388993/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=4528094695719388993' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/4528094695719388993'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/4528094695719388993'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/09/primeira-mo.html' title='Primeira-mão'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-93078918831776725</id><published>2008-09-11T22:41:00.005-03:00</published><updated>2009-03-01T01:19:36.584-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empresas'/><title type='text'>A energia é o nosso desafio</title><content type='html'>&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 283px; CURSOR: hand; HEIGHT: 187px" height="183" alt="" src="http://www.meusite.pro.br/copa06/gelsenk3.jpg" border="0" /&gt; &lt;div align="justify"&gt;O leilão de energia nova A-5 -com entrega de energia prevista para 2013- tem 146 empreendimentos habilitados, com capacidade instalada de 25.252 MW. O leilão está previsto para o próximo dia 30. A maior parte da energia apta a ser ofertada, a exemplo dos leilões mais recentes, será oriunda de termelétricas movidas a óleo combustível, que são mais poluentes. Por outro lado, há apenas uma usina hidrelétrica. Ainda foram aprovadas 28 termelétricas movidas a bagaço de cana-de-açúcar. Outras sete usinas termelétricas com energia gerada por carvão mineral. Outros 17 empreendimentos são referentes a termelétricas movidas a gás natural.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ainda penso que se deve priorizar a energia hidrelétrica não só por ser uma das que menos poluem, mas sobretudo por ser uma das mais baratas (só perde para as termelétricas movidas a carvão mineral). Para o Brasil também tem sido importante as termelétricas sustentadas por bagaço de cana e ainda temos que investir no desenvolvimento de tecnologia para possibilitar num futuro próximo a existência de termelétricas movidas a álcool, isso é imprescindível para se alargar o uso desse promissor combustível.&lt;a href="http://www.oguapore.com/news/imgs_news/des_.jpgHidreletrica15.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 282px; CURSOR: hand; HEIGHT: 195px" height="194" alt="" src="http://www.oguapore.com/news/imgs_news/des_.jpgHidreletrica15.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As usinas de carvão mineral e gás natural, podem sim servir como subterfúgios para eventuais problemas de abastecimento, mas jamais devem ser estimuladas a ponto de aumentem sua participação na matriz energética do Brasil, primeiro porque o Brasil precisa importar a maior parte do que consome, de carvão e principalmente de gás-natural, e eventualmente podemos ter problemas quando de desestabilizações como tem aconteciodo com o gás boliviano nos últimos dias; e segundo porque estão entre as mais poluentes e certamente haverá futuramente fortes pressões para a derrocada destas fontes, talvez não do gás natural, mas certamente do carvão. Ainda vale ressaltar que se usarmos menos carvão para produzir energia, seu preço será menor no país e portanto tende a aumentar a competitividade das siderúrgicas e metalúrgicas que se usam desta matéria-prima na linha de produção. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nos países ricos e em alguns emergentes, o carvão é a base da matriz energética, mas eles não tem o álcool mais barato do mundo nem a maior produção global de cana-de-açúcar, nem o gigantesco potencial hidrelétrico como tem o Brasil, muito do qual ainda não é aproveitado. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-93078918831776725?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/93078918831776725/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=93078918831776725' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/93078918831776725'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/93078918831776725'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/09/energia-o-nosso-desafio.html' title='A energia é o nosso desafio'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-2913117268230140107</id><published>2008-09-11T15:06:00.003-03:00</published><updated>2009-03-01T01:19:36.585-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empresas'/><title type='text'>Direto na fonte</title><content type='html'>Ta aí o link para uma matéria sobre a classe média brasileira, que saiu hoje na mais renomada revista de economia do mundo, a britânica "The Economist":&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.economist.com/world/americas/displayStory.cfm?source=hptextfeature&amp;amp;story_id=12208726"&gt;http://www.economist.com/world/americas/displayStory.cfm?source=hptextfeature&amp;amp;story_id=12208726&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-2913117268230140107?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/2913117268230140107/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=2913117268230140107' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/2913117268230140107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/2913117268230140107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/09/direto-na-fonte.html' title='Direto na fonte'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-1490081169939906979</id><published>2008-09-10T22:15:00.004-03:00</published><updated>2009-03-01T01:19:12.619-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política Econômica'/><title type='text'>Uma facada no coração do Brasil</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou hoje em 0,75 ponto percentual a taxa de juro básico (Selic), elevando-a de 13% para 13,75% ao ano. Esta é a quarta alta consecutiva da Selic. O relatório do Copom diz: &lt;em&gt;"Avaliando o cenário macroeconômico, o Copom decidiu elevar a taxa Selic para 13,75% ao ano, sem viés, por cinco a votos a três, com vista a promover tempestivamente a convergência da inflação para a trajetória de metas"&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Esse novo aumento, evidencia que a economia brasileira, continua refém de uma política monetária equivocada. Ao restringir a gestão da economia a práticas meramente monetárias, o governo limita seus próprios mecanismos de controle inflacionário à taxa de juros. Também paga elevado preço por essa mesmice, à medida que agrava o preço da dívida pública - lembrando que essa taxa também remunera os investidores da dívida pública. Esse dinheiro destinado ao pagamento dos juros atrelados aos títulos públicos provavelmente teria efeito muito mais eficaz no controle da inflação se fosse convertido em investimento público, combinado, obviamente, com maior responsabilidade fiscal. Errar é humano, mas persistir no erro é burrice e o erro que digo, é o de sempre fazer a mesma coisa: elevar os juros.&lt;br /&gt;O caso brasileiro não se trata de uma inflação interna, mas sim importada do exterior em razão dos preços das matérias-primas (commodities) internacionais, particularmente alimentos. O governo repete o erro hoje, mantendo-nos como uma das maiores taxa de juros do planeta. De nada adianta falarmos de políticas de desenvolvimento, se cada vez mais, pelo ralo da dívida interna escoa a fatura perversa de crescentes aumentos de juros. E o pior, sem a menor necessidade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A redução da inflação brasileira nas últimos semanas não ocorreu devido ao aumento da taxa Selic promovido pelo Banco Central nas últimas três reuniões. Está claro que o aumento de juros da última vez foi um erro. Não há razão nenhuma para aumento de juros. Existem dois tipos de inflação: a local e a mundial, a inflação caiu nos últimos dois meses, mas não foi por influência do BC. Antes nós estávamos sofrendo com a pressão da inflação mundial, e agora o petroléo e demais commodities perderam preço. O Banco Central tem que encontrar modos de ajustar as influências da inflação internacional. Porque querer corrigir com juros internamente vai dificultar a estrutura necessária para haver crescimento.&lt;br /&gt;Esse aumento da Selic, foi desnecessário, mas isso não quer dizer que temos que dar as costas aos riscos de inflação, só acho que é importante também o governo não precisar só desse recurso, mas também é preciso controlar os gastos públicos, entre outros mecanismos plausíveis, como aprofundar o ajuste fiscal. Uma política fiscal de melhor qualidade para aliviar o aperto monetário.&lt;br /&gt;Uma coisa é certa: havia espaço para a redução dos juros, sem comprometer as metas de inflação. Essa elevação prejudicará os investimentos e comprometerá o crescimento da economia. Foi sem dúvida um grave erro, que compromete seriamente o futuro do Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todos criticaram a decisão do Copom: as federações industriais, políticos, comerciantes, sindicatos, até a CUT se manifestou. Ou seja: o Banco Central e o Governo Federal devem refletir sobre quais são as reais aspirações da maioria dos brasileiros. Esperamos melhores notícias da próxima vez.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-1490081169939906979?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/1490081169939906979/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=1490081169939906979' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/1490081169939906979'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/1490081169939906979'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/09/uma-facada-no-corao-do-brasil.html' title='Uma facada no coração do Brasil'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-7742888388278247405</id><published>2008-09-10T14:09:00.004-03:00</published><updated>2009-03-01T01:19:12.620-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política Econômica'/><title type='text'>Brasil cresce 6%</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A economia brasileira registrou crescimento de 6% em comparação com o mesmo semestre do ano passado.&lt;br /&gt;Mas já disse aqui: esse crescimento NÃO É SUSTENTADO. Ele acontece porque as commodities (soja, minério de ferro etc) estão com preços elevados, e porque o governo tem gasto muito mais do que o que seria sadio. Isso tudo beneficiou as exportações, o aumento da oferta de crédito e o aumento do consumo, mas perceba que não existe no Basil aquele crescimento consistente que começa com a instalação e ampliação das indústrias nacionais, com a geração de empregos e com o aumento da renda a partir das nossas próprias forças produtivas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esses 6% significam apenas um bom momento econômico, que se acaba tão rápido quanto surge, é um pulo-do-gato e não uma nova ninhada.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-7742888388278247405?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/7742888388278247405/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=7742888388278247405' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/7742888388278247405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/7742888388278247405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/09/brasil-cresce-6.html' title='Brasil cresce 6%'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-5192304957835050402</id><published>2008-09-10T13:21:00.004-03:00</published><updated>2008-09-10T13:59:49.059-03:00</updated><title type='text'>O custo da corrupção</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.cabreu.com.br/images/corrupcao.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 230px; CURSOR: hand; HEIGHT: 174px" height="135" alt="" src="http://www.cabreu.com.br/images/corrupcao.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Quando se descobre casos de corrupção envolvendo o governo central, os ministros, os deputados, essa corrupção se torna escândalo nacional. Porém, há uma corrupção quase subterrânea, que prolifera em todos os níveis da economia brasileira, que varia de tamanho e de importância e que provoca um fantástico efeito negativo sobre a competitividade do país. O Brasil hoje ocupa a 59a posição num ranking internacional de corrupção (nesse ranking, a Finlândia, o país menos corrupto, ocupa o primeiro lugar). O Brasil perde até para Botsuana e Suriname. Se o país conseguisse atingir o patamar dos Estados Unidos, o 15ª mais bem posicionado nessa lista, ganharia a cada ano 2 pontos percentuais de crescimento econômico. É muita coisa. Significa afirmar que, hoje, a economia brasileira poderia crescer num ritmo anual de 7% - semelhante ao invejável desempenho da Índia e da Rússia.&lt;br /&gt;Vejam o caos que a corrupção tem causado:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2 pontos percentuais é o que o PIB deixa de crescer por ano devido à corrupção.&lt;br /&gt;380 bilhões de reais é quanto a corrupção custou ao país em 2004.&lt;br /&gt;21% das empresas aceitam o pagamento de subornos para conseguir favores.&lt;br /&gt;25% das companhias têm despesas de até 10% de suas receitas com subornos.&lt;br /&gt;50% dos empresários pesquisados já foram achacados por fiscais tributários.&lt;br /&gt;70% das empresas gastam até 3% do faturamento anual com propinas.&lt;br /&gt;87% relatam que a cobrança de propina ocorre com alta freqüência.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Fontes: Marcos Fernandes/FGV e Transparência Brasil&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Veja o que algumas empresas estão fazendo para evitar cair na rede de corrupção:&lt;br /&gt;1 - Dividir o poder entre vários executivos e deixar claro que nenhum deles pode tomar decisões sozinho. Quem aborda uma companhia em busca de dinheiro prefere ter apenas um interlocutor&lt;br /&gt;2 - Pedir nota fiscal quando são convidadas a fazer contribuições para campanhas. Se o dinheiro puder ser rastreado, muita gente desiste de achacar a empresa&lt;br /&gt;3 - Manter em dia obrigações fiscais e trabalhistas. Qualquer vulnerabilidade pode estimular políticos corruptos (ou seus representantes) a abordar a empresa&lt;br /&gt;4 - Mapear internamente as áreas mais sujeitas a ataques (o setor de compras, por exemplo) e fazer um controle rígido desses departamentos&lt;br /&gt;5 - Se possível, evitar negócios com governos. Em contratações públicas é comum a cobrança de propina desde o processo de licitação até a liberação de pagamentos por serviços prestados&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os estudiosos do tema arriscam algumas hipóteses para explicar o avanço da corrupção no Brasil. Uma primeira causa diz respeito ao tamanho e funcionamento do Estado. Atualmente, o setor público consome quase 40% da renda nacional, um recorde absoluto entre os países emergentes. Para complicar, o Estado brasileiro não é apenas exagerado, mas também extremamente burocratizado. Foi o que mostrou o último relatório do Banco Mundial sobre o ambiente de negócios. O retrato produzido pelo corpo técnico do banco mostra o Brasil como um paraíso da burocracia. Cada vez que um empresário brasileiro precisa de um carimbo oficial - para abrir uma empresa, para exportar, para contratar, para conseguir uma licença -, se vê preso a um emaranhado legal sem par no planeta. "O Brasil tem um dos piores ambientes de negócios do mundo, e isso favorece a corrupção", diz o economista Simeon Djankov, responsável pela pesquisa do Banco Mundial. "Sempre que o sucesso depende de um agente público, o campo para desvios de conduta é fértil." É fundamental atacar a burocracia para diminuir o raio de ação da ilegalidade. Esse caminho tem sido trilhado com sucesso por muitos países. Em Cingapura, é possível abrir uma empresa em menos de uma semana - e a corrupção envolvida no processo é virtualmente zero. O mesmo procedimento no Brasil leva 152 dias e passa pelas mãos de dezenas de pessoas. Além de reduzir a burocracia, também é fundamental prover a população com o máximo de informação possível. A internet pode ser uma ótima aliada na hora de esclarecer todos os passos e os custos envolvidos num processo público. Ela também é útil para permitir compras governamentais com transparência. Outra medida adotada em vários países é a criação de uma forma ágil de denunciar tentativas de suborno. Só a divulgação de um número de telefone sigiloso para denúncias tem feito a corrupção despencar em vários países. No Brasil, a corrupção também prospera graças à complexidade da legislação e à pouca confiabilidade da Justiça. O país tem muitas leis, algumas contraditórias entre si, o que deixa brechas e, muitas vezes, impede uma operação 100% legal. Abre-se, assim, um atalho para a corrupção e para os vendedores de facilidades. Em alguns casos de processos de licitação, por exemplo, não basta ao empresário entregar o melhor produto pelo melhor preço. É preciso pagar para receber aquilo a que tem direito. O resultado é o aumento de custos. Empresários que participam de licitações embutem em suas propostas um provisionamento para cobrir atrasos e pagar subornos. Isso cria um círculo vicioso. O dia-a-dia dos negócios com o governo é contaminado, mesmo quando se trata de empresas idôneas. Seria ingenuidade dizer que esse tipo de problema acontece apenas em países como o Brasil. A corrupção é um mal globalizado. O que difere economias como a nossa é a freqüência com que casos como esses ocorrem, a participação maciça de representantes do Estado e o tamanho dos danos provocados por esse volume brutal de problemas. Outra diferença está na rapidez com que certos países desenvolvidos buscam soluções para as crises, quando elas vêm à tona.&lt;br /&gt;Se nem mesmo nações com instituições sólidas estão isentas de escândalos, é evidente que o problema por aqui é muito mais grave. Mas não há alternativa senão enfrentá-lo. Das pragas que assolam o mundo empresarial, a corrupção é a que acarreta maiores seqüelas, por contaminar a cultura, abalar a auto-estima dos funcionários, manchar a imagem das empresas e impedir o crescimento do país. Combatê-la é colocar um visto a mais no passaporte para entrar no grupo das economias desenvolvidas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-5192304957835050402?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/5192304957835050402/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=5192304957835050402' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/5192304957835050402'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/5192304957835050402'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/09/o-custo-da-corrupo.html' title='O custo da corrupção'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-8531570149946372181</id><published>2008-09-09T22:52:00.011-03:00</published><updated>2009-03-01T01:10:46.662-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise'/><title type='text'>EUA erra, o mundo paga.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lsCFM7LiwkQ/SMctUNtqf7I/AAAAAAAAADQ/o82fxV-1qvw/s1600-h/bovespa4_597.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5244210116398055346" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lsCFM7LiwkQ/SMctUNtqf7I/AAAAAAAAADQ/o82fxV-1qvw/s320/bovespa4_597.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O preço da moeda norte-americana atingiu nesta terça-feira seu nível mais alto desde o fim de janeiro. O dólar comercial foi cotado a R$ 1,772. Somente neste mês, a taxa de câmbio valorizou 8,4%, sem dúvida foi o melhor investimento do mês.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já o IBovespa caiu 4,5% e atinge os 48.435 pontos, ou seja, igual a agosto do ano passado.&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;Mas, cá entre nós, você acha mesmo que essas quedas da bolsa são sustentadas? Dólar subindo, consumo crescendo, aumento do preço dos commodities, tudo isso é ótimo para as empresas brasileiras (salvo o aumento dos juros). Se tudo isso é ótimo, então, qual a base pragmática para essas quedas? Simples: com a crise externa, os investidores estrangeiros (que são maioria na Bovespa) tendem a retirar seus sagrados dinheirinhos da Bolsa brasileira, procurando mercados mais "confiáveis", com isso, o preço das ações caem e o investidor brasileiro se obriga a vender também suas ações para não perder dinheiro, e assim a bolsa despenca cada dia mais. É uma pena que tenhamos que pagar pelo erro alheio.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-8531570149946372181?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/8531570149946372181/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=8531570149946372181' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/8531570149946372181'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/8531570149946372181'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/09/aes-em-liquidao.html' title='EUA erra, o mundo paga.'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lsCFM7LiwkQ/SMctUNtqf7I/AAAAAAAAADQ/o82fxV-1qvw/s72-c/bovespa4_597.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-8271988180496772800</id><published>2008-09-09T10:46:00.004-03:00</published><updated>2008-09-09T10:58:58.009-03:00</updated><title type='text'>Poder Judiciário: a melhor academia de letras do Brasil</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Não é de pouco que sabemos da extrema incógnita e difícil interpretação das leis brasileiras. Também, pudera, para nossos magistrados, quanto mais difícil for entender o que eles querem dizer, mais denotam respeito entre seus colegas. Ruím para o povo brasileiro, que tem sempre que recorrer ao velho Aurélio. Veja o que disse o presidente do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes ao falar sobre a morte do fundador do Itaú, Olavo Setubal há algumas semanas:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;"Mais do que exemplo superlativo de empreendedorismo e liderança, Olavo Setubal foi um brasileiro da mais alta envergadura, cujas preocupações não se apartavam do desenvolvimento e da inserção do país no lado progressista do mundo. O Brasil se despede de um cidadão de primeira grandeza, cuja memória evocará sempre descortino, entusiasmo, benemerência e fidalguia."&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pelo menos deu para entender que ele estava falando bem do pobre Setubal. Ou será que não?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-8271988180496772800?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/8271988180496772800/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=8271988180496772800' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/8271988180496772800'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/8271988180496772800'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/09/poder-judicirio-melhor-academia-de.html' title='Poder Judiciário: a melhor academia de letras do Brasil'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-8663393468936055669</id><published>2008-09-08T22:41:00.002-03:00</published><updated>2009-03-01T01:19:12.620-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política Econômica'/><title type='text'>Brasil ainda não alcançou desenvolvimento sustentável</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O ex-ministro da Fazenda Luiz Carlos Bresser Pereira afirmou hoje que o Brasil ainda não alcançou um crescimento sustentado. Motivo: juros altos e taxa de câmbio pouco competitiva. Segundo ele, apesar de a maioria das pessoas no governo serem desenvolvimentistas, ou seja, defenderem uma participação marginal do Estado na economia, procurando desenvolver a nação, o Banco Central age de forma errada. &lt;em&gt;"O Brasil ainda não alcançou o crescimento sustentado. Estamos em uma armadilha de juros altos e taxa de câmbio baixa"&lt;/em&gt;, afirmou o ex-ministro durante o seminário das comemorações dos 200 anos do Ministério da Fazenda. Para o ex-ministro uma taxa de câmbio competitiva estaria entre R$ 2,30 e R$ 2,50.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Isso é óbvio, juros baixos e Dolar valorizado, funcionam como um super aditivo de potência para o Brasil se desenvolver de forma sustentável. Tomamos como base, que desenvolvimento sustentável, é o estabelecimento de forças produtivas nacionais através da industrialização. Como sempre digo, basta observarmos a relação proporcional entre anos em que o Brasil cresce mais e o preço dos produtos primários; essa onda de crescimento, em plena concordância com o ex-ministro, NÃO É SUSTENTÁVEL, ela acontece porque há uma maior injeção de dinheiro externo graças aos altos preços dos minérios, dos produtos agrícolas e agora, do Petróleo; com isso, há mais dinheiro para o crédito público, e aí, conseqüentemente aquece o consumo e o PIB cresce; entretanto, tão logo se veja uma crise internacional que ocasione queda nos preços destes produtos primários, veremos novamente a estagnação econômica no Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A base do problema é simples: nossa industrialização é tão modesta, que não é capaz de sustentar nenhuma onda de crescimento por um longo prazo. Quando se fala em Dólar valorizado, vale lembrar que ele funciona melhor do que qualquer imposto de importação para a indústria nacional, deixamos de importar para fabricar aqui dentro, afinal é mais barato; dessa forma, conseguimos criar indústrias nacionais, que obiamente criam diversos empregos, e toda renda usada na compra de bens de consumo, ficam no país, criando mais empregos, que gera mais renda ainda, isso é o que podemos chamar de crescimento sustentado, ele não é artificial, pelo contrário, é exuberantemente real, ele acontece pela própria força da nação. E ao falar em juros baixos, estamos falando em dar condições para que essas indústrias nascentes se estabeleçam, pois aí evitamos que o câmbio valorizado, acabe inflacionando os preços ao invés de gerar desenvolvimento. Vejam o que disse ainda Besser Pereira: "quando a desaceleração da economia chegar à China, haverá uma desaceleração mais forte nos preços dos produtos básicos, itens de peso das exportações brasileiras. A crise vai atingir a China e também a nós".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O crescimento real só acontece quando conseguimos substituir as importações por produção nacional, foi assim em todos os países que hoje são ricos, os E.U.A talvez sejam o melhor exemplo. Até quando ficaremos exportando soja e minério de ferro, e dizendo que isso é um "momento mágico"?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-8663393468936055669?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/8663393468936055669/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=8663393468936055669' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/8663393468936055669'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/8663393468936055669'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/09/brasil-ainda-no-alcanou-desenvolvimento.html' title='Brasil ainda não alcançou desenvolvimento sustentável'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-8523730101458674965</id><published>2008-09-07T19:54:00.010-03:00</published><updated>2009-03-01T01:04:22.860-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História Econômica'/><title type='text'>Dia nacional</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;"Já podeis, da pátria filhos,&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Ver contente a mãe gentíl.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Já raiou a liberdade,&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;No horizonte do Brasil."&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assim inicia a música que nos remete (ou deveria) ao dia da nação bras&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lsCFM7LiwkQ/SMR4jFWWAjI/AAAAAAAAADA/DZO2JeiFeJw/s1600-h/1050MC0061_image_media_vertical.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5243448410292748850" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lsCFM7LiwkQ/SMR4jFWWAjI/AAAAAAAAADA/DZO2JeiFeJw/s320/1050MC0061_image_media_vertical.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;ileira. Hoje fazem exatos 186 anos desde aquele 7 de setembro de 1822 em que nosso país se tornava (teoricamente) independente. O Brasil tem muito a melhorar, é verdade; entretanto, en&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lsCFM7LiwkQ/SMRz5BF7E4I/AAAAAAAAAC4/2xJ0FDNhxbY/s1600-h/brazil433xq.jpg"&gt;&lt;/a&gt;tre erros e acertos, temos progredido, seja em cidadania, em civilização, na economia, até na política - basta lembrar dos governos imperiais ou do "café-com-leite". Mérito de pessoas que não se omitiram em trabalhar pela pátria. Os personagens centrais das mudanças, Getúlio Vargas, Juscelino kubitschek, e tantos outros, são verdadeiros resumos de um mutirão de pessoas que se doaram ao país. São exemplos de que é possível, desde que haja vontade, fazer algo a mais nessa terra continental; são exemplos, acima de tudo, de que é crucial para o progresso não se calar diante da irresponsabilidade e do desleixo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mais uma vez terminamos o 7 de setembro repletos de esperanças positivas em prospecto à nação brasileira nos próximos tempos, mas temos que entender: quem faz o país, é seu povo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Essa é a nossa homenagem ao dia nacional do Brasil.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-8523730101458674965?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/8523730101458674965/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=8523730101458674965' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/8523730101458674965'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/8523730101458674965'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/09/dia-nacional.html' title='Dia nacional'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lsCFM7LiwkQ/SMR4jFWWAjI/AAAAAAAAADA/DZO2JeiFeJw/s72-c/1050MC0061_image_media_vertical.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-7161610129580647783</id><published>2008-09-07T19:00:00.002-03:00</published><updated>2009-03-01T01:10:46.662-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crise'/><title type='text'>Será que vai dar certo?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;Em um pacote inédito e de extrema ousadia, o governo dos EUA se apoderou do controle das duas maiores empresas norte-americanas do setor de crédito imobiliário, a Fannie Mae e a Freddie Mac. Essa deve ser a maior operação de socorro da história perpetrada por um governo para salvar entes privados da falência. Foi uma espécie de "estatização temporária".&lt;br /&gt;O objetivo principal é fornecer quanta liquidez (dinheiro) for necessária às duas empresas para que elas não sucumbam e arrastem junto centenas de outros agentes de crédito nos EUA, interligados a elas por operações mal feitas, mal calculadas e mal supervisionadas pelo próprio Tesouro dos E.U.A nos últimos anos.&lt;br /&gt;O governo americano ventilou que poderá injetar até US$ 100 bilhões em cada uma delas (o equivalente ao total das reservas internacionais do Brasil) se assim for preciso. Além disso, o Tesouro se dispôs a comprar empréstimos garantidos pelas duas instituições e a manter linhas de crédito abertas a elas até o final de 2009.&lt;br /&gt;O que induziu tudo isso, como se sabe, é a crise imobiliária que vem atingindo nossos vizinhos do norte. A corneta soou ao final de uma semana de fortes perdas nas Bolsas do mundo todo, do aumento do desemprego norte-americano para 6,1% (o maior em cinco anos) e da certeza cada vez maior de que as economias avançadas estão esfriando além do esperado. Há uma nova onda de pânico na praça. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-7161610129580647783?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/7161610129580647783/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=7161610129580647783' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/7161610129580647783'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/7161610129580647783'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/09/ser-que-vai-dar-certo.html' title='Será que vai dar certo?'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-2999271649554018599</id><published>2008-09-05T22:58:00.005-03:00</published><updated>2009-03-01T01:19:12.620-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política Econômica'/><title type='text'>Maior carga tributária do mundo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo vai registrar na manhã da próxima segunda-feira que os brasileiros pagaram R$ 700 bilhões em impostos municipais, estaduais e federais em 2008. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Considerando-se a renda média do brasileiro, sem dúvida é a maior carga tributária do mundo. Só para termos uma idéia da disparidade, vamos comparar: nos EUA, nesse mesmo período, os governos arrecadaram cerca de R$ 1400 bilhões, ou seja, o dobro do Brasil; mas a economia norte-americana, a quantidade de indústrias, a renda média da população, as relações comerciais, tudo isso, é cerca de dez vezes maior. Portanto, podemos dizer que os brasileiros pagam cinco vezes mais impostos do que os estadunidenses (10/2=5). Talvez para os ricos que vivem de rendas, não chegue nem a ser muito importante, mas para a população pobre, para a classe média, para os comerciantes, para os industriais, é muito doloso, é uma verdadeira facada no coração. Para essas classes, que geram a maior parte dos impostos, representa um desembolso de quase metade da sua renda para manter um governo combalido.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A explicação para isso é muito abrangente, mas posso dar uma pista para entendermos mais rapidamente: é que nossos impostos são mal gastos e sobretudo mal arrecadados. Mal gastos porque tem tudo aquilo de corrupção ativa, superfaturamento, bolsa-tudo etc. E mal arrecadados porque, por exemplo, quando um rico ou um pobre compra um litro de gasolina ou alguns pães, ambos pagam o mesmo imposto, são os impostos indiretos, os mais cruéis que podem existir em qualquer país, mas muito mais em um países com relevante disparidade social, comuns no "terceiro mundo"; e além do mais, preferimos taxar a 10% o vem de fora, e 50% pelo que se produz aqui, fica difícil.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É muito simples entender porque nossa industrialização é tão modesta, nossas cidades estão abarrotadas de favelas, nossas ruas estão literalmente descascando, não há lugar público que não seja quabrado, sujo, feio.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aliás, vou fazer uma analogia: eu imagino a máquina pública brasileira, isso que chamam de governo, como uma pessoa que comeu, comeu, e engordou tanto, que agora pesa uns 200 quilos e precisa ficar o dia inteiro deitada na cama, simplesmente não consegue mais trabalhar, sequer mexer as pernas, precisa de gente o tempo todo ao seu redor para lhe servir, preparar suas refeições, higienizar-lhe. É obvio que essa pessoa deveria ter comido menos, feito mais exercícios, trabalhado mais, levado uma vida saudável; mas agora é tarde, sua única salvação é uma cirurgia de redução de estômago, simplesmente a parte que lhe dá apetite precisa ser reduzido, assim, involuntariamente, sentirá menos fome, comerá menos, seu corpo aos poucos queimará as gorduras extras, e dentro de algum tempo poderá voltar a correr, trabalhar e viver enfim uma vida feliz. Essa cirurgia de que falo, tem nome: REFORMA TRIBUTÁRIA.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O impostômetro pode ser acompanhado pelo site: &lt;a href="http://www.impostometro.com.br/"&gt;http://www.impostometro.com.br/&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-2999271649554018599?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/2999271649554018599/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=2999271649554018599' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/2999271649554018599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/2999271649554018599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/09/maior-carga-tributria-do-mundo.html' title='Maior carga tributária do mundo'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-270823543715824536</id><published>2008-09-04T22:47:00.004-03:00</published><updated>2008-09-04T23:10:11.176-03:00</updated><title type='text'>Lula garante que é presidente por pura sorte</title><content type='html'>Novas de Lula, em discurso nesta quinta-feira para cerca de 600 estudantes da Univasf (Universidade Federal do Vale do São Francisco):&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;"Às vezes, um cidadão se forma na USP, na Unicamp, na Universidade Federal de Recife, depois ele ganha uma bolsa e vai passar dois anos em Paris, fazendo pós-graduação, fazendo mestrado. Depois, se ele ganhar mais uma bolsa, passa mais dois anos em Berlim. Depois, ele ganha mais uma 'bolsinha', tem gente que vive de bolsa também, e vai para Londres ficar mais dois anos, ou seja, nunca há um tempo para ele retribuir com trabalho aquilo que foi o pagamento que o povo brasileiro garantiu para ele."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;No final do discurso, após elogiar algumas ações do seu governo, o presidente Lula disse que muitas pessoas o consideram "um homem de sorte".&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Deus queira que eu levante todo dia com mais sorte ainda, porque sem sorte a gente não arruma nem mulher, nem mulher arruma marido para casar. Ou seja, é preciso ter muita sorte na vida política, é preciso ter muita sorte na vida administrativa, é também é preciso ter muita sorte no amor porque, senão, a vida não vale a pena."&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu acho que ele ainda não se deu conta que é presidente do Brasil. Num momento tão importante, em que deveria incentivar o aperfeiçoamento, o estudo, a aprendizagem, certamente ele não entende que para se formar bons profissionais é imprescindível bons professores, com ampla formação, e que esses bolsistas serão os professores no futuro, serão os que mais contribuirão para a melhoria geral do país. Depois ainda vem falar de sorte, quando deveria se posicionar justamente sobre a necessidade de planejamento, de profissionalismo, sobre não esperar pela sorte, simplesmente diz que é PRECISO ter sorte.&lt;/div&gt;Ou não tem o que falar, ou não sabe. Talvez as duas coisas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-270823543715824536?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/270823543715824536/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=270823543715824536' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/270823543715824536'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/270823543715824536'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/09/faz.html' title='Lula garante que é presidente por pura sorte'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-4000206896026108105</id><published>2008-09-04T21:38:00.004-03:00</published><updated>2008-09-04T22:21:30.867-03:00</updated><title type='text'>Problemas à vista</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;As negociações da Rodada Doha para a liberalização do comércio mundial serão retomadas "em nível de altos funcionários" a partir de terça-feira em Genebra, anunciou nesta quinta-feira em Oslo o diretor geral da OMC (Organização Mundial do Comércio), Pascal Lamy.&lt;br /&gt;Em visita à Noruega, após viagens recentes a Nova Délhi e Washington, Lamy assegurou ter percebido "uma disposição política, sobretudo na Índia e Estados Unidos" para salvar a Rodada Doha.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Realmente para os países pobres, pobres mesmo, um comércio livre é muito bom, afinal, já se passaram cerca de 150 anos desde as Revoluções industriais e eles não conseguiram se industrializar; com a Rodada de Doha aprovada, eles serão beneficiados pelo aumento da importação de seus gêneros alimentícios, o que, pelo menos, os tirará da extrema miséria que vivem. Mas é certo que serão eternamente pobres, afinal, passará a ser praticamente impossível se industrializarem, não há como competirem com tudo que os países desenvolvidos (ou em desenvolvimento) oferecem, que é, entre outras coisas, estabilidade política, trabalho qualificado, infra-estrutura, capital financeiro aos montes, bolsas de valores, enfim, quando atingirem os níveis atuais de desenvolvimento, os países industrializados já estarão bem à frente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entretanto, me preocupo com o Brasil, já que possuímos um modesto porém existente nível de industrialização e grande potencial de crescimento. Em uma situação de comércio liberalizado, passamos a concorrer diretamente com países como a China, que podem produzir por valores alarmantemente menores e, portanto, corremos o risco de perder essas indústrias nacionais. Será muito mais vantajoso para qualquer industrial (inclusive os brasileiros) instalarem suas fábricas na China ou na Índia e exportar para cá. E isso pode acontecer, não só porque eles poderão oferecer um preço mais baixo por aqui, mas também porque qualquer produção brasileira de bens de consumo não encontraria mercado em quaisquer lugares do planeta. O Brasil se transformaria em um grande campo de soja e cana-de-açúcar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas então, nos perguntamos, qual a solução? Basicamente o único instrumento sensato, seriam acordos bilaterais. Por exemplo, em um acordo de livre comércio entre E.U.A e Gana, certamente Gana sairia da miséria absoluta, sem que haja prejuízos aos outros países.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aliás, um acordo como o de Doha, me parece que prejudicaria todos os países ricos e em desenvolvimento. Primeiro porque nos países ricos veríamos uma legião de agricultores desempregados e nos países em desenvolvimento uma fuga de indústrias que iriam preferir produzir em países com mão-de-obra mais barata ou menores impostos. Também se travaria uma verdadeira guerra fiscal entre os países, ocasionando grande queda da arrecadação de impostos. Também sofreriam as populações destes países que passariam a ser assaltadas ainda mais com impostos maiores, principalmente impostos diretos, em prejuízo dos mais pobres. Por fim, vale sinalizar uma certa inflação dos alimentos nos países pobres, já que, como os mercados europeu e amenricanos são atualmente protegidos, lá os alimentos são bem mais caros, já por aqui, bem mais baratos, tendendo então a um equilíbrio de preços generalizado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao fim das contas, de todos os países, o Brasil seria o mais prejudicado, afinal, é o que tem os salários mais altos em relação a média de especialização da mão-de-obra, e o mais crucial: tem a maior carga tributária do mundo. Seria o nosso fim, sem dúvida.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-4000206896026108105?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/4000206896026108105/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=4000206896026108105' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/4000206896026108105'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/4000206896026108105'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/09/problemas-vista.html' title='Problemas à vista'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-3951944523764492462</id><published>2008-09-03T22:53:00.002-03:00</published><updated>2009-03-01T01:13:31.768-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pensamento Político e Econômico'/><title type='text'>Método infalível</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Método infalível...&lt;br /&gt;... para contratação de novos funcionários: O método consiste em colocar todos os candidatos num galpão e disponibilizar 200 tijolos para cada um. Não dê orientação alguma sobre o que fazer. Em seguida, tranque-os lá e, após seis horas, volte e verifique o que fizeram. Segue a análise dos resultados: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;1 - Os que contaram os tijolos, contrate como contadores. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;2 - Os que contaram e em seguida recontaram os tijolos, são auditores. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;3 - Os que espalharam os tijolos são engenheiros. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;4 - Os que tiverem arrumado os tijolos de maneira muito estranha, difícil de entender, coloque-os no Planejamento, Projeto e Implantação e Controle de Produção. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;5 - Os que estiverem jogando tijolos uns nos outros, coloque-os em Operações. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;6 - Os que estiverem dormindo, coloque-os na Segurança. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;7 - Aqueles que picaram os tijolos em pedacinhos e estiverem tentando montá-los novamente, devem ir direto à Tecnologia da Informação. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;8 - Os que estiverem sentados sem fazer nada ou batendo papo-furado, são dos Recursos Humanos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;9 - Os que disserem que fizeram de tudo para diminuir o estoque mas a concorrência está desleal e será preciso pensar em maiores facilidades, são vendedores natos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;10 - Os que já tiverem saído, são gerentes. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;11 - Os que estiverem olhando pela janela com o olhar perdido no infinito, são os responsáveis pelo Planejamento Estratégico. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;12 - Os que estiverem conversando entre si com as mãos no bolso demonstrando que nem sequer tocaram nos tijolos e jamais fariam isso, cumprimente os com muito respeito e coloque-os na Diretoria. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;13 - Os que levantaram um muro e se esconderam atrás são do Departamento de Marketing. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;14 - Os que afirmarem não estar vendo tijolo algum na sala, são do Departamento Jurídico. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;15 - Os que reclamarem que os tijolos 'estão uma merda, sem identificação, sem padronização e com medidas erradas', coloque na Qualidade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;16 - Os que começarem a chamar os demais de 'companheiros' , elimine imediatamente antes que criem um sindicato e se tornem presidentes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Obs.: Se você precisa contratar economistas, não será possível utilizar o mesmo método. Eles jamais iriam participar desta besteira.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-3951944523764492462?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/3951944523764492462/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=3951944523764492462' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/3951944523764492462'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/3951944523764492462'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/09/mtodo-infalvel.html' title='Método infalível'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-7611698699795916296</id><published>2008-09-03T21:38:00.004-03:00</published><updated>2009-03-01T01:16:36.714-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empresas'/><title type='text'>O petróleo irá nos salvar?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O Ministério do Desenvolvimento listou nesta quarta-feira uma série de ações para atingir as metas de exportações fixadas pela Política Industrial do governo, lançada em maio deste ano.&lt;br /&gt;Serão investidos R$ 34 bilhões até 2010 --na maior parte, recursos que já fazem parte de outros programas do governo, como o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e a própria Política Industrial. A maior parte do dinheiro (R$ 21 bilhões) será destinada a aumentar a competitividade das exportações brasileiras por meio de investimentos em infra-estrutura exportadora e crédito para comércio exterior.&lt;br /&gt;Claro que 34 bilhões é melhor que nada, como vinha acontecendo. Não quero aqui parecer cético, mas 34 bilhões deve ser mais ou menos o lucro da Petrobras nesse ano de 2010, em outras palavras, pelo tamanho e as necessidades do Brasil, é quase nada. Pra se ter uma idéia, pra se utilizar as mega-jazidas de petróleo, será preciso investir cerca de 900 bilhões de Reais, 900 em pouco mais de 8 MIL Km2, imaginem o que faz 34 em 8 MILHÕES de Km2, é uma espécie de "operação tapa buraco da infra-estrutura". Só a agricultura, que relativamente é menos importante que a indústria, terá 78 bilhões só nesse ano, e só em crédito, e isso que a infra-estrutura também é muito importante para a agricultura, então a indústria terá 34 bilhões em três anos, média de 11 bilhões por ano, e parte será em crédito, parte em investimento - que todos os setores utilizam.&lt;br /&gt;Mas ainda temos esperanças, se o dinheiro que virá do petróleo nos próximos anos for bem investido, veremos algo diferente acontecer. Se esse dinheiro não for usado como instrumento político, se não servir para inflar o Estado de cargos públicos, se não for vítima de corrupções de todo gênero, se não for gasto em besteiras, se for usado para o básico, que é educação, infra-estrutura e diminuição de impostos, aí, senhoras e senhores, vamos concretizar um sonho. Para isso, será necessário um governo pragmático, um governo sério (esse que está aí não passa nem perto disso). Nessas condições, sim, o petróleo irá nos salvar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-7611698699795916296?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/7611698699795916296/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=7611698699795916296' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/7611698699795916296'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/7611698699795916296'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/09/o-petrleo-ir-nos-salvar.html' title='O petróleo irá nos salvar?'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-5218876857848107765</id><published>2008-09-03T13:24:00.002-03:00</published><updated>2009-03-01T01:13:31.768-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pensamento Político e Econômico'/><title type='text'>Piada do dia</title><content type='html'>O deputado está discursando para a multidão, quando diz: "Nesse bolso nunca entrou dinheiro do povo". Um pervertido no meio do público não perde tempo: "Calça nova né?!"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-5218876857848107765?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/5218876857848107765/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=5218876857848107765' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/5218876857848107765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/5218876857848107765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/09/piada-do-dia.html' title='Piada do dia'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-3069310937245902686</id><published>2008-09-03T00:04:00.003-03:00</published><updated>2009-03-01T01:19:12.620-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política Econômica'/><title type='text'>Crescimento Econômico?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;O aumento das importações influenciou a produção de eletrodomésticos, que caiu 3,7% em julho, na comparação com mês correspondente no ano passado. A produção da chamada linha marrom (TV, rádio e som) caiu 8,3% no período, e os produtos da linha branca (geladeira e fogão) apresentaram redução de 7,1%. O coordenador da Pesquisa Industrial Mensal do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), Silvio Sales, explicou que os indícios apontam para maior volume de compras desses produtos no mercado externo, já que os dados das vendas no comércio não indicam queda nas vendas ao consumidor. "As importações vêm crescendo, e podem estar influenciando o resultado do setor", admitiu.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Será que isso é o que o governo chama de "momento mágico da economia", pois eu tenho outra palavra para isso: Recessão. No Brasil será sempre assim, quando as commodities estão com um preço relativamente alto, então a economia cresce, quando o preço cai, é crise certa. Claro, porque não existe política industrial adequada, o Brasil vive de artigos primários, o verdadeiro crescimento econômico, aquele que traz desenvolvimento, aquele que é sustentável no longo prazo, não senhores, esse não existe no Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-3069310937245902686?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/3069310937245902686/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=3069310937245902686' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/3069310937245902686'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/3069310937245902686'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/09/crescimento-econmico.html' title='Crescimento Econômico?'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-4481487141279016505</id><published>2008-09-02T23:33:00.003-03:00</published><updated>2008-09-03T00:22:29.460-03:00</updated><title type='text'>Lá vem ele</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Em meio à polêmica sobre a criação de uma nova estatal para administrar os recursos do pré-sal, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva exaltou a Petrobras nesta terça-feira, durante a cerimônia que marcou o início da produção na camada pré-sal, no Espírito Santo. Lula ressaltou que a Petrobras é a&lt;em&gt; "mãe da industrialização do país",&lt;/em&gt; e que mãe é única.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"A Petrobras, coitadinha, vai ser abandonada, já dizia o José Sérgio Gabrielli (presidente da estatal). E eu achava tudo inusitado, porque era como se eu acordasse um belo dia e dissesse "a minha mãe já não presta mais. Vou arrumar outra mãe'. Mas mãe é única. E a Petrobras é a mãe da industrialização desse país".&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Realmente não dá pra confiar nas palavras do presidente. Cada semana ele chega com um discurso diferente, até alguns dias, era o maior defensor de uma nova estatal. Mas já não estamos mais dando muito crédito a esses discursos improvisados, prova disso: mesmo após suas inflamadas argumentações, as ações da Petrobras fecharam em baixa!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-4481487141279016505?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/4481487141279016505/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=4481487141279016505' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/4481487141279016505'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/4481487141279016505'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/09/l-vem-ele.html' title='Lá vem ele'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-3501648216808170857</id><published>2008-09-01T23:33:00.003-03:00</published><updated>2009-03-01T01:16:36.714-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empresas'/><title type='text'>Muito mais que um simples combustível</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A fabricante de motores MWM apresentou nesta segunda-feira na Expointer 2008, feira de agropecuária e maquinário realizada no Estado do Rio Grande do Sul, um protótipo de motor para trator de roda movido a álcool e diesel. Segundo a empresa, o novo equipamento permite a substituição de até 60% do diesel pelo álcool sem perda de rendimento e com economia de 25% no combustível. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É assim que eu gosto: é hora de parar de se preocupar tanto em exportar álcool e encontrar bons usos para ele aqui no Brasil: Tratores, termelétricas (geração de energia elétrica), nas ferrovias, na navegação, na aviação, só para citar alguns exermplos. Isso cria um grande campo de pesquisa científica, garante demanda para o álcool, e consequentemente poderemos em pouco tempo exportar não só álcool, mas também a tecnologia necessária para utilizá-lo em larga escala em todo planeta.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-3501648216808170857?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/3501648216808170857/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=3501648216808170857' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/3501648216808170857'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/3501648216808170857'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/09/muito-mais-que-um-simples-combustvel.html' title='Muito mais que um simples combustível'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-305554759919724892</id><published>2008-09-01T23:01:00.002-03:00</published><updated>2009-03-01T01:16:36.714-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empresas'/><title type='text'>Ritmo da construção preocupa indústria</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A festejada retomada da construção civil -a mais forte e duradoura dos últimos 25 anos- começa a dar lugar a uma preocupação na indústria de material de construção. A demanda pode ocupar rapidamente a capacidade ainda disponível e seguir mais veloz do que o tempo necessário para expansões. A associação dos fabricantes de material de construção estima em 85% a ocupação atual, e diz que não suportará por muito tempo o crecimento da demanda no ritmo atual.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas eu vos digo: em qualquer lugar do mundo é possível ampliar a produção a uma velocidade maior que a demanda, simplesmente porque a indústria estabelecida já possui todo conhecimento técnico sobre o que faz. Basta ter dinheiro. Para construir um novo pavilhão, e colocar máquinário, não levaria mais que alguns meses. Pelo Brasil há diversos municípios que doam terreno e até isentam de IPTU por 20 anos ou mais, têm infra-estrutura, bons profissionais e adorariam receber uma indústria de tal porte em suas divisas. Não sei se a culpa maior é do governo, que não oferece crédito mais barato - e mais rápido, é bom que se diga - ou se é da própria indústria que se acomoda num bom momento; alguns industriais devem estar felizes até, afinal o preço vai subir, é a velha "lei" da oferta e da demanda, dizem.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas isso pode acarretar em algo muito perigoso: faltando material de construção, tendo-se então um preço relativamente alto, fica economicamente viável importar de outro país - inclusive o governo possivelmente deverá reduzir as alíquotas, como fez com o trigo, visando o controle da inflação - esse produto importado então, gradativamente ganhará espaço no mercado, caindo de preço ao passo em que ganha escala comercial, mais empresas começam a importar e se reduz a especulação momentânea. Não bastando isso, passado essa escassez de produção, a indústria nacional terá um novo grande concorrente, que por ser mais barato, acabará por, aos poucos, arruinar a produção dessa indústria brasileira. Não me surpreenderia se daqui a cinco anos eu tiver que postar um texto intitulado "Indústria da construção civil passa por maior crise da história".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ou seja, quem não faz, vê ser feito.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-305554759919724892?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/305554759919724892/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=305554759919724892' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/305554759919724892'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/305554759919724892'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/09/ritmo-da-construo-preocupa-indstria.html' title='Ritmo da construção preocupa indústria'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-2351007223273152608</id><published>2008-09-01T22:44:00.002-03:00</published><updated>2008-09-01T22:52:10.464-03:00</updated><title type='text'>Assim não presidente, o que vão pensar de nós?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;     &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Só tô peocupado com uma coisa, é que é tão fundo, mas tão fundo, que daqui a pouco a Petrobras vai começar a puxar japonesinho".&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Presidente Lula, se referindo à profundidade dos poços de petróleo recentemente descobertos na costa brasileira. Dá pra acreditar?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-2351007223273152608?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/2351007223273152608/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=2351007223273152608' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/2351007223273152608'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/2351007223273152608'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/09/assim-no-presidente-o-que-vo-pensar-de.html' title='Assim não presidente, o que vão pensar de nós?'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-6216043812348343306</id><published>2008-09-01T22:36:00.002-03:00</published><updated>2009-03-01T01:19:12.620-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política Econômica'/><title type='text'>Tem coisas que não mudam</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;     O ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, afirmou nesta segunda-feira que o país pretende dobrar o comércio entre o Brasil e o Reino Unido nos próximos cinco anos. Segundo ele, atualmente, o volume comercial entre os dois países estão em US$ 5,2 bilhões.&lt;br /&gt;"Nós temos uma longa tradição de comércio com o Reino Unido", afirmou Jorge, lembrando acordo comerciais realizados há mais de 200 anos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;     Sr. Miguel Jorge, não me fassa relembrar esses acordos com a Inglaterra, na História desse país, os acordos de 200 anos atrás são descritos como a maneira encontrada para tornar o país em questão (nesse caso, o Brasil), economicamente dependente da Inglaterra, que fornecia as manufaturas, enquanto a nação mais pobre fornecia a matéria-prima para sua indústria manufatureira, gerando crescimento e desenvolvimento lá, e estagnação e pobreza aqui.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-6216043812348343306?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/6216043812348343306/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=6216043812348343306' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/6216043812348343306'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/6216043812348343306'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/09/tem-coisas-que-no-mudam.html' title='Tem coisas que não mudam'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-7207815912328373357</id><published>2008-08-31T00:32:00.008-03:00</published><updated>2009-03-11T22:49:11.523-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Relações Internacionais'/><title type='text'>O livre comércio é uma falácia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Ele já fez sucesso com seu livro "Chutando a escada", agora volta ainda mais impressionante em "Bed Samaritans", lançado esse ano nos E.U.A., &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ha-Joon Chang, economista sul coreano, dá uma mensagem polêmica: os emergentes devem resistir à pressão dos ricos. Isso significa criar barreiras de importação e proteger indústrias estratégicas. Se seguirem os mandamentos dos líderes, acabarão vítimas dos "maus samaritanos", os países ricos que usaram o protecionismo para se desenvolver, mas que agora posam como missionários do livre comércio.&lt;br /&gt;O autor parte do exemplo da Coréia do Sul com a credencial de observador privilegiado. Nascido em Seul, em 1963 (quando a Coréia tinha renda per capita de 82 dólares, menos da metade da renda de Gana na época), ele narra em sua obra que viu o país progredir da pobreza extrema ao clube dos ricos. Mas é à história de países como Inglaterra e Estados Unidos que recorre. Os primórdios da história do protecionismo, segundo ele, começam em 1489, quando a Inglaterra começou sua política de industrialização. Henrique VII e Eli&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lsCFM7LiwkQ/SLoSAdbyN9I/AAAAAAAAAB8/27nAWwBwVa0/s1600-h/bad+samaritans.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5240520915509458898" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lsCFM7LiwkQ/SLoSAdbyN9I/AAAAAAAAAB8/27nAWwBwVa0/s320/bad+samaritans.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;zabeth I fizeram tudo ao seu alcance para roubar da Bélgica e da Holanda a liderança na produção de tecidos de lã, a indústria de alta tecnologia da época. Para isso, restringiram a exportação de matéria-prima, espionaram, atraíram trabalhadores estrangeiros e distribuíram subsídios e concessões de monopólio a manufaturas inglesas. A defesa da indústria nacional perdurou por mais de três séculos, quando a Inglaterra deixou de ter competidores à altura. A partir de então, os ingleses, para expandir seus mercados, abraçaram o livre comércio. No período que durou de 1860 até a Primeira Guerra Mundial, eliminaram as tarifas alfandegárias e passaram a defender com veemência que o mundo todo seguisse o mesmo caminho.&lt;br /&gt;Os americanos foram igualmente contraditórios. Logo após a independência, aumentaram progressivamente suas tarifas de importação. O líder intelectual desse movimento foi o primeiro secretário do Tesouro americano Alexander Hamilton, um dos criadores da expressão "indústria nascente". Segundo sua argumentação, que vingou como a principal defesa do protecionismo, uma indústria nacional promissora merece resguardo até que tenha escala para competir com os concorrentes internacionais de porte. Ao longo do século 19 e até o fim da Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos mantiveram tarifas médias de importação no patamar de 40% (hoje são de 3%). Apenas a partir de 1945, quando representavam metade da economia mundial, começaram a baixá-las. Chang reconhece que, entre as décadas de 50 e 70, período da Guerra Fria, os americanos foram líderes benevolentes. A competição com a União Soviética os levou a abrir seus mercados para os aliados sem esperar reciprocidade. Os Tigres Asiáticos -- inclui-se aqui a Coréia do Sul -- e o Japão aproveitaram e se tornaram casos exemplares de prosperidade econômica a jato. Mas, dos anos 80 em diante, os Estados Unidos passaram a ser o principal mau samaritano no cenário da globalização. O principal instrumento do país nessa nova jornada passou a ser o que Chang batiza de "trindade diabólica" -- composta pelo Fundo Monetário Internacional, pelo Banco Mundial e pela Organização Mundial do Comércio. A Coréia soube se livrar da dependência americana nos anos 60, antes de cair nas armadilhas da nova política global dos Estados Unidos.&lt;br /&gt;Segundo Chang, mesmo os países que hoje defendem o livre comércio ainda usam o controle rígido em algumas searas. É o que acontece, segundo ele, no caso da crescente rigidez dos direitos de propriedade intelectual. Inglaterra, Alemanha, Estados Unidos, Japão e a própria Coréia foram grandes piratas quando precisaram absorver tecnologia. Agora que são geradores, querem bloquear o acesso de outros países a esse atalho.&lt;br /&gt;O autor também afirma que os países ricos formaram um exército de ideólogos, nas próprias universidades, para espalhar a ideologia liberal pelo mundo. Segundo ele, esses teóricos reescreverem a história e omitem casos recentes de sucesso de quem cresceu contrariando as regras impostas pelos países ricos -- como o rápido crescimento brasileiro entre as décadas de 50 e 70.&lt;br /&gt;Se formos analisar a experiência histórica, constataremos que a industrialização da Inglaterra, dos E.U.A., da Coréia do Sul e de tantos outros países desenvolvidos, foram puramente artificiais, ou seja, garantindo o mercado interno aos produtores nacionais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Título: Bad Samaritans&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Editora Random House, 288 págs.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-7207815912328373357?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/7207815912328373357/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=7207815912328373357' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/7207815912328373357'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/7207815912328373357'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/08/o-livre-comrcio-uma-falcia.html' title='O livre comércio é uma falácia'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lsCFM7LiwkQ/SLoSAdbyN9I/AAAAAAAAAB8/27nAWwBwVa0/s72-c/bad+samaritans.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-460420787222461444</id><published>2008-08-30T20:36:00.009-03:00</published><updated>2009-03-01T01:16:36.715-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empresas'/><title type='text'>Os desafios do Pré-sal</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Um fórum de mesmo título ("Os desafios do pré-sal") discutiu nessa semana no Rio de Janeiro sobre os dilemas dos mega-campos de petróleo descobertos pela Petrobrás há algum tempo. Em pauta, o principal assunto era a mudança no marco regulatório do setor defendido pelo governo federal. O sistema atual é simples e eficiente: por meio de leilão são divididos os &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lsCFM7LiwkQ/SLnyF6L0oKI/AAAAAAAAAB0/up6q0U_rgx4/s1600-h/08235171.gif"&gt;&lt;/a&gt;blocos de exploração, a empresa (ou sociedade) vencedora faz os investimentos necessários na área, retira o petróleo, vende e paga os royalties que são divididos entes os governos (municipal, estadual e federal), algo em torno de 50% do valor das vendas. O que o governo quer (governo que eu digo é Lula e Dilma) é criar uma empresa totalmente estatal, chamada "Petrosal" que será "dona" das áreas de exploração; essa empresa então contrata uma petrolífera que prestará o serviço de retirar petróleo, essa petrolífera será paga pela estatal com uma certa porcentagem dos BOE (Barrís de Óleo Equivalentes) extraídos, o que não for para a petrolífera fica na reserva da estatal para ser vendido por ela. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;É óbvio que dadas as mudanças tecnológicas, a certeza sobre a real existência de petróleo e várias outras questões, o governo pode sim e deve elevar os ganhos sobre essa riqueza natural, mas veja só: bastaria aumentar os royalties para, por exemplo, 80% (que é mais ou menos o que outros países cobram) e pronto! Elevamos as receitas sem elevar os custos, é óbvio. Para que criar uma nova estatal, ter que manter uma legião de novos funcionários, sem falar nos problemas de corrupção que já são dados como certos, e o tempo que se leva para aprovar sua criação no Congresso e no Senado, tudo para se chegar no mesmo objetivo!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Realizar essas mudanças no marco regulatório do petróleo após as descobertas na camada pré-sal pode ser muito arriscado simplesmente por desanimar investimentos da ordem de US$ 600 bilhões necessários para as perfurações, plataformas etc. E uma nova estatal pode rapidamente se tornar inchada com indicados políticos. No mês passado, o ministro de Minas e Energia Edison Lobão (repare no sobrenome) disse que não serão ofertadas áreas da camada pré-sal até que o novo marco regulatório para o setor esteja definido.&lt;br /&gt;A camada pré-sal se estende por cerca de 800 quilômetros, entre os Estados do Espírito Santo e Santa Catarina. O petróleo encontrado está a profundidades superiores a 5 mil metros, abaixo de uma extensa camada de sal, que segundo geólogos, conservam a qualidade do petróleo.&lt;br /&gt;Estimativas apontam que a camada pode abrigar algo próximo de 100 bilhões de BOE em reservas. Pelo preço atual da commodity, as reservas podem significar algo em torno de US$ 5 trilhões a US$ 9 trilhões.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-460420787222461444?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/460420787222461444/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=460420787222461444' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/460420787222461444'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/460420787222461444'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/08/os-desafios-do-pr-sal.html' title='Os desafios do Pré-sal'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-2539321054606202745</id><published>2008-08-30T20:02:00.009-03:00</published><updated>2009-03-01T01:20:03.906-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Empresas'/><title type='text'>Vai faltar Petróleo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Até o momento quase todos já pediram abertamente sua participação nos recursos que poderão advir das mega-jazidas no mar. Praticamente já se acertou que haverá dinheiro para educação, saúde, cultura, infra-estrutura, fundo soberano e até para criar uma nova estatal do petróleo. Os únicos que não vão declarar seus desejos pelos petrodólares serão revelados mais tarde pela Polícia Federal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-2539321054606202745?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/2539321054606202745/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=2539321054606202745' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/2539321054606202745'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/2539321054606202745'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/08/vai-faltar-petrleo.html' title='Vai faltar Petróleo'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-748805466786162276.post-2440335416969624951</id><published>2008-08-30T11:44:00.002-03:00</published><updated>2008-08-30T20:32:23.594-03:00</updated><title type='text'>Companheiro Lula</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Não sei o que tem o excelentíssimo senhor presidente contra os economistas. No último dia 21, em um discurso na inalguração de um campus universitário em Juazeiro do Norte/CE, enquanto falava sobre inflação, chegou a dizer: "Porque economista é uma beleza. Quando economista é oposição, ele tem solução para tudo. Quando ele chega no governo, não tem solução para nada". Antes ainda havia dito que se pudesse ter feito curso superior teria optado por Economia. Ainda bem que não fez, assim como torneiro talvez ele tenha algumas soluções.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/748805466786162276-2440335416969624951?l=economiapoliticabrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/feeds/2440335416969624951/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=748805466786162276&amp;postID=2440335416969624951' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/2440335416969624951'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/748805466786162276/posts/default/2440335416969624951'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://economiapoliticabrasil.blogspot.com/2008/08/companheiro-lula.html' title='Companheiro Lula'/><author><name>Um Brasileiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08885864182332269534</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
